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Sem descanso, em nome da cidadania

Moradores do São Sebastião aproveitaram o feriado de Corpus Christi para fazer uma manifestação, em que pediram atenção da Prefeitura ao bairro

7aa0577953db9e7b3a1d663df8a36855.jpg Foto: LUCIANO SMANIOTO

Moradores do bairro São Sebastião abrirão mão do descanso de um feriado para participar de um ato de cidadania. Na quinta-feira (20), em pleno Corpus Christi, eles percorreram algumas ruas do bairro em uma manifestação pacífica. Em cartazes empunhados e em discursos ao microfone, eles pediram mais atenção da Prefeitura de Palhoça com relação à infraestrutura do bairro.

Enquanto passava por ruas como Fernanda de Souza, Flor de Lis e Amarilis, o protesto reuniu cerca de 70 pessoas. “Os moradores do bairro São Sebastião acordaram”, “São Sebastião abandonado”, “Saneamento básico”, “Ruas precárias, quem paga nosso prejuízo?”, “Asfalto Já”, “Moradores na rua. Prefeitura, a culpa é sua”, “Melhorias, pois pagamos impostos”, “Cadê o prefeito?” e “Só queremos nosso direito” eram algumas das frases que podiam ser lidas nos cartazes exibidos pelos manifestantes.

Entre as reclamações elencadas, estavam a dificuldade em conseguir consulta no posto de saúde e vagas em creche; o estado precário de algumas ruas, cheias de buraco e com lajotas soltas; e a falta de saneamento básico. Os moradores também pedem a construção de uma escola de segundo grau no bairro e a instalação de uma biblioteca decente para a escola da comunidade. “Já está escrito na Prefeitura que tem o asfalto aqui, na trajetória do ônibus, mas não tem o asfalto. O ônibus deveria cruzar lá atrás, mas ele cruza aqui, na rua Fernanda de Souza com a Flor de Lis, e aí, o que acontece: porque é rua de lajota e é um lugar mais arenoso, úmido, a lajota não aguenta o peso do ônibus e a trajetória dos carros, aí fica tudo esburacado. E eles demoram para vir arrumar, aí acontecem acidentes, como aconteceu há algumas semanas, quando um rapaz se acidentou de moto. E outras coisas que acontecem, como cadeirantes que não conseguem transitar; não tem nem uma rua decente, muito menos calçada”, lamenta Viviane Lobato, que mora no São Sebastião há nove anos.

Viviane diz que o poder público só dá atenção ao bairro em época de eleição. Ou então, quando o povo mostra sua força. Ela conta que os moradores se reuniram em um grupo no aplicativo WhatsApp e começaram a planejar a manifestação. Quando a notícia se espalhou pelo bairro, chegou ao conhecimento do poder público, que enviou imediatamente uma equipe para realizar reparos nas ruas. Durante a manifestação, em pleno feriado, uma equipe de trabalhadores da Prefeitura estava no bairro trabalhando, justamente nas ruas em que estava prevista a concentração dos manifestantes. “O povo tem poder, só que a gente não usa, porque prefere ficar omisso e reclamar”, pondera Viviane. “Só estamos reivindicando o que é nosso direito, nada além”, acrescenta.

A sensação de que a classe política “abandonou” o bairro e seus representantes só aparecem “em época de eleição” é compartilhada por outros moradores, que usaram o microfone durante a passeata. “É nossa chance de mostrar ao prefeito e aos nossos vereadores que nós temos força. Nós colocamos eles lá e nós tiramos também”, disse um morador. “Pagamos imposto e vivemos na lama do mesmo jeito, com buraco, os carros da gente sempre estragando e tendo que levantar às 5h para pegar uma ficha no posto de saúde e chegar e não ter médico? A escola sem uma biblioteca decente para nossas crianças, vocês estão satisfeitos com isso?”, disse outra moradora. “Ninguém está aqui para fazer vandalismo, só estamos reivindicando um direito que é nosso, dos nossos filhos. Se tem direito a asfalto, é porque a gente paga imposto. E não vai parar por aqui. A comunidade do São Sebastião acordou. Vereador, prefeito, estamos na rua: não cumpriu a promessa, vamos reivindicar nossos direitos”, observou.



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Créditos: LUCIANO SMANIOTO LUCIANO SMANIOTO
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