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Ciclone: Secretaria de Educação avalia estragos

Só em Palhoça, 12 escolas estaduais reportaram avarias, e 16 escolas municipais também sofreram danos

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Técnicos e engenheiros da Gerência de Infraestrutura Escolar e das Coordenadorias Regionais de Educação vinculadas à Secretaria de Estado da Educação começaram a percorrer, na quarta-feira (1), as escolas estaduais catarinenses afetadas pelo ciclone que provocou estragos por todo o estado desde a tarde de terça-feira (30). A Secretaria deve concluir o levantamento incluindo as 36 regiões e, ainda nesta semana, partir para a elaboração do plano de ação para recuperar os danos à infraestrutura das unidades.

Apenas na Grande Florianópolis, desde a ocorrência dos ventos fortes e do temporal, a coordenadoria regional de Educação registrou estragos em pelo menos 50 escolas. Em Jaraguá do Sul, a regional aponta para prejuízos em 22 escolas. O fenômeno climático, porém, teve impacto em praticamente todas as regiões do estado. As principais ocorrências são de danos à rede elétrica, destelhamentos de salas de aula e ginásios, queda de forros, alagamentos, queda de árvores sobre parte dos imóveis e prejuízos com o mobiliário escolar.

Em Palhoça, 12 escolas estaduais apresentaram danos com a ocorrência do ciclone. A mais afetada foi a EEB Henrique Estefano Koerich, na Ponte do Imaruim, com a queda de uma árvore de grande porte sobre o telhado do colégio. Isso sem contar com as 16 escolas municipais – o que corresponde a quase 50% dos estabelecimentos do Ensino Fundamental – que sofreram destelhamento e quebra ou afundamento de forro, diretamente pela ação do vento ou em consequência de queda de árvores. Uma das mais afetadas foi a escola Reinaldo Weingartner, que teve o telhado danificado, como mostra a foto.

“A Secretaria de Estado da Educação está realizando o levantamento de prejuízos, para contar, o mais breve possível, com informações mais precisas sobre as escolas atingidas e estimar o investimento que deve ser aplicado nestas obras”, informou o Secretário de Estado da Educação, Natalino Uggioni.

O dia foi de rescaldo, mas também de atenção, com ventos fortes e instabilidade nos serviços de distribuição de energia, telefonia e internet, registrados em muitas das regiões, o que promoveu alterações nas rotinas de alunos, professores e gestores da rede de ensino, que vêm realizando atividades escolares remotas. As 1.065 escolas da rede estadual de ensino de Santa Catarina estão sem atividades letivas presenciais desde o dia 19 de março, quando as aulas foram suspensas no combate à contaminação por Coronavírus.


Instabilidade em energia, telefonia e internet
afeta atividades não presenciais

A queda ou instabilidade dos serviços de energia elétrica, telefonia e internet por conta do ciclone extratropical afetou o calendário das atividades não presenciais da rede estadual de ensino. A Secretaria de Estado da Educação (SED) já emitiu um informe extraordinário às 36 Coordenadorias Regionais de Educação (CRE) orientando sobre a atuação dos gestores escolares neste período.

Entre as principais determinações está a suspensão temporária do envio de atividades escolares não presenciais nas regiões afetadas, até o restabelecimento dos serviços mencionados. Cada coordenadoria deve gerenciar a situação localmente. “Estamos cientes do impacto do ciclone no acesso à eletricidade e à internet nas casas de muitos servidores, bem como das famílias de nossos estudantes, inclusive na estrutura física de suas residências, interferindo diretamente no acesso e na realização das atividades remotas pelos professores e alunos”, salienta a diretora de Ensino em exercício, Maria Tereza Hermes.


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