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Buscas de menina na Guarda completam uma semana

A família pede que munícipes auxiliem na procura da jovem, de 11 anos, que se afogou na prainha

4ab1d29f2e2862c9a8255f3229ccca88.jpeg Foto: Palhocense

Por: Sofia Mayer*

Faz sete dias que bombeiros estão em busca da menina Mariana, de 11 anos, que se afogou na prainha da Guarda do Embaú, na última quinta-feira (5). Para ajudar a encontrá-la, familiares estão fazendo um apelo para que pescadores e munícipes fiquem atentos nas regiões próximas. O 10º Batalhão de Bombeiros Militar já percorreu mais de 700 km nos últimos sete dias.

A mãe da criança, Daiana, afirma que já conheciam o local do acidente, e que o mar da prainha aparentava estar calmo na ocasião. Toda a família estava presente para um dia de passeio.

Ela conta que a filha se banhava na beirada da água quando foi levada pelo repuxo. O marido de Daiana, então, correu para resgatá-la. “Eu pedi para todo mundo que tava na água para sair”, conta. Ela recorda que, de repente, a prima de Mariana, de 19 anos, também entrou para ajudar a trazê-la de volta. “Quando vi, os três sumiram”, lembra.

A jovem voltou logo depois, devolvida pelo mar. O marido de Daiana, Jefferson, apareceu também, em um ponto distante de onde estavam. Mariana segue desaparecida.

Os bombeiros chegaram a fazer o resgate da vítima mais velha, já na areia. Ela foi levada ao Hospital Universitário (HU), em Florianópolis, com parada cardiorrespiratória (afogamento de sexto grau), mas veio a óbito dois dias depois. 


Buscas

Desde quinta-feira (5), equipes dos bombeiros têm trabalhado arduamente nas buscas da menina. Além da Guarda do Embaú, as operações já aconteceram nas praias do Sonho, de Cima, Pinheira e Ponta do Papagaio. Ainda foram acompanhadas as regiões das Ilhas Três Irmãs, Costão da Lagoinha do Leste e Naufragados.

Os bombeiros estão alertando pescadores, presentes em embarcações, sobre o desaparecimento. A orientação é que eles entrem em contato com o Corpo de Bombeiros Militar de Santa Catarina caso encontrem algum indício que leve a localização da vítima.  

A família ressalta o apelo aos pescadores e a pessoas que vivem próximas a essas regiões. “A gente tá correndo, fazendo buscas direto, buscando socorro, usando todos os recursos para ir atrás da minha filha”, informa a mãe, Daiana. 

Mariana gosta muito de praia, mas também adora tirar fotos, assistir a séries e ouvir música alta, conta a mãe. “Gosta de jogar bola, as duas jogavam no mesmo time”, lembra Daiana, se referindo à prima da menina. “Fazia declaração para mim, dizendo que me amava, nas paredes da casa”, completa.

Em caso de qualquer informação, os bombeiros orientam a entrar em contato através do telefone 193.

 

* Sob a supervisão de Alexandre Bonfim

 

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