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Corpo de Bombeiros de PH tem novo comandante

Troca de comando foi na segunda-feira (16)

c8ff00c29a1a8ed04a8025c4c4c27759.JPG Foto: NORBERTO MACHADO

A 2ª Companhia do 10° Batalhão de Bombeiros Militar, sediada em Palhoça, tem novo comandante: o capitão Marcelo Della Giustina. A solenidade de passagem de comando aconteceu na segunda-feira (16), no Caranguejão.

Marcelo Della Giustina, de 33 anos, assume o comando no lugar do capitão Ireno Vieira. “Gostaria, primeiramente, de desejar ao novo comandante, capitão Marcelo, meu amigo, pessoa à qual eu tenho extrema admiração, muito sucesso nessa jornada, nesse novo desafio. Tenho certeza de que com a sua capacidade de trabalho realizará uma grande gestão no comando da companhia de Palhoça”, disse Ireno, que comandava a companhia desde fevereiro de 2013.

O novo comandante veio de São José e assumiu o cargo, extraoficialmente, no dia 21 de outubro. Desde então, vem planejando e executando os primeiros passos da Operação Veraneio, que é sempre muito movimentada para os Bombeiros. Aliás, juntamente com a solenidade de troca de comando, também foi realizada a formatura do curso de guarda-vidas civil, que credenciou 23 novos “anjos da guarda” para trabalharem nos balneários palhocenses. “Final do ano, fechamento de ano, precisamos ver o que ficou de positivo, o que ficou de melhorias para o ano que vem. Ainda estou me inteirando dos assuntos da companhia, é uma área bem grande e desafiante”, afirma o novo comandante.

Além dos guarda-vidas civis, outros cinco militares vão reforçar o efetivo na Operação Veraneio. “A gente está recebendo cinco militares de fora, como reforço. Desses cinco, a gente consegue liberar os militares daqui para a Operação Veraneio. Não é que vão ter cinco a mais, é que para manter a mesma quantidade de efetivo das guarnições, eu preciso que venha pessoal de reforço de outras unidades, para poder liberar o pessoal que trabalha nas guarnições para trabalhar na praia. Mas na praia, permanecemos os mesmos. Mas é uma quantidade boa, bem suficiente”, reflete o comandante.

Marcelo Della Giustina é natural de Criciúma, e hoje moro em Florianópolis. Entrou nos Bombeiros em 2010. Trabalhou em Itajaí durante um ano, onde atuou em todas as partes administrativas e coordenou um curso de formação de soldados. Depois, trabalhou em São Francisco do Sul, onde foi comandante do pelotão. “Lá, trabalhamos também com praia, atividade técnica, que é parte de vistoria e tudo o mais”, relembra. “Aí veio uma nova turma de formação e consegui vir pra perto de casa, que minha intenção era trabalhar em Criciúma, e acabei indo trabalhar em Sombrio, que faz parte do 4º Batalhão, que é Criciúma”, emenda. Depois de dois anos comandando o pelotão, transferiu-se para São José - a esposa trabalha em Florianópolis. O pelotão de São José passará a ser comandado pelo capitão Ireno. “Tivemos uma troca, o Comando achou por bem, ele já estava há bastante tempo aqui, que era melhor ter essa troca pra ver novos comandos, novas visões”, justifica.

O novo comandante compara a estrutura de Palhoça com a de São José. “É diferente, a estrutura; o número de ocorrências se parece, só que lá, pra minha atividade, era é diferente, porque lá eu ficava somente com a parte operacional, a parte mais de ‘comandamento’, planejamento; parte de ligação entre outros órgãos ficava com o comandante do batalhão, que é um cargo acima, ficava com ele, que é o que eu faço aqui hoje. Todos os contatos com outros órgãos, a política, propriamente dita, é comigo. E a parte operacional, que é o que fazia lá, é o tenente Laurentino que vai tocar. Ele vai ser responsável pela parte do pelotão, que cuida da guarnição, assistência de serviço, se tem viatura, quantas ocorrências estão atendendo, como é que estão atendendo, a parte de atendimento de ocorrência. Eu faço mais a parte gerencial daqui e também de Santo Amaro, que são nossas duas unidades. E além do contato com as Prefeituras, com a Câmara de Vereadores, outros órgãos, Operação Veraneio e tal. A função é a mesma, mas aqui a gente tem uma abrangência maior, por ser uma unidade isolada, que a gente chama, que não tem um batalhão, ninguém acima de nós”, compara. “É difícil de fazer o mesmo trabalho que o Ireno fez, ficou bastante tempo, ficou seis anos. Nosso desafio é manter o nível de trabalho dele e da equipe dele”, finaliza.



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