0b687be4abc8e3102b28d37eccb1da56.jpeg Celesc instala um novo transformador na subestação de Palhoça

1c3cd3feb610db6b7dd895ce7d8effdd.jpeg Com obras adiantadas, viaduto no Contorno Viário é reaberto nesta sexta-feira (24)

1401640937629c4bec678aed45a24d38.jpeg Homens conduzindo motos esportivas são presos durante a madrugada na BR-101 em Palhoça

50d8acc2803ba706c2de84923d95d8a0.jpeg Corrida inaugura avenida Arlindo Philipi May, novo eixo de desenvolvimento da cidade

84475e8b1a47efd6b1acef8d5d45533f.jpeg Montanhistas instalam nova caixa de cume no Morro do Cambirela

b4494b18bd3c96b530b02c3d01741f6f.jpeg CEI Formiguinhas: Dia da Família na Escola marcado por música, brincadeiras e homenagem emocionante

db5d625340c0c619258dbb785ee6a6d9.png Dupla Rick & Renner é uma das atrações do Palhoça Rodeio

d45dd9f9879349445ccdb98ca157411b.jpg Palhoça recebe competições de jiu-jitsu e taekwondo

2f36aeb16a9fd815cea58722399b9f8f.jpeg Ricardo Martins conquista dois títulos no Rally RN 1500

ca47531ecaeb54bb9a0e27134b0b391b.jpeg Thiago Lohn disputa Sul-Brasileiro de Kart e mira desafio mundial na Europa

9160ab816709c46c73069b7b42201c5e.jpeg Associação Palhocense de Skate projeta futuro do esporte em Palhoça

567c3a3fc78504c24a3ae9967947d9ab.jpeg Guarani de Palhoça estreia na Série B do Catarinense no sábado (25)

8fb6a663cde4b02a7c9d15bedbabf297.jpeg Saneamento é importante para a redução das desigualdades sociais

df5d5ff3b11b88d0ffef72fe1292e8c6.jpeg O saneamento é a chave para proteger a água que não vemos

864bb080524f53cb6f63c54ec9d4b6f9.jpeg Como a iniciativa privada pode transformar o saneamento básico no país

bf95350ffa78af67a89b6776da8f2ae6.jpeg Comprou ou alugou? Atenção à titularidade do cadastro da ligação de água

616911134d1c0068b4f9bcee89653ead.jpeg Vazamentos internos: é possível evitar o desperdício de água e aumento no consumo em PH

Professores reclamam de concurso da Prefeitura

Grupo de candidatos está preocupado com número de reprovações

1eb4c47b373950f140804693e4d1eede.png Foto: REPRODUÇÃO/INTERNET

Texto: Isonyane Iris

Um grupo de professores que prestou concurso público para trabalhar em regime de admissão em caráter temporário (ACT) nas escolas municipais no ano de 2019 está preocupado com o número de reprovações, que já passa de 600. Segundo os professores, a forma como a prova é dividida, em duas etapas, a falta de informações no edital e ainda a formulação dos enunciados das questões fizeram com que houvesse uma reprovação em massa.

O pedido para que a prova seja classificatória é antigo. Não é de hoje que os professores pedem que chamem pela classificação, e não por eliminação, como tem sido feito. Atualmente, a prova é dividida em duas etapas, com 15 questões cada, uma de conhecimentos específicos e outra de conhecimentos gerais, sendo determinado que o professor acerte no mínio oito questões de cada etapa para ser aprovado. “Isso é um absurdo. Em todos os concursos a nota de corte é cinco, independente de qual conteúdo ele acerte, ou seja, um professor que gabaritar o específico, mas acertar apenas sete de conhecimentos gerais, é reprovado, um absurdo”, reclama a professora Cristina Juttel.

Além disso, os professores reclamam da formulação dos enunciados das questões de conhecimentos gerais, que segundo eles, deixaram sentidos dúbios. “Teve muita pergunta com dados de 2010, ou seja, eles pedem conhecimentos atuais, mas fazem perguntas com dados antigos? Por exemplo: a questão de número 12 não especificou sobre quais dados serviriam de base para responder, se era de acordo com o senso IBGE 2010, ou se de acordo com as estatísticas atualizadas do mesmo, sendo que todas as alternativas da questão incluem o município de São Pedro de Alcântara como município limítrofe a Palhoça, quando na verdade está errado”, reclama um grupo de professores.

Na prova, também teriam tido questões sobre literatura, um assunto que não teria sido previamente avisado aos professores. “A banca incluiu na prova questões que cobram conhecimento prévio na área de literatura, sem solicitar estudos na área de literatura de acordo com o conteúdo programático do edital”, afirma outra professora.
“Acredito que em uma rede municipal, onde faltam tantos professores formados e bem equipados para atender as escolas, não deveria ser feita uma prova com tantos requisitos para precisar entrar, pois de que adiantam quatro anos de faculdade, mais dois anos de pós-graduação para ser eliminada por causa de uma questão? Ninguém passa nesse concurso e depois o resto do ano a Prefeitura de Palhoça passa fazendo chamada pública e pegando qualquer pessoa para as escolas. É muito triste essa realidade, pois o município devia perceber que eles que precisam de nós professores para atender e ajudar na formação de pessoas, e não o contrário”, desabafa uma professora do município há mais de cinco anos, que preferiu não expor seu nome. 

A Prefeitura de Palhoça realizou em 2015 um concurso público com o objetivo de preencher o quadro de vagas disponíveis para professores efetivos no município. Desde então, professores aprovados e também que preenchem o quadro de reserva vivem ansiosos com a nomeação, que foi prorrogada até 2019, mas até o momento só chamou um. “Isso é um desrespeito com a gente. Perdemos tempo estudando, pagamos a inscrição, passamos e do que adianta se só chamam um?”, questiona um professor.

A Secretaria Municipal de Educação explica que a banca responsável pelo referido concurso é o Instituto Ieses, que prevê no edital 016/SME/2018 a divulgação do resultado dos recursos (enviados oficialmente entre 12 e 14 de novembro) e o gabarito definitivo da prova objetiva em 12 de dezembro. Ainda conforme edital, haverá um prazo para recorrer pelo resultado final (prova objetiva, títulos e classificação) entre 13 e 14 de dezembro.

 



Tags:
Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ae88195db362a5f2fa3c3494f8eb7923.jpg