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Editorial - Edição 801

A lei, que a poucos beneficia, costuma oferecer o lado da espada mais afiado aos que têm menos oportunidade. Um exemplo está sendo vivido pelos moradores da comunidade Mestre Moa, no Caminho Novo.

O local começou a ser invadido em 2016 e hoje é moradia para 37 famílias. A pandemia da Covid-19 foi ainda mais dura com os menos favorecidos. Isso é fato matemático. Os mais ricos ficaram ainda mais ricos, e os mais pobres, mais miseráveis. 

Além do abismo econômico, há também uma abissal distância no acesso à Justiça. E isso, infelizmente, é um traço histórico brasileiro.

Por outro lado, há a necessidade de uma segurança jurídica acerca da propriedade. Não podemos incentivar avanços sobre terras. Embora os grandes latifúndios do capital especulativo precisem urgentemente de desapropriações legais, sob a tutela do Estado. Vontade política para tal, não há!

Na maioria, os comentários que virão junto a esta postagem e sobre a notícia das manifestações será de: “Vai trabalhar”; “Tem que despejar”. Comentários fáceis de fazer através das redes sociais ou despachos judiciais. Difícil deve ser olhar nos olhos de quem vai perder o lar.



Publicado em 22/07/2021 - por Palhocense

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