FGTS de atingidos por ciclone é liberado

Recursos estão sendo pagos por meio do aplicativo Caixa Tem. Famílias que sofreram danos com a passagem do “ciclone bomba” podem sacar

f750809fc71a17a57629ae2a115e4fbb.jpg Foto: MAURÍCIO VIEIRA/ARQUIVO SECOM/DIVULGAÇÃO

As vítimas do ciclone bomba cadastradas na Defesa Civil de Palhoça já podem baixar o aplicativo Caixa Tem para receberem o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). O benefício busca auxiliar moradores prejudicados pelo vendaval, que atingiu Palhoça nos dias 30 de junho e um de julho, deixando mais de 150 residências danificadas. 

O aplicativo é o mesmo utilizado para recebimento do auxílio emergencial do Governo Federal, mas o FGTS está disponível no ícone “Calamidades”. As pessoas que tiverem dificuldade para utilizar a ferramenta podem buscar informações no escritório da Defesa Civil, anexo à Prefeitura de Palhoça, no bairro Pagani, de segunda a sexta-feira, das 13hàs 18h. Para sanar outras dúvidas, como o saldo, é necessário procurar a Caixa Econômica Federal (CEF).

O cadastramento teve início em 24 de agosto e se estendeu até 4 de setembro. Foram registrados os moradores do município de Palhoça que, comprovadamente, sofreram danos pelo vendaval que, em algumas localidades, alcançou mais de cem quilômetros por hora.

 

Ciclone bomba

O ciclone bomba causou uma série de prejuízos em prédios públicos, comerciais e, principalmente, em residências de Palhoça. Um relatório da Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil (Compdec) apresentou registros de mais de 100 ocorrências diversas, causadas pelo vento. O documento citava que 16 colégios municipais sofreram destelhamento e quebra ou afundamento de forro, diretamente pela ação do vento ou em consequência de queda de árvores. 

Posteriormente, ficou comprovado que o número de moradias danificadas era bem maior. O relatório final indica que 152 residências foram danificadas.

O mesmo documento da Compdec informava que a interrupção temporária do fornecimento de energia elétrica atingiu mais de 1,5 mil unidades consumidoras, afetando também serviços de telefonia e internet.

Hora após a passagem do fenômeno climático, a administração municipal decretou “situação de emergência em razão dos efeitos ocasionados pelo ciclone”. O Decreto 2.607, de primeiro de julho, foi assinado após o recebimento do relatório de danos, realizado pela Defesa Civil.

 

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