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Palhocenses pelo mundo

Moradora do Pagani conseguiu voltar de Lisboa, depois de 11 dias retira na capital portuguesa

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Retida em Lisboa desde o dia 19 de março, a moradora do Pagani Karine Iris Rosa finalmente conseguiu voltar para casa. O retorno ao Brasil foi viabilizado com o auxílio da Secretaria Executiva de Assuntos Internacionais (SAI) de Santa Catarina. Para auxiliar na repatriação de catarinenses que ficaram desamparados fora do Brasil, por conta das restrições de combate à pandemia da Covid-19 adotadas por diversos países, a SAI tomou uma série de medidas e trouxe de volta ao estado 58 pessoas, de diferentes partes do mundo.

Além de implementar um plantão para atendimento e montar um grupo de trabalho para solução de casos de emergência, a SAI tem se articulado junto com o Ministério de Relações Exteriores, Ministério da Família e dos Direitos Humanos, embaixadas e consulados.

Desde meados de março, a Secretaria recebeu diferentes pedidos de ajuda de catarinenses que ficaram presos em outros países devido ao cancelamento de voos e fechamento de fronteiras terrestres. A maioria teve dificuldade de comunicação com companhias aéreas, devido à redução de atendimento de call centers, mudanças de regras na remarcação de passagens e um volume muito grande de pedidos de emergência.

“Eu e meu marido estávamos desde o dia 19 de março retidos em Lisboa, com bastante dificuldade para entrar em contato com as companhias aéreas para marcar novo voo e tentar resolver nossa situação. Muitos voos cancelados e aeroporto fechado. Então, a Secretaria de Assuntos Internacionais de SC entrou em contato com a gente. O apoio foi excepcional. Não mediram esforços para tentar nos ajudar. Agora estamos em casa, estamos bem e em quarentena”, relatou a moradora de Palhoça, que voltou para Brasil do dia 30 de março.

A partir do dia 20 de março, a SAI começou a receber pedidos de residentes de diferentes municípios como Palhoça, Biguaçu, São José, Camboriú, Braço do Norte e outras, que ficaram presos em Lisboa devido ao cancelamento de voos. Foram emitidos e tramitados ofícios no Ministério de Relações Exteriores endereçados ao Consulado em Lisboa, requisitando prioridade na repartição dos catarinenses. Apesar da falta de disponibilidade de voos, a SAI conseguiu novos bilhetes aéreos e encontrou abrigo temporário para o período de espera.

Outro caso de Portugal começou as tratativas no dia 20 de março, quando o plantão da SAI foi acionado por catarinenses de Barra Velha. Ainda no início de março eles embarcaram em um cruzeiro saído do Brasil para fazer a rota na Europa, mas tiveram todo o roteiro cancelado no meio da viagem. A operadora do cruzeiro queria obrigar os passageiros a descerem em Lisboa, mesmo sem terem reserva de hotel e sem passagens de retorno ao Brasil. A SAI entrou em contato com o Consulado de Lisboa quando o navio ainda estava na rota, pedindo uma intervenção com a operadora do cruzeiro para que ela adquirisse as passagens aéreas de volta ao Brasil e que se responsabilizasse por manter os catarinenses a bordo até a data de retorno, que ocorreu no dia 25 de março.

Assim como Karine, outros moradores de Palhoça tenta voltar para casa. A ex-diretora executiva da Faculdade Municipal de Palhoça (FMP), Mariah Terezinha do Nascimento Pereira, está nos Estados Unidos, onde participou de um curso de mentoria para empreendedores na Universidade de Berkeley, na Califórnia. Maria está, agora, no estado de Utah, que também está em quarentena. Ela já deveria ter voltado ao Brasil, mas os voos foram cancelados duas vezes e remarcados para o dia 30 de abril. Em Palhoça, seu marido, Fábio Pereira, atual presidente da FMP, vai procurar a SAI para tentar o retorno da esposa o mais rápido possível.

Quem também espera por uma ajuda da secretaria é a chef de cozinha Angelita Marçal Flores. Angelita está na Indonésia, e ainda aguarda uma posição do Itamaraty. A Embaixada do Brasil em Jacarta garante que tem dedicado tempo integral na negociação das cláusulas do contrato a ser firmado com a companhia aérea que apresentou a melhor proposta para voo charter de repatriação dos brasileiros que se encontram na Indonésia, na Tailândia e no Vietnã. “Trata-se de processo complexo, que envolve recursos públicos e que deve obedecer a procedimentos específicos previstos na lei, inclusive contratação de escritório de advocacia para dar parecer jurídico sobre o negócio, além de gestões junto às autoridades competentes de cada país envolvido no processo de repatriação”, informa o Itamaraty. 

O voo está sendo organizado em conjunto com as Embaixada do Brasil em Bangcoc e em Hanói, que estão realizando cadastramento dos brasileiros retidos na Tailândia, Laos, Camboja e Vietnã.


Saiba mais

Enquanto espera pelo voo de repatriação, Angelita Marçal Flores conta como é a vida no confinamento em Bali, na Indonésia! Clique aqui e assista!

Confira o depoimento que Mariah Terezinha do Nascimento Pereira deu ao Palhocense, diretamente de Utah, nos Estados Unidos! Clique aqui e assista!

A palhocense Flávia Catarina de Souza Luna relata a situação da Espanha, onde mora há 15 anos e trabalha como designer de arquitetura. Flávia cresceu no Jardim Eldorado, e atualmente sua mãe mora no Pagani com o marido e o irmão, que tem uma academia no bairro. “O último lugar que morei antes de vir pra Europa foi no Jardim Eldorado. Quando voltei, depois de 10 anos, alucinei com o crescimento da Palhoça”, conta Flávia. Clique aqui e assista!

 

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