641296ede8b26ba27f772216e4ca986c.jpeg Saúde: a Águas de Palhoça recomenda a beber somente água tratada

2b59e940ab422dbac126fe46d4bd7bea.jpeg A Águas de Palhoça alerta para a importância da caixa d'água

952fd121b19fea7bee74bb874c433ea9.jpeg No verão, economize água e não sofra com precariedade no abastecimento

7890bef7fa908c2962065a3de43e29db.jpeg Ligações irregulares de água representam um mal invisível que afeta a todos

015386703156e5becf2fa6f2f557c89a.jpeg Como identificar um vazamento interno de água no seu imóvel?

d3f12cb8e9fb4c9b690e1931adc98df4.jpeg Campanha de Natal da Pastoral Povo da Rua mobiliza Palhoça

34fe1b6e25826284cf7eba28f53487df.jpg Passeio Pedra Branca recebe Papai Noel, teatro musical, oficinas criativas e feira de artesanato

2cfdfe9d21bb5bb74644dc02a222af32.jpeg Escritora de Palhoça anuncia lançamento de livro durante evento na Pinheira

3e9063a8eecdcf2728ee53204073647d.jpeg “Estrelas nos jardins do tempo” encerra ciclo de lançamentos neste sábado (20)

b531c58e17a381081b3bdb69f159c471.png Antologia que reúne autores de três países será lançada em Palhoça

67c8c6f6631a58fe9f066a374895cfe3.jpeg Atleta mirim de Palhoça, Valentina Ferreira termina 2025 como líder do ranking mundial de Jiu-Jitsu

0c30b7bd442e1e0ab64f26f248b5b75c.jpeg “Com mais de 300 eventos, a Fesporte realmente fomenta muito o esporte catarinense”

6c7d26b35f50b8675bb8ac9032046355.jpeg Liga Palhocense faz homenagem ao saudoso jogador Aldo Silveira

d1480bb2883604410e0c21bb2fe00771.jpeg Diogo Trindade retorna do Japão com destaque mundial e muitas histórias da viagem

4a29efe383e7860d17e5bf2eb2573998.jpeg Guarani de Palhoça conhece regulamento da Série B do Catarinense de 2026

Governador recebe lideranças indígenas

Encontro no Palácio da Agronômica também contou com a presença de procuradores do MPF em Santa Catarina

91d1ca140161886790a94f871be6815e.jpg Foto: DIVULGAÇÃO

Quatro procuradores da República do Ministério Público Federal (MPF) em Santa Catarina e um grupo de oito indígenas, que representam as três etnias catarinenses - xokleng, kaingang e guarani - foram recebidos na sexta-feira (26) pelo governador Carlos Moisés, no Palácio da Agronômica. No final do encontro, que durou cerca de uma hora e meia, ficou acertado que os procuradores vão enviar ao governador um relatório detalhado dos assuntos abordados, para que sejam encaminhados e analisados para ações específicas do governo estadual.

Os procuradores Analúcia Hartmann, Carlos Prola, Lucyana Pepe Affonso e Anderson Lodetti de Oliveira, que tratam das questões indígenas em Santa Catarina, abordaram no encontro temas como a homologação da Terra Indígena Morro dos Cavalos, dos guarani, em Palhoça; a precariedade da Barragem Norte, no rio Hercílio, em José Boiteux, que está na Terra Indígena Laklãnõ-Xokleng; problemas em escolas de aldeias em todo o estado; contratação de professores indígenas e problemas enfrentados pelos indígenas estudantes da Furb, em Blumenau; e a necessidade de casas de passagem e de espaços culturais indígenas em Santa Catarina.

Também presente na reunião, a secretária de estado do Desenvolvimento Social, Maria Elisa da Silveira de Caro, defendeu a proposta do governador Carlos Moisés de abrir o diálogo para que os problemas sejam solucionados. Ela disse que, assim como em outras áreas, um grupo intersetorial do governo estadual, trabalhando junto com o Conselho Estadual dos Povos Indígenas (Cepin), trará muitos avanços na solução de problemas como os relatados pelos procuradores do MPF.

Conforme dado estatístico citado pelo procurador Carlos Prola, que atua no MPF em Chapecó, as terras indígenas hoje homologadas e consolidadas em Santa Catarina representam apenas 0,23% de toda a área do estado e, caso todas as pendências sejam resolvidas e todas as áreas forem demarcadas, isso não ultrapassará 1% do território.

Durante o encontro, a procuradora Analúcia Hartmann falou ao governador da necessidade de se criar casas de passagem em algumas cidades do litoral catarinense, como em Florianópolis, garantindo assim um espaço de abrigo para que os indígenas de outras regiões possam vender seu artesanato durante a temporada de verão e em outras épocas do ano. Segundo o procurador Carlos Prola, cerca de 90% dos que se deslocam para comercializar seu artesanato dependem disso para sobreviver.



Tags:
Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ae88195db362a5f2fa3c3494f8eb7923.jpg