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A celebração da consciência negra

Dia nacional, comemorado em 20 de novembro, foi marcado com a realização de eventos no Caminho Novo e na Ponte do Imaruim

3741f7599c2143890977adac1e208234.JPG Foto: NORBERTO MACHADO

Por: Isonyane Iris

 

Comemorado no dia 20 de novembro, o Dia Nacional da Consciência Negra contou com celebrações especiais em Palhoça.

Na Escola Ursulina de Senna Castro, no Caminho Novo, uma programação bem variada celebrou a data na última sexta-feira (23). Pelo terceiro ano consecutivo, a instituição realiza a festa, que reúne alunos, professores, convidados e ainda toda a comunidade.

Os alunos desenvolveram atividades em todas as disciplinas voltadas para a conscientização e valorização da cultura afro-brasileira. Na sexta-feira, encerraram as atividades com um dia especial com apresentações, exposições e muita música. “A nossa escola está inserida em uma comunidade de periferia, onde temos predominantemente alunos com descendência afro. Com certeza um dos nossos objetivos é o resgate da autoestima, por isso trouxemos trabalhos durante o ano também com esse resgate para que o negro saiba que tem um lugar na sociedade. Que ele tem condições de chegar onde quer, porque é o querer dele como de todo ser humano, assim como garante a nossa Constituição Brasileira”, reforça a diretora geral da Escola Ursulina, Suzi Carly Cassettari.

Para a professora de Educação Física Laisa Cristina Pereira da Silva, a programação foi muito importante para todos, principalmente para os alunos, que puderam conhecer ainda mais sobre a cultura africana. “Cada disciplina trabalhou de alguma forma com o objetivo de inserir e resgatar a cultura africana e afro-brasileira dentro das instituições de ensino, como nos garante a Lei 10.639/03. Hoje, estamos comemorando o que trabalhamos o ano inteiro e estamos em festa, pois conseguimos mais uma vez valorizar essa cultura que por muitas vezes é desvalorizada”, explica a professora.

Empolgados com a iniciativa da escola, os alunos apoiaram a ideia e se empenharam em todas as atividades propostas. “Este ano a programação está ainda melhor do que no ano passado. Precisamos de mais ações como essa para valorizar os negros e mostrar que eles também têm seus direitos. As apresentações foram muito legais e ainda tivemos a oportunidade de fazer um trabalho sobre as cientistas negras, foi muito legal”, elogia o aluno Rian Souza Dornelles, de 16 anos.

Hueliton Batista Nunes, de 16 anos, achou a proposta da escola muito interessante. “Principalmente para manter a cultura afrodescendente viva na escola. O grupo de dança que se apresentou foi muito massa, toda programação foi muito legal, eu gostei de verdade”, afirma. “As atividades foram demais, fora que eu ainda tive a oportunidade de tocar junto com o bloco carnavalesco Nossas Raízes, de Biguaçu, aqui na escola. Todas as escolas precisavam de dias assim, faz muita diferença”, finaliza o aluno Andrey Alexandre da Conceição, de 18 anos.


Feira na FMP

Na Faculdade Municipal de Palhoça, a semana foi marcada pela realização da 2ª Feira da Negritude, entre os dias 22 e 23.

Com o objetivo de resgatar os empreendedores negros que não têm muita visibilidade pela região de Palhoça e trazê-los à realidade do empreendedorismo, a 2ª Feira da Negritude de Palhoça contou com a participação e exposição de artesãos, artistas, profissionais de beleza e estética voltada aos negros, além de uma agência de viagens comunitária. “Palhoça tem muitos negros dentro das comunidades, mas eles precisam aparecer de alguma forma, mostrar seus negócios, seus empreendimentos e até sua cultura e tradição. Nosso objetivo é proporcionar com a feira um espaço para isso”, explica Richard Goterra, um dos coordenadores da Feira da Negritude, destacando que uma das propostas da feira é proporcionar também um resgate à história, referenciar a ancestralidade e garantir o fortalecimento da cultura afro-brasileira. 

Para 2019, a feira promete desenvolver um evento ainda melhor, com um foco maior na capacitação dos empreendedores. “O evento foi um sucesso, muitas pessoas vieram de fora nos visitar e conhecer nossa feira. Realizamos boas vendas e o mais importante foi o network construído, que possibilita nos planejarmos ainda mais para o recebimento de mais clientes. Em 2019, queremos mais atrações culturais e além disso capacitar ainda mais empreendedores até a próxima feira”, conclui.



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Créditos: NORBERTO MACHADO NORBERTO MACHADO NORBERTO MACHADO
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