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Primeira semana de bancos abertos: grandes filas

Na semana de reabertura dos bancos e lotéricas do estado, denúncias acendem discussão sobre a execução das medidas restritivas em agências da cidade

a5c19d4cc1ff5e7f1854e0f98468183d.jpg Foto: REPRODUÇÃO/INTERNET

Por: Sofia Mayer*

 

A semana de volta às atividades bancárias terminou com mais flagrantes de aglomerações nas agências de Palhoça. Nesta sexta-feira (3), um comerciante, com loja no Centro da cidade, denunciou a fila de um dos bancos privados da região, com cerca de 20 pessoas concentradas em uma extensão da calçada. Moradores reclamam que, desde, segunda-feira (30), quando os serviços retornaram, cenas assim são registradas. A distância de 1,5 metro é uma das regras para o funcionamento de bancos, lotéricas e demais instituições financeiras.

O relato de outra leitora também acendeu a discussão sobre o cumprimento das restrições de funcionamento, decretadas pelo governador de SC, Carlos Moisés, nas agências bancárias de Palhoça. A moradora afirmou que, em outra agência privada, no Centro da cidade, a distância mínima não está sendo respeitada pelos clientes. Ainda segundo a denúncia, os idosos, que contemplam o grupo de risco do novo coronavírus (Covid-19), não são direcionados a uma fila preferencial. Falta de auxílio da equipe também foi uma reclamação feita.

A moradora contou que estava levando a irmã - diabética, de 75 anos - para receber o valor da aposentadoria, e, mesmo solicitando, não teve a ajuda necessária para realizar o procedimento. Segundo ela, a idosa possui problemas graves de visão, e não consegue fazer a operação sozinha. “Ele não quis ajudar a tirar o dinheiro da boca de caixa”, explicou. Apenas uma pessoa pode entrar, por vez, na agência. A orientação do atendente foi para que elas tentassem receber o dinheiro em outro endereço, onde foram surpreendidas: “A guria disse que não tem dinheiro, que o banco não está mandando dinheiro”. 

A denunciante afirmou, ainda, que as duas precisaram esperar em uma fila única, com aglomeração de pessoas e sem distinção de atendimento preferencial. “Poderiam usar a rua, como não passa carro, para poder colocar faixinha amarela para as pessoas ficarem em cima”, sugere. A moradora ressalta, porém, que o filho esteve no mesmo banco dias antes e, por andar com auxílio de muletas, foi atendido com preferência pelos funcionários.

Guilherme Silveira faz entregas na cidade e também assegura o movimento alto nos estabelecimentos: “Os bancos abarrotados, as ruas cheias de carro e de pessoas de todas as idades”, conta. Na opinião de Silveira, a abertura das agências bancárias é a grande responsável pelo trânsito de pessoas no Centro da cidade.

O decreto, divulgado pelo governo estadual no último domingo (29), prevê o funcionamento de bancos, lotéricas e demais instituições financeiras com algumas regras: os estabelecimentos devem apresentar controle de acesso de pessoas, marcação de lugares reservados aos clientes e organização de filas com distância mínima de 1,5 metro. A entrada de pessoas deve ser proporcional ao número de atendentes.

Com tanta gente circulando, especialmente no Centro da cidade, comerciantes questionam a quarentena: se já existe um volume enorme de cidadãos pelas ruas, por que os comércios seguem fechados?

O governador Carlos Moisés pode anunciar, ainda nesta sexta-feira (3), a possibilidade de profissionais liberais e autônomos voltarem ao trabalho, também respeitando regras específicas, com a intenção de minimizar a propagação do coronavírus. Na quarta-feira (1), o governdor já havia liberado para o retorno às atividades de toda a cadeia produtiva do setor de construção civil.


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