ac42abf5d6167e6041ed2faaf5e051db.jpeg Morre Jean Garcia dos Santos, professor que deixa legado na educação e no esporte da região

69edb49f958c486dc37972764077d7d6.jpeg Túneis no Morro dos Cavalos: impasse entre concessionárias trava obra e autoridades criticam

1b35d8d86657ac5a412302c6ea4415d2.jpeg Evento beneficente promete ajudar associação que atende famílias de Palhoça

c365ecd63e3658f992d33afb4ffaecda.jpg Defensoria Pública abre inscrições para casamento coletivo gratuito em Palhoça

e912729711196d00f8aef23998da8ebe.png Mutirão nacional de saúde bucal ganha ação especial em Palhoça

7fab836db77b3690d2c2ce149ab07b1b.jpeg Casé Henrique lança canção em homenagem ao garoto Henry Borel, assassinado em 2021

77be45ca04abc146f60dbb21f3797c55.png Caminhada do Axé CNIA leva fé, cultura e samba de roda às ruas de Palhoça

f8567c7096024dc299ab165e6f135b50.jpeg Pop Experience: uma experiência pop cheia de atrações no ViaCatarina

44e1c87d2ce0537b99dcac351346a67a.jpeg Escritor Daniel Camargo Thomaz anuncia lançamento de novo livro

ca718bd09aa0751ed5651e712b822054.png "Cê Tá Doido Festival" desembarca na Grande Florianópolis

c96f45d7c75c8cc164c223040a659a6c.jpeg Jovens de Palhoça conquistam vaga no Campeonato Brasileiro

77577611f48e142ca7b3afc143f1716f.jpeg Amaro Junior celebra os 98 anos de fundação do Guarani de Palhoça com festa e inauguração de quadra

3460b75d46c7d95d023ba991e14b128e.jpeg Jiu-jitsu ao alcance de todos: projeto social oferece aulas em dois núcleos em Palhoça

d9a77b06fda7ee4be0c542ddf02059fe.jpeg Boosters: equipamentos que regulam a pressão colaboram para melhorar abastecimento em PH

80cfd6b74c9da19d947cc3a85b2577c5.jpeg Manutenção preventiva e de emergência: você sabe identificar a diferença?

8f902fff2cefee71fc079f4a78d94b8d.jpeg Consumo individual de água no Brasil ultrapassa limite recomendado pela ONU

Comunidade indígena de Palhoça se mobiliza contra marco temporal

Membros da comunidade Mbya-Guarani vêm se manifestando; alguns deles foram até Brasília para isso

448f7e141f8a14ef8e348117be16d24c.jpeg Foto: DIVULGAÇÃO

Indígenas de todo o país vêm se manifestando desde o mês de junho, contra ao Projeto de Lei 490/2007, que determina que a demarcação de terras indígenas seja feita através de leis, bem como a abertura dessas terras para o garimpo. Nesse cenário, também há a votação do chamado “marco temporal”. Por conta dessas duas propostas, moradores da aldeia palhocense Mbya-Guarani têm se manifestado em diversos pontos. 

Entre os pontos do Projeto de Lei (PL), que voltou à pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira (1º), está uma determinação que pode impedir os índios de obterem o reconhecimento legal das suas terras se não estiverem estabelecidos nelas antes da data de promulgação da Constituição Federal de 1988.

Entre as idas e vindas do PL 490/2007, os indígenas de Palhoça têm realizado manifestações. Tanto que, em meados do mês de agosto, dois ônibus com aproximadamente 40 índios foram ao Distrito Federal se manifestar em frente ao Palácio do Planalto. Sobre isso, o Cacique Teófilo, representante Mbya-Guarani, conta que “mais da metade dos que foram, ficaram lá, para lutar pelos nossos direitos”. Ele ainda diz que não há previsão para a volta dos indígenas em questão, que se encontram acampados em Brasília. 

Já na quarta-feira (1º), cientes de que o marco temporal é tópico na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF), moradores da aldeia situada no Morro dos Cavalos realizaram um ato no Centro Histórico de Florianópolis, com o intuito de chamar a atenção do poder público para a questão. 

Tratando-se da tramitação, a Fundação Cambirela do Meio Ambiente (FECAM) redigiu nota, dizendo “preocupada com a insegurança sentida por municípios sobre o marco temporal”.

"Buscamos esclarecer os direitos e os deveres do cidadão, pois precisamos dos municípios informados e atualizados sobre o que pode ser feito", diz o presidente da Fecam e prefeito de Araquari, Clenilton Pereira.  

Conforme informações da Agência Senado, o PL 490/2007 foi aprovado em junho na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara e, se confirmado em Plenário, será analisado em seguida pelos senadores. Representante do Programa Povos Indígenas do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), Marcela Menezes questionou as reais intenções da proposição e disse acreditar que o texto defende interesses de terceiros, em vez dos indígenas. 

O julgamento do marco temporal começou na quinta-feira (26) e foi interrompido depois da leitura do resumo do caso pelo ministro Edson Fachin, relator da proposta. A sessão foi retomada na quarta-feira (1º), com a apresentação de manifestações de entes interessados.

Em junho, o relator, ministro Edson Fachin, apresentou voto no plenário virtual contra o marco temporal. Em seguida, o caso foi remetido ao plenário físico por pedido do ministro Alexandre de Moraes. O caso tem a ver com uma decisão tomada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) há oito anos.

A proposta do marco temporal foi acolhida pelo TRF-4 em 2013, ao conceder ao Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina reintegração de posse de uma área localizada em parte da Reserva Biológica do Sassafrás, onde fica a Terra Indígena Ibirama LaKlãnõ e onde vivem os povos Xokleng, Guarani e Kaingang. Na ocasião, o TRF-4 manteve decisão tomada em 2009 pela Justiça Federal em Santa Catarina. 

Em meados de junho deste ano, os indígenas da comunidade Mbya-Guarani de Palhoça realizaram duas manifestações interrompendo o trânsito no sentido Sul da rodovia BR-101 na altura do Morro dos Cavalos. Esses dois atos tiveram o objetivo de pedir o arquivamento e retirada definitiva do Projeto de Lei (PL) 490/2007, que, na época, estava na pauta de votação da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF).

 

Quer participar do grupo de WhatsApp do Palhocense?

Clique no link de acesso!



Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ae88195db362a5f2fa3c3494f8eb7923.jpg