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Construção de deque na Praia do Sonho questionada

Moradores, frequentadores e até uma engenheira se manifestam contra a forma como a estrutura está sendo construída

6109e543c95e063601f51090313e19d0.jpeg Foto: DIVULGAÇÃO

Texto: Isonyane Iris

 

O novo deque elevado na orla da Praia do Sonho está sendo motivo de muita reclamação entre moradores e frequentadores do balneário. Além da estrutura, que segundo opiniões deixou a desejar, a estrutura do deque estaria poluindo o visual da praia, que sempre atraiu frequentadores por conta da sua bela paisagem.

Morador da região há mais de 12 anos, Francisco da Silveira conta que se decepcionou muito com a estrutura. “Eu achava que seria algo bonito, desses que a gente vê pelas praias famosas, não essa coisa completamente desnivelada. Eu acho legal priorizar uma estrutura de madeiras, mas o material que eles usaram parece coisa velha, acabou com a linda vista que tínhamos da praia”, reclama o morador.

Outras reclamações como a falta de acessibilidade, de nivelamento no chão, de cuidado com os postes que estão no meio da estrutura e ainda a altura com que o deque foi feito também foram feitas por banhistas. “Eu particularmente não gostei. Era para ser algo bonito, bem feito, que atraísse as pessoas a caminhar por ele e admirar a praia, mas do jeito que está mais parece que fizeram de qualquer jeito e que vai cair a qualquer momento”, lamentou Cristiane dos Santos Pinho, frequentadora do lugar há mais de 20 anos.

Para a engenheira civil Jamily Simas, o novo deque com guarda-corpo da Praia do Sonho é feito com madeiras rústicas e grosseiras, o que na opinião dela atrapalha todo o eixo visual de quem trafega por ali e ainda impede as pessoas de admirarem a praia. “Temos como referências no Brasil ótimas orlas, como em Balneário Camboriú e Copacabana, no Rio de Janeiro, que se assemelham no quesito de permitir que as pessoas consigam ter uma boa visão da praia. O deque aparentemente não teve nenhum estudo urbanístico, pois não tem harmonização com o local. Este não possui acessibilidade, tendo em vista que postes de luz se encontram em meio à passagem, atrapalhando o fluxo; há degraus entre a rua e o deque, desníveis estes que não estão de acordo com as normas de acessibilidade”, descreveu a engenheira, destacando que todas as obras de intervenção devem valorizar as belezas naturais do local.

A Secretaria Municipal de Infraestrutura garante que a obra do passeio suspenso na orla da Praia do Sonho atende às normas técnicas de acessibilidade exigidas pelo Corpo de Bombeiros e possui licença ambiental da Fundação Cambirela de Meio Ambiente (FCam) e da Secretaria do Patrimônio da União (SPU). “O objetivo é urbanizar a orla preservando a restinga, que fixa os bancos de areia e dunas para que estes não migrem para o mar, residências ou para vias públicas. Os deques também evitam o acesso de veículos em áreas específicas para banhistas”, explica a pasta, assegurando que foram realizados todos os estudos técnicos necessários para assegurar a funcionalidade da obra e preservar recursos naturais.



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