014e13578d4df6702c3a1f6bda0f38c3.jpeg A 12ª Feira Home&Decor chega a São José com preços de fábrica e tendências de personalização

05ceaeecece8d27ae011d9eab7b8dcd2.jpeg NICH BURGERS, de Palhoça, se destaca no maior tour gastronômico da América Latina

f917ac5f79df9cfd25c6530f887eb6e1.jpeg Presença maciça do público consolida o sucesso do 2º Rodeio Palhoça

db8fdcabc0c4232bfa716facec451e4a.jpg Instituto Vó Francisca promove manhã gratuita de lazer e cultura no Alto Aririú, no sábado (2)

53347acadcef1e37a8974d7a905ac59c.jpeg Guarani de Palhoça perde segundo jogo consecutivo e segue sem marcar na Série B

48d0ac89acf1839b344cac7cd10d33b1.jpeg Atleta de 13 anos conquista título europeu de jiu-jitsu e coleciona troféus

39fcf951f2cd020738d8e535ab8f34b5.jpeg Referência mundial no aikido ministra seminário em Palhoça

ea848fa9d2a8cc8cb09e6303002d7a0e.jpeg Guarani leva gol no último minuto e perde na estreia na Série B do Catarinense

27d63b625d9f364db4d37afedc7e05ab.jpeg Concessionárias de saneamento: empresas privadas que atuam no desenvolvimento dos municípios

48831d4afc69e3ffd0f78777074f9ff1.jpeg Aegea SC transforma o saneamento básico nos municípios que opera no estado com investimentos e inova

ec3cb698bfde1e9273e01c51ec3c21a8.jpeg Marco Legal do Saneamento determina a universalização de água tratada e de esgoto coletado

8fb6a663cde4b02a7c9d15bedbabf297.jpeg Saneamento é importante para a redução das desigualdades sociais

df5d5ff3b11b88d0ffef72fe1292e8c6.jpeg O saneamento é a chave para proteger a água que não vemos

Dia do Rock: entre a farda da GTP e a bateria

Na data que celebra a memória eterna do rock, trazemos a história do sub-coordenador da Guarda de Trânsito de Palhoça (GTP), o baterista Tony Anderson

2db9353d5b2258c8196efb5e80f30174.jpeg Foto: ARQUIVO PESSOAL

Afinal, o rock morreu? “O rock é eterno”, enfatiza o sub-coordenador da Guarda de Trânsito de Palhoça (GTP), Tony Anderson! A relação do servidor municipal com a música, e em especial com o “bom e velho” - e eterno - rock’n roll, é pautada por uma paixão: a bateria. Cercado de pratos, bumbos e chimbaus, Tony se sente em casa. E o 13 de julho é especial para quem tem o DNA roqueiro: é quando se comemora o Dia Mundial do Rock.


Quando veste a farda da GTP, Tony Anderson encara a dura e recompensadora missão de manter a ordem nas ruas de Palhoça da mesma forma como encararia um concerto com sua banda, a renomada Panela Rock. Troca as baquetas pelo apito; os holofotes, pelo giroflex da viatura. Mas o comprometimento é o mesmo, o vigor é o mesmo, e sente o mesmo prazer em realizar um trabalho de excelência.


Até porque, dedicação é a alma de qualquer profissão. Ou hobby. No caso da música, as duas coisas. Tony Anderson foi enfeitiçado pela magia da bateria em um show dos Paralamas do Sucesso, encantado pelo fraseado das baquetas de João Barone. “Eu ouvia muito as bandas do rock nacional. Saía com meus irmãos mais velhos e os amigos, que sempre me influenciaram. Aos 14 anos, em 1990, fui ao primeiro show da minha vida, um show do Paralamas, na Pirâmide - tenho o ingresso até hoje, lá em casa. Naquele show, a apresentação do Barone foi crucial para a minha paixão pela bateria”, relembra.


Desde pequeno, vivia batucando no balcão, na mesa, onde conseguisse alcançar. Mas a oportunidade de tocar a bateria, propriamente dita, só apareceu no final da adolescência. Tinha cerca de 18 anos, em 1994, quando começou a aprender. Tocou em bandas como a antiga Cipreste de Inverno, que deixou sua marca no famoso festival Snoopy, nos anos 1990. Aprendeu com o professor palhocense Júnior Zacchi, aprimorou a técnica com Claudio Infante (baterista famoso no país, que já tocou com Rita Lee, Caetano Veloso e Marisa Monte) e Guilherme Gonçalves (outro grande nome da música brasileira), até começar a trilhar o próprio caminho junto com a Panela Rock.


Entre os grandes bateristas que influenciaram sua carreira, cita nomes como John Bonham, do Led Zeppelin; Neil Peart, do Rush; Keith Moon, do The Who; Mitch Mitchell, que tocava com ninguém menos do que Jimmy Hendrix; e Jimmy Chamberlin, do Smashing Pumpkins. E é claro: João Barone. Tony gosta tanto do trabalho do instrumentista dos Paralamas do Sucesso que certa vez, em 2017, durante a Expo Music, em Florianópolis, comprou um par de ingressos para o show da banda e resolveu participar de uma promoção realizada pela importadora que trazia ao Brasil os equipamentos da marca utilizada por Barone: “Por que você merece ganhar a bateria do João Barone?” Foi moleza: Tony tinha discos autografados (foi em 1995, na New Time, quando se infiltrou na danceteria antes do show começar e interagiu com os músicos), tinha uma bateria da mesma cor e da mesma marca, então, foi só bater umas fotos e pronto, a promoção estava no papo!


Àquela altura, já tinha duas baterias em casa. Aquela foi a terceira bateria. Tirou as peles e conseguiu novos autógrafos do ídolo – hoje, as pelas autografadas decoram uma salinha em sua casa, em Palhoça. E a bateria ainda está lá! É icônica! Já foi tocada até por outro grande baterista do país, Eloy Casagrande, do Sepultura. “Me ligaram perguntando se eu poderia emprestar aquela bateria para uma oficina. Eu perguntei quem iria tocar. Quando me disseram quem era, emprestei na hora”, lembra Tony.


A coleção não parou por aí. Hoje, tem quatro baterias. O quarto kit foi comprado quando organizou a segunda edição do Palhoça Drum Fest. Foi comprado especialmente para a participação da baterista Vera Figueiredo. A segunda edição só não aconteceu por causa da pandemia de Covid-19. Certamente, teria sido um sucesso, como foi a primeira, em 2019, quando 75 bateristas se reuniram para tocar ao mesmo tempo em um evento com o gene do rock’n roll, na Praça do Espelho D’Água, no Passeio Pedra Branca. Tony idealizou e organizou o evento em Palhoça. Porque ama música, ama o rock e ama bateria – tanto que o ringtone, a música que toca em seu celular toda vez que recebe uma ligação, é The Rover, do Led Zeppelin. Ama tanto que, nos shows da Panela Rock, não deixava o roadie montar a bateria - ele mesmo montava, o roadie só carregava os equipamentos. Ama tanto que está mobilizando os antigos parceiros para reativar a banda e fazer novos tributos, como os que a Panela Rock costumava fazer, em homenagem a bandas como Led Zeppelin e Queen. Foi a última vez que tocou, aliás, com a banda: um tributo ao Queen, junto com o Dazaranha, no aniversário de emancipação política de Palhoça, em 2019. Mas voltará a tocar, é claro! Porque o rock não morre! O rock é eterno!



Galeria de fotos: 5 fotos
Créditos: ARQUIVO PESSOAL ARQUIVO PESSOAL ARQUIVO PESSOAL ARQUIVO PESSOAL ARQUIVO PESSOAL
Tags:
Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ae88195db362a5f2fa3c3494f8eb7923.jpg