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Aparições de cobras assustam em Palhoça

Especialistas orientam o que deve ser feito quando uma serpente é encontrada

2bec9995d0e68ff21e327d3a07a69cf0.jpeg Foto: Leitor - jornal Palhocense

Por: Willian Schütz*

A surucucu é conhecida como a maior cobra venenosa e uma das mais temíveis que habitam as matas brasileiras. O veneno por ela liberado causa grave intoxicação e isso pode amedrontar quem se depara com a serpente. Esta semana, uma moradora do Loteamento Guarda do Tabuleiro encontraram uma cobra muito parecida – fato noticiado aqui nos canais do Palhocense. No entanto, ela foi identificada como uma “dormideira”, que não é venenosa.

Diante de consulta da equipe do jornal, grupo de Herpetologia Brasileira identificou a cobra encontrada em Palhoça como uma Dipsas Neuwiedi, também conhecida como serpente dormideira  ou Papa Lesmas.

“Realmente, parece muito com uma surucucu e pode ser facilmente confundida por quem não é especialista. Mas a dormideira, em si, não é venenosa. É uma espécie inofensiva”, afirma o sargento João Batista Soares, da 4ª Companhia de Polícia Ambiental, localizada em Maciambu.

Os herpetólogos Simone Dalcin e André Luiz Cortelha também confirmam a real origem da cobra avistada nesta semana. Segundo eles, de fato, tratava-se de uma “dormideira”. “Essa cobra é da família Colubridae e é comum em regiões que têm mais mata. Por isso, é importante destacar que um terreno bem limpo, sem acúmulos de madeira velha, telhas, palhas, entulhos, diminuem bastante a presença de cobras”, orienta o sargento João Batista Soares, que também é coordenador da Educação Ambiental local.

Segundo a moradora que encontrou a cobra na quarta-feira (7), o problema se agrava pela falta de limpeza nos terrenos.

Cobras não são raridade em Palhoça, como temos noticiado ultimamente. Há cerca de uma semana, moradores do Loteamento Jardins III, no bairro Bela Vista, chamaram o Corpo de Bombeiros para a retirada segura de uma cobra da espécie jararaca. Relatos das testemunhas afirmam que não é a primeira vez que situações assim acontecem.

Também de acordo com o sargento João Batista, independente da espécie avistada, quando uma pessoa vê uma cobra, deve manter distância. O ideal é sempre pensar como se elas fossem venenosas e imediatamente deve-se ligar para o Corpo de Bombeiros ou para a Polícia Ambiental. 

O bombeiro Jeferson da Silva afirmou que, “as cobras mais capturadas na região de Palhoça geralmente são jararacas, cobra coral, caninana e as cobras d‘água”

Quando acionados, bombeiros ou policiais ambientais fazem a retirada da cobra, soltando-a em um local apropriado.

 

* Sob a supervisão de Alexandre Bonfim

 

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Créditos: Leitor - jornal Palhocense Leitor - jornal Palhocense
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