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Temporada de verão: balanço e expectativas

Empresários do Sul avaliam a movimentação de visitantes nas praias palhocenses

3248b3eaedc5a95d4848d42b309a2e12.jpeg Foto: Alexandre João Bonfim da Silva / Drone jornal Palhocense

Por: Willian Schutz*

É fato conhecido que a pandemia de Covid-19 prejudicou setores e fragilizou a economia. Também é fato que a Grande Florianópolis é famosa pelo alto índice turístico durante o verão. Os meses de dezembro a fevereiro sempre são responsáveis por geração de emprego e pela pluralidade dos turistas vindos dos mais diversos locais. Para quem trabalha nos setores turísticos, 2021 ainda está sendo pautado – mas há uma série de certezas e incertezas. 
Anualmente, as praias, pousadas, hotéis e restaurantes palhocenses recebem um número consideravelmente grande de visitantes, vindos de outros estados e principalmente da Argentina. Nesta temporada de verão, números e relatos costumam variar bastante.  

Para alguns empresários habituados a lidar com turistas na temporada, os números do final de 2020 pareciam ilustrar uma melhora – sendo que o setor vinha com poucas esperanças, devido ao cenário pandêmico. 

Os representantes da pousada Embausurf Eco Lodge, da Guarda do Embaú, relatam que a expectativa é a de registrar um terço do movimento, em comparação com o verão passado. Resultado da Covid, da chuva e da ausência do turista argentino.

Outros comerciantes registraram aumento no movimento no final do ano passado. “Nos últimos meses do ano (outubro, novembro e dezembro, até a virada), os números foram muitos bons... Até melhores, se comparados com os de 2019”, conta Artur Prass, proprietário do Big Bamboo. 

Apesar disso, de certa forma, a situação mostrou-se passageira e gerou incertezas, assim que 2021 iniciou: “Depois do dia seis, aí que começou a queda, pois os argentinos não têm vindo mais para cá. A expectativa era receber mais turistas de outros países, mas eles não apareceram”, compara Artur Prass.

Em contrapartida, algumas estratégias de planejamento estão sendo adotadas por parte dos empresários. 
Exemplo disso é Thelma Vieira Corrêa, empresária e presidente da Associação Comunitária da Guarda. “Já tenho recebido vários contatos de grupos de turismo para abril e maio. Isso mostra que as pessoas que não puderam sair, que se resguardaram, a partir do momento em que sair a vacinação e que elas se sintam seguras, vão voltar a frequentar. E não vai importar muito o tempo... A gente tem que realmente criar melhores estruturas para poder receber os turistas”, relata a empresária, que também faz parte da Associação Empresarial e do Conselho de Turismo (Contur). 

Os profissionais responsáveis estão trabalhando para que as medidas sejam seguidas e para que o verão nos pontos turísticos mais celebrados de Palhoça (bem como da Grande Florianópolis) voltem a ser tão grandiosos e plurais como até recentemente foram. 

* Sob a supervisão de Alexandre Bonfim



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