Palhoça zerou fila de espera em dois exames, diz Prefeitura

Pacientes têm acesso facilitado à mamografia e ao eletrocardiograma

438d6dd28e4d86e80a1c1fcc7f08c297.jpg Foto: DIVULGAÇÃO/PMP

Na semana em que se comemorou o Dia da Mamografia (5 de fevereiro), a Prefeitura de Palhoça zerou a fila de espera para a realização do exame, considerado muito importante na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de mama. Além disso, quem procura a unidade de saúde do seu bairro para marcar um eletrocardiograma, também já sai com data agendada para realizar o procedimento.

Com capacidade para realizar mais de 600 mamografias e 700 eletrocardiogramas por mês, a administração municipal destaca a importância dessa conquista. “A administração municipal se mobiliza constantemente para melhorar o atendimento na saúde, e zerar a fila de espera para realização desses exames é, sem dúvida, uma conquista que garante mais tranquilidade à população”, comenta o prefeito Camilo Martins.

A secretária de Saúde, Anna Paula Heiderscheidt, lembra da importância da prevenção. “É comum haver resistência para averiguar e, eventualmente, identificar um problema de saúde, mas a mamografia, por exemplo, é apontada como o melhor procedimento para identificar a presença de nódulos iniciais e o eletro detecta possíveis alterações cardíacas que podem trazer algum risco à saúde, inclusive antes de iniciar a prática de atividades físicas”, explica.

De acordo com a superintendente de regulação, controle e avaliação, Adriana Antônia da Silva, a mamografia pode detectar até nódulos pequenos (não verificados no autoexame) e reduzir em mais de 30% as mortes por câncer de mama, que é um dos tipos de tumores malignos mais comuns e que causa mais óbitos. “É um exame radiológico feito com um aparelho de raio X chamado mamógrafo. Ele não é recomendado antes dos 25 anos porque nessa idade a mama é mais suscetível à radiação. Porém, para aquelas mulheres que possuem casos de câncer de mama em parentes de primeiro grau, o risco pode ser maior e a mamografia pode começar a ser feita 10 anos antes do caso mais precoce entre os familiares que tiveram a doença”, acrescenta. 



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