6c0c000ebbe49d0a24a4de723843101f.jpeg Páscoa deve impactar quase 34 mil pequenos negócios em SC, aponta Observatório de Negócios do Sebrae

2e1a275f8eae863cb23d14fa65894b56.jpeg Prefeitura de Palhoça informa sobre funcionamento dos serviços no feriadão de Páscoa

2e4b482be9c55e2b64d06a3f01f31aa4.jpeg Lei Felca acende alerta sobre saúde mental de crianças e impõe novo limite ao ambiente digital

57424e08d89ed0218ef959ddb319c373.jpeg As memórias afetivas da New Time serão ativadas neste sábado (4)

7902f36e1e18f04b86a8d475363dfaf1.jpeg Léa B. Coltro lança livro que transforma vivências em literatura e celebra recomeços

c338cde15bb619216493a38ce019f7cd.jpg Palhoça celebra 132 anos com programação gratuita em abril

3ade1eafbe9a44b5c9d109dd96eb020f.jpeg Associação dos Artesãos de Palhoça participa de eventos em Brasília

3cd9575ab8132248d4020bff68c5ed02.jpeg Amaro Junior, presidente da FMEC: “O esporte palhocense tem pressa”

36c739bef1f0c87ea08f2c48181c0346.jpeg Tainá Hinckel é campeã sul-americana e embarca em nova competição pela WSL

c96f45d7c75c8cc164c223040a659a6c.jpeg Jovens de Palhoça conquistam vaga no Campeonato Brasileiro

77577611f48e142ca7b3afc143f1716f.jpeg Amaro Junior celebra os 98 anos de fundação do Guarani de Palhoça com festa e inauguração de quadra

1803601cd1574c8340cac0577522a314.jpeg Conheça mais sobre a importância do tratamento de esgoto

3ab2a48b41276f36aac6c9c86f50d031.jpeg Entenda a importância dos reservatórios de água no sistema de abastecimento

a696ea6f3bb7c9ca79cca425f4195ab2.jpeg Você sabe o que é perda de água? Entender ajuda a preservar

95f59da0932c211e30ed299e1e04a66c.jpeg A história do vaso sanitário e a evolução do saneamento nas civilizações

b8256c422f1a02e646048c254d1148a4.jpeg Você sabe quais os benefícios do cloro no processo de tratamento da água?

Comunidade indígena de Palhoça se mobiliza contra marco temporal

Membros da comunidade Mbya-Guarani vêm se manifestando; alguns deles foram até Brasília para isso

448f7e141f8a14ef8e348117be16d24c.jpeg Foto: DIVULGAÇÃO

Indígenas de todo o país vêm se manifestando desde o mês de junho, contra ao Projeto de Lei 490/2007, que determina que a demarcação de terras indígenas seja feita através de leis, bem como a abertura dessas terras para o garimpo. Nesse cenário, também há a votação do chamado “marco temporal”. Por conta dessas duas propostas, moradores da aldeia palhocense Mbya-Guarani têm se manifestado em diversos pontos. 

Entre os pontos do Projeto de Lei (PL), que voltou à pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira (1º), está uma determinação que pode impedir os índios de obterem o reconhecimento legal das suas terras se não estiverem estabelecidos nelas antes da data de promulgação da Constituição Federal de 1988.

Entre as idas e vindas do PL 490/2007, os indígenas de Palhoça têm realizado manifestações. Tanto que, em meados do mês de agosto, dois ônibus com aproximadamente 40 índios foram ao Distrito Federal se manifestar em frente ao Palácio do Planalto. Sobre isso, o Cacique Teófilo, representante Mbya-Guarani, conta que “mais da metade dos que foram, ficaram lá, para lutar pelos nossos direitos”. Ele ainda diz que não há previsão para a volta dos indígenas em questão, que se encontram acampados em Brasília. 

Já na quarta-feira (1º), cientes de que o marco temporal é tópico na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF), moradores da aldeia situada no Morro dos Cavalos realizaram um ato no Centro Histórico de Florianópolis, com o intuito de chamar a atenção do poder público para a questão. 

Tratando-se da tramitação, a Fundação Cambirela do Meio Ambiente (FECAM) redigiu nota, dizendo “preocupada com a insegurança sentida por municípios sobre o marco temporal”.

"Buscamos esclarecer os direitos e os deveres do cidadão, pois precisamos dos municípios informados e atualizados sobre o que pode ser feito", diz o presidente da Fecam e prefeito de Araquari, Clenilton Pereira.  

Conforme informações da Agência Senado, o PL 490/2007 foi aprovado em junho na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara e, se confirmado em Plenário, será analisado em seguida pelos senadores. Representante do Programa Povos Indígenas do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), Marcela Menezes questionou as reais intenções da proposição e disse acreditar que o texto defende interesses de terceiros, em vez dos indígenas. 

O julgamento do marco temporal começou na quinta-feira (26) e foi interrompido depois da leitura do resumo do caso pelo ministro Edson Fachin, relator da proposta. A sessão foi retomada na quarta-feira (1º), com a apresentação de manifestações de entes interessados.

Em junho, o relator, ministro Edson Fachin, apresentou voto no plenário virtual contra o marco temporal. Em seguida, o caso foi remetido ao plenário físico por pedido do ministro Alexandre de Moraes. O caso tem a ver com uma decisão tomada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) há oito anos.

A proposta do marco temporal foi acolhida pelo TRF-4 em 2013, ao conceder ao Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina reintegração de posse de uma área localizada em parte da Reserva Biológica do Sassafrás, onde fica a Terra Indígena Ibirama LaKlãnõ e onde vivem os povos Xokleng, Guarani e Kaingang. Na ocasião, o TRF-4 manteve decisão tomada em 2009 pela Justiça Federal em Santa Catarina. 

Em meados de junho deste ano, os indígenas da comunidade Mbya-Guarani de Palhoça realizaram duas manifestações interrompendo o trânsito no sentido Sul da rodovia BR-101 na altura do Morro dos Cavalos. Esses dois atos tiveram o objetivo de pedir o arquivamento e retirada definitiva do Projeto de Lei (PL) 490/2007, que, na época, estava na pauta de votação da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF).

 

Quer participar do grupo de WhatsApp do Palhocense?

Clique no link de acesso!



Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ae88195db362a5f2fa3c3494f8eb7923.jpg