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ACIP repudia ampliação de restrições em PH

ACIP emitiu nota repudiando a ampliação das restrições ao funcionamento de atividades consideradas não essenciais a partir das 18h e com limitação de atendimento de 25% da capacidade

0f76eb2c644cf2f53e4ff8a82c4b72a8.jpeg Foto: DIVULGAÇÃO

ACIP repudia ampliação de restrições anunciadas pelo município de Palhoça
A Associação Empresarial de Palhoça (ACIP) emitiu nota repudiando a ampliação das restrições ao funcionamento de atividades consideradas não essenciais a partir das 18h e com limitação de atendimento de 25% da capacidade.  

Confira a íntegra do documento: 
A Associação Empresarial de Palhoça (ACIP) lamenta que mais uma vez o município de Palhoça se posicione a favor de ampliar as restrições para além do que está previsto no Decreto Estadual. Este novo recuo do município de Palhoça em limitar as atividades econômicas também nos dias de semana, bem como, em limitar a capacidade de atendimento, é visto com preocupação, uma vez que as empresas que já foram e estão sendo muito prejudicadas podem não suportar mais ter que arcar com esse prejuízo, e terão que fechar suas portas. Mais uma vez, os empresários de pequeno porte serão os mais prejudicados, em especial, o comércio lojista, bares e restaurantes, que já não podem trabalhar aos finais de semana, e agora estão impedidos de trabalhar após as 18 horas, e durante o dia, com sua capacidade reduzida a 25%.

As empresas que atuam em atividades comerciais, industriais e da prestação de serviços legalmente estabelecidas não são vetores de contaminação da doença, já que seguem todos os protocolos de segurança sanitária recomendados pelas autoridades.

Para piorar ainda mais a situação, as agências bancárias irão restringir horários e o modo de atendimento, quando na realidade, existe a necessidade desta carga horária ser ampliada e segmentada para evitar filas e aglomerações desnecessárias.

Em sintonia com demais entidades de representação, a ACIP de Palhoça continuará a defender a retomada total de atividades econômicas e que os órgãos públicos se concentrem na fiscalização rigorosa e incessante de eventos e festas clandestinas que, sem dúvida, são as principais causas do sufoco e da pressão em cima das unidades hospitalares, bem como, na ampliação da rede pública de saúde e na vacinação da população.

Vamos repetir sempre: empresas abertas não são a porta de entrada do vírus e sim a garantia de emprego e de estabilidade de famílias.

Palhoça, 16 de março de 2021



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