88108208386616ae00bebb50fb43f563.jpeg Segunda fase da ‘Operação Control C’ cumpre mandados em Palhoça e outras cinco cidades

e24a3ee6797d0f26544593154c639474.jpg Café, conexões, conteúdo e negócios movimentam a Pedra Branca em encontro para empresários

c029f1f81fcf6e47e33b84955f734c1e.jpeg Cadastro atualizado é requisito para emissão da segunda via da fatura

e7738a033b870dcf1d2b4ddd3a7e78be.jpeg Surf Brasil celebra parceria com o programa Educando Cidadãos do MPSC

3278fb5739979c82c1645df701058e67.jpeg Músicas lúdicas, palestras e projetos de Palhoça marcam abertura do ano letivo em Indaial

7290aaf998295aa0f9c08f6479a01c84.jpeg Motorista da Jotur escreve música falando sobre o cotidiano na profissão

35b1173d84719db88bb44b99f0b51a2f.jpg Entrega do automóvel Tera 0km conclui a campanha Natal Sensacional ViaCatarina e Giassi

b4fc2e358be15c640d8e8199f43e8cb1.jpeg Os Paralamas do Sucesso celebram 40 anos de clássicos na Arena Opus

0160a92e57732581801c4f6346fd4b5c.jpeg Verão UniSul leva serviços, bem-estar e sustentabilidade ao litoral catarinense

829453d2747da4cf772c0b4a55a1eda8.jpg Armin van Buuren retorna ao Brasil como headliner do Nox na Arena Opus

67c8c6f6631a58fe9f066a374895cfe3.jpeg Atleta mirim de Palhoça, Valentina Ferreira termina 2025 como líder do ranking mundial de Jiu-Jitsu

0c30b7bd442e1e0ab64f26f248b5b75c.jpeg “Com mais de 300 eventos, a Fesporte realmente fomenta muito o esporte catarinense”

6c7d26b35f50b8675bb8ac9032046355.jpeg Liga Palhocense faz homenagem ao saudoso jogador Aldo Silveira

d1480bb2883604410e0c21bb2fe00771.jpeg Diogo Trindade retorna do Japão com destaque mundial e muitas histórias da viagem

4a29efe383e7860d17e5bf2eb2573998.jpeg Guarani de Palhoça conhece regulamento da Série B do Catarinense de 2026

Comunidade indígena de Palhoça se mobiliza contra marco temporal

Membros da comunidade Mbya-Guarani vêm se manifestando; alguns deles foram até Brasília para isso

448f7e141f8a14ef8e348117be16d24c.jpeg Foto: DIVULGAÇÃO

Indígenas de todo o país vêm se manifestando desde o mês de junho, contra ao Projeto de Lei 490/2007, que determina que a demarcação de terras indígenas seja feita através de leis, bem como a abertura dessas terras para o garimpo. Nesse cenário, também há a votação do chamado “marco temporal”. Por conta dessas duas propostas, moradores da aldeia palhocense Mbya-Guarani têm se manifestado em diversos pontos. 

Entre os pontos do Projeto de Lei (PL), que voltou à pauta do Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira (1º), está uma determinação que pode impedir os índios de obterem o reconhecimento legal das suas terras se não estiverem estabelecidos nelas antes da data de promulgação da Constituição Federal de 1988.

Entre as idas e vindas do PL 490/2007, os indígenas de Palhoça têm realizado manifestações. Tanto que, em meados do mês de agosto, dois ônibus com aproximadamente 40 índios foram ao Distrito Federal se manifestar em frente ao Palácio do Planalto. Sobre isso, o Cacique Teófilo, representante Mbya-Guarani, conta que “mais da metade dos que foram, ficaram lá, para lutar pelos nossos direitos”. Ele ainda diz que não há previsão para a volta dos indígenas em questão, que se encontram acampados em Brasília. 

Já na quarta-feira (1º), cientes de que o marco temporal é tópico na pauta do Supremo Tribunal Federal (STF), moradores da aldeia situada no Morro dos Cavalos realizaram um ato no Centro Histórico de Florianópolis, com o intuito de chamar a atenção do poder público para a questão. 

Tratando-se da tramitação, a Fundação Cambirela do Meio Ambiente (FECAM) redigiu nota, dizendo “preocupada com a insegurança sentida por municípios sobre o marco temporal”.

"Buscamos esclarecer os direitos e os deveres do cidadão, pois precisamos dos municípios informados e atualizados sobre o que pode ser feito", diz o presidente da Fecam e prefeito de Araquari, Clenilton Pereira.  

Conforme informações da Agência Senado, o PL 490/2007 foi aprovado em junho na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara e, se confirmado em Plenário, será analisado em seguida pelos senadores. Representante do Programa Povos Indígenas do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), Marcela Menezes questionou as reais intenções da proposição e disse acreditar que o texto defende interesses de terceiros, em vez dos indígenas. 

O julgamento do marco temporal começou na quinta-feira (26) e foi interrompido depois da leitura do resumo do caso pelo ministro Edson Fachin, relator da proposta. A sessão foi retomada na quarta-feira (1º), com a apresentação de manifestações de entes interessados.

Em junho, o relator, ministro Edson Fachin, apresentou voto no plenário virtual contra o marco temporal. Em seguida, o caso foi remetido ao plenário físico por pedido do ministro Alexandre de Moraes. O caso tem a ver com uma decisão tomada pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) há oito anos.

A proposta do marco temporal foi acolhida pelo TRF-4 em 2013, ao conceder ao Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina reintegração de posse de uma área localizada em parte da Reserva Biológica do Sassafrás, onde fica a Terra Indígena Ibirama LaKlãnõ e onde vivem os povos Xokleng, Guarani e Kaingang. Na ocasião, o TRF-4 manteve decisão tomada em 2009 pela Justiça Federal em Santa Catarina. 

Em meados de junho deste ano, os indígenas da comunidade Mbya-Guarani de Palhoça realizaram duas manifestações interrompendo o trânsito no sentido Sul da rodovia BR-101 na altura do Morro dos Cavalos. Esses dois atos tiveram o objetivo de pedir o arquivamento e retirada definitiva do Projeto de Lei (PL) 490/2007, que, na época, estava na pauta de votação da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, em Brasília (DF).

 

Quer participar do grupo de WhatsApp do Palhocense?

Clique no link de acesso!



Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ae88195db362a5f2fa3c3494f8eb7923.jpg