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"Adolescência": a série que pais e mães precisam ver

 

Nesta semana, eu resolvi escrever diferente. Resolvi falar da minissérie "Adolescência", que estreou na Netflix e vem impactando os apreciadores de assuntos controversos. 

Li alguns comentários sobre a minissérie. O meu amigo Leonardo Jacobi retratou tudo o que eu queria escrever e eu tirei uma "casquinha". 

"Adolescence" veio num hype surpreendente e, claro, todo o alvoroço está justificado. A minissérie de quatro episódios criados inteiramente em plano sequência é um trabalho cinematográfico primoroso. Seja por sua premissa ou por sua qualidade técnica, o trabalho dos escritores Jack Thorne e Stephen Graham é uma demonstração do que é possível ocorrer nas escolas hoje em dia. Nossas interações mediadas quase que exclusivamente por mídias sociais colocam adolescentes em meio ao inferno na terra, ou não?

"Adolescence" transita por assuntos delicados, como o bullying, a psicopatia e a vida de adolescentes na era virtual. A empreitada audaz do diretor a ator Stephen Graham em filmar episódios inteiros em plano sequência captura o espectador de imediato, sobretudo com as trocas de protagonistas constantes; o tempo todo o espectador vai intercalando seus personagens e nos apresentando uma narrativa que se desenrola vagarosamente à medida que nos coloca a par do que aconteceu - ou do que está por vir.

Com atores pouco conhecidos, mas nem por isso pouco talentosos, vemos um Jamie Miller (Owen Cooper) se sobressair imensamente; o que esse menino faz em cena é surreal. No terceiro episódio, quando o protagonista conversa com uma psicóloga (meu episódio favorito), vemos o cerne da série. Ali vemos o mal encarnado; tenha sido um tentativa ou não de demonizar o personagem, Cooper faz um grande papel de alguém que não tem mais volta. Dentro do emaranhado de seu diálogo com a psicóloga, vemos como nos abisma o mal.

Entre os questionamentos, nós nos perguntamos a frase de Sartre, o defensor da liberdade irrestrita:
"O inferno são os outros” ou afirmamos sem pestanejar “O psicopata mora ao lado”. Dentre as duas opções, vemos que a realidade é muito mais complexa do que parece.

Os mais críticos acreditam que a Netflix alterou a história, transformando um criminoso negro em um branco conservador.
Tudo pra tirar o estigma de racismo em cima do personagem e focar apenas nas questões principais da história.

A trama não é baseada em uma história real, segundo o ator e co-criador da produção, Stephen Graham. Ele explicou que é inspirada em uma história que viu na mídia sobre um jovem envolvido em crimes com faca.

Uma inspiração de um caso específico que vale muito a pena ser observado por pais e educadores.

Ouvi na rádio CBN que colégios na Inglaterra irão passar "Adolescência" para seus alunos. O Brasil deveria fazer o mesmo.
Não só para os alunos, muitos pais relaxam com seus filhos, deixando-os vulneráveis ao mundo virtual.



Publicado em 24/03/2025 - por Casé Henrique

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