6a8ffecbf89278b62b79bdc90d62e54b.jpeg Site da Águas de Palhoça traz informações e serviços sobre a concessionária

f8bb8bf49ad9176f77e6b064583e66e7.jpeg Fechamento da saída 214 da BR-101 foi alterado para nova data

f37e8d530ba9a653c7ad464d8211af03.jpeg Saída da BR-101 em Palhoça será fechada temporariamente

bc91e11e85cb042c189c4d0b20995730.jpeg Eficiência no abastecimento: saiba como funciona um booster

452d7b2221ac94714721c3a11b48eac6.jpeg Filme palhocense ‘Presente’ terá sessões gratuitas em diferentes pontos da cidade

8e7014fb432b9e4e96130d5d5b12af18.jpeg Palhoça tem programação para todos os públicos, em diversos pontos

de7fdb5a96363e830838d06e8a7f2385.jpeg Carnaval: compositor palhocense tem duas marchinhas finalistas em concurso de Florianópolis

7290aaf998295aa0f9c08f6479a01c84.jpeg Motorista da Jotur escreve música falando sobre o cotidiano na profissão

3460b75d46c7d95d023ba991e14b128e.jpeg Jiu-jitsu ao alcance de todos: projeto social oferece aulas em dois núcleos em Palhoça

815e2c79201e1010aef78b887dc69bce.jpeg Marcos Túlio: atleta com história em Palhoça e carreira internacional é destaque na Gulf Magazine

67c8c6f6631a58fe9f066a374895cfe3.jpeg Atleta mirim de Palhoça, Valentina Ferreira termina 2025 como líder do ranking mundial de Jiu-Jitsu

0c30b7bd442e1e0ab64f26f248b5b75c.jpeg “Com mais de 300 eventos, a Fesporte realmente fomenta muito o esporte catarinense”

Professores reclamam de concurso da Prefeitura

Grupo de candidatos está preocupado com número de reprovações

1eb4c47b373950f140804693e4d1eede.png Foto: REPRODUÇÃO/INTERNET

Texto: Isonyane Iris

Um grupo de professores que prestou concurso público para trabalhar em regime de admissão em caráter temporário (ACT) nas escolas municipais no ano de 2019 está preocupado com o número de reprovações, que já passa de 600. Segundo os professores, a forma como a prova é dividida, em duas etapas, a falta de informações no edital e ainda a formulação dos enunciados das questões fizeram com que houvesse uma reprovação em massa.

O pedido para que a prova seja classificatória é antigo. Não é de hoje que os professores pedem que chamem pela classificação, e não por eliminação, como tem sido feito. Atualmente, a prova é dividida em duas etapas, com 15 questões cada, uma de conhecimentos específicos e outra de conhecimentos gerais, sendo determinado que o professor acerte no mínio oito questões de cada etapa para ser aprovado. “Isso é um absurdo. Em todos os concursos a nota de corte é cinco, independente de qual conteúdo ele acerte, ou seja, um professor que gabaritar o específico, mas acertar apenas sete de conhecimentos gerais, é reprovado, um absurdo”, reclama a professora Cristina Juttel.

Além disso, os professores reclamam da formulação dos enunciados das questões de conhecimentos gerais, que segundo eles, deixaram sentidos dúbios. “Teve muita pergunta com dados de 2010, ou seja, eles pedem conhecimentos atuais, mas fazem perguntas com dados antigos? Por exemplo: a questão de número 12 não especificou sobre quais dados serviriam de base para responder, se era de acordo com o senso IBGE 2010, ou se de acordo com as estatísticas atualizadas do mesmo, sendo que todas as alternativas da questão incluem o município de São Pedro de Alcântara como município limítrofe a Palhoça, quando na verdade está errado”, reclama um grupo de professores.

Na prova, também teriam tido questões sobre literatura, um assunto que não teria sido previamente avisado aos professores. “A banca incluiu na prova questões que cobram conhecimento prévio na área de literatura, sem solicitar estudos na área de literatura de acordo com o conteúdo programático do edital”, afirma outra professora.
“Acredito que em uma rede municipal, onde faltam tantos professores formados e bem equipados para atender as escolas, não deveria ser feita uma prova com tantos requisitos para precisar entrar, pois de que adiantam quatro anos de faculdade, mais dois anos de pós-graduação para ser eliminada por causa de uma questão? Ninguém passa nesse concurso e depois o resto do ano a Prefeitura de Palhoça passa fazendo chamada pública e pegando qualquer pessoa para as escolas. É muito triste essa realidade, pois o município devia perceber que eles que precisam de nós professores para atender e ajudar na formação de pessoas, e não o contrário”, desabafa uma professora do município há mais de cinco anos, que preferiu não expor seu nome. 

A Prefeitura de Palhoça realizou em 2015 um concurso público com o objetivo de preencher o quadro de vagas disponíveis para professores efetivos no município. Desde então, professores aprovados e também que preenchem o quadro de reserva vivem ansiosos com a nomeação, que foi prorrogada até 2019, mas até o momento só chamou um. “Isso é um desrespeito com a gente. Perdemos tempo estudando, pagamos a inscrição, passamos e do que adianta se só chamam um?”, questiona um professor.

A Secretaria Municipal de Educação explica que a banca responsável pelo referido concurso é o Instituto Ieses, que prevê no edital 016/SME/2018 a divulgação do resultado dos recursos (enviados oficialmente entre 12 e 14 de novembro) e o gabarito definitivo da prova objetiva em 12 de dezembro. Ainda conforme edital, haverá um prazo para recorrer pelo resultado final (prova objetiva, títulos e classificação) entre 13 e 14 de dezembro.

 



Tags:
Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ae88195db362a5f2fa3c3494f8eb7923.jpg