cea913637f9993044e2d593d2c8c58a5.jpeg Professor de Ecologia e Oceanologia aborda exploração de petróleo

31912c67f113f2bc58ba76fe5f16f0c1.jpeg Por meio do Governo do Estado, Epagri Ciram realiza ações de apoio à pesca

05869665556f62f815b6c2a9f54623e6.jpeg Professores e alunos da Ponte do Imaruim reclamam de horários do transporte coletivo

2a46e516208184553913a41ae23578e0.jpeg Através de campanha solidária, evento de Dia das Crianças deve ocorrer no São Sebastião

124a5fd64c0300628c002b6987790ece.jpeg Acusado de matar pelo menos 15 pessoas é preso na Ponte do Imaruim

5e23d8c4a62a022f340e9d6aa9d81f61.jpeg PBec Brasil completa 11 anos de história no futebol palhocense

e228afe0fbb6efb4982272fb3b076d56.jpeg Tocha se destaca em reestreia do Campeonato Paranaense de BMX

72f487649eea6e06499c8aad717c7939.jpg Rodada do Campeonato Palhocense de Juniores é cancelada por suspeita de Covid-19

fb7c595c0003a6d5a1d67ae4342a585b.jpeg Apostando em jovens talentos, Guarani encerra Série B em quinto lugar

5d4a40de45338ded326da1392547a49a.jpeg Paratleta de Palhoça é homenageada por participação em Tóquio


Rumo a Aparecida do Norte, ciclista visita PH

Marciano Dorneles é conhecido como “Gaúcho Peregrino”

679abd5c477edee3e8797a34e1f5d837.jpg Foto: ISONYANE IRIS

Passou por Palhoça, nesta segunda-feira (13), o ciclista Marciano Dorneles, conhecido como “Gaúcho Peregrino”. Pela terceira vez, o atleta sai de Canoas (RS) e atravessa alguns estados a bordo de uma bicicleta adaptada. Além das bagagens, ele leva a imagem de Nossa Senhora Aparecida (à qual é devoto), que pretende entregar pessoalmente no santuário da padroeira do Brasil, em Aparecida do Norte (SP).

O motivo da viagem é uma promessa. “Essa promessa é pela minha amiga, Angelita da Silva, que vive com o auxílio de uma bolsa de colostomia. Como sou muito devoto de Nossa Senhora Aparecida, quero pedir à nossa padroeira que cure a minha amiga. Vou até São Paulo, como peregrino, para fazer esse pedido pessoalmente”, explica o ciclista.

Marciano começou a pedalar profissionalmente em 2010, quando decidiu investir no esporte para curar uma depressão. São mais de 14 mil quilômetros em oito anos, passando por 12 estados brasileiros e mais de 1.200 cidades. Ele chega a pedalar 100 quilômetros por dia, entre as 6h e as 18h. “Não gosto de pedalar à noite: uma porque acho perigoso e outra porque, como um bom atleta, preciso descansar”, conta Marciano, que de Palhoça até o destino final ainda vai precisar pedalar 865 quilômetros.

Em Palhoça, ele descansou e também buscou apoio para seguir viagem. “Nem todas as pessoas me recebem bem, muitas chegam a me tratar mal quando me veem com a santa nas mãos. Mas aqui em Palhoça eu encontrei um conterrâneo que me tratou muito bem e ainda me deu um lanche. Para mim, é muito gratificante e me estimula a seguir com o meu propósito”, desabafou o ciclista, que ainda não tem data para chegar em São Paulo.

 



Tags:
Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ea73bab336bac715f3185463fd7ccc14.jpg