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Queimadas e descartes diários: moradores reclamam

Por conta da fumaça, que vem de terreno da área Central, munícipes precisam viver com as casas fechadas; segundo a Prefeitura, o material armazenado no local servirá para outras obras

d422593f1a1d297ad5d0ac4123c0bd05.jpeg Foto: DIVULGAÇÃO

Por: Sofia Mayer*

Todos os dias, novos descartes são depositados em um terreno na área central de Palhoça, entre as ruas Edeling Schutz e Jacob Weingartner, onde há grande movimentação diária de trabalhadores e residentes. Se não bastasse o lixo, que chega próximo dos seis metros de altura, a queima constante de material afeta o cotidiano das cerca de 10 famílias locais, que precisam conviver, diariamente, com fumaça, mau cheiro e fuligem. 

Populares contam que não é mais possível sequer deixas as janelas de casa abertas, sobretudo nos últimos dias de vento intenso: “Não tem condição de ficar com uma greta de porta aberta, que entra toda a sujeira para dentro de casa. Sem contar a fuligem que tem da queimada”, reclama um morador. Segundo ele, as queimas acontecem pelo menos três vezes por semana: “O lixo está tão alto, que entra dentro das casas”, complementa. 

Segundo ele, o terreno estaria arrendado à Prefeitura há algum tempo. O munícipe conta que a comunidade já tentou conversar com o pessoal que é visto, diariamente, depositando os descartes: “A gente já pediu que eles não levantassem muito e colocassem fogo, mas sempre foram negligentes. Nunca houve um acordo entre a gente e eles”. Na manhã desta terça-feira (22), porém, a situação saiu do controle: “Não eram nem oito horas da manhã, e eles já estavam colocando fogo”, relata. 


Prefeitura esclarece

Questionada, a Secretaria Municipal de Serviços Públicos informou que o armazenamento de materiais de construção em propriedade do município é uma forma de reutilizar os materiais em outras obras e até de economizar recursos públicos, já que não há investimento para aluguel de outra área para essa finalidade. A Prefeitura destacou, ainda, que o referido terreno está sendo utilizado de forma momentânea para abrigar barro, madeira e pedras, retirados da obra que vai ligar a marginal da BR-101 ao Centro, pela Praça das Bandeiras, garantindo mais fluidez ao trânsito local. A obra tem conclusão prevista para dois meses, após a retirada de um poste de iluminação pública, solicitada à Celesc.

* Sob a supervisão de Alexandre Bonfim

 

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