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Retorno às atividades exige adaptação

Depois de anúncio do governador, escritórios e serviços de beleza voltaram a atender presencialmente nesta segunda-feira (6)

b3b0b5c18d2c2457747a1f8f461a262a.jpg Foto: SOFIA MAYER

Por: Sofia Mayer*

 

Com a publicação, na noite deste domingo (5), de uma portaria que prevê a retomada do trabalho de profissionais autônomos em Santa Catarina, alguns serviços - como salão de beleza, advocacia, contabilidade e ótica - amanheceram, nesta segunda-feira (6), abertos em Palhoça. O desafio, no entanto, segue sendo adaptar os negócios aos tempos de pandemia do novo coronavírus (Covid-19), quando muitas pessoas ainda estão isoladas em casa. Espaçamento de horários de clientes e reforço das medidas de higienização são algumas das regras que validam a volta dos atendimentos presenciais.

Nos salões de beleza do município, a semana começou com abertura da agenda de clientes. Em um dos estabelecimentos, localizado no Centro, porém, os atendimentos já haviam sido retomados na última quarta-feira (1), quando a Prefeitura autorizou a reabertura dos serviços autônomos. Os funcionários, no entanto, relatam que foram surpreendidos com a vinda da Polícia Militar, que solicitou o fechamento do lugar. “As nossas agendas estavam bem cheias, estávamos trabalhando com todos os EPIs (equipamentos de proteção individual), com todas as orientações que estavam pedindo. Porém, a gente abriu às 9h e, umas 11h50, a Polícia bateu aqui e fez a gente fechar as portas”,  conta a proprietária. A alegação era de que apenas o decreto estadual - que, até então, previa os serviços fechados até a próxima quarta (8) - estava valendo. “Foi bem constrangedor, digamos, a gente ter autorização para trabalhar e a polícia vir fechar nosso estabelecimento”, termina.

Com a nova medida de flexibilização de serviços, anunciada pelo governador Carlos Moisés neste domingo, o salão voltou a atender clientes. Segundo a cabeleireira, um dos maiores problemas da quarentena tem sido o contexto de desinformação. “A gente teve que cancelar nossa agenda umas três ou quatro vezes durante a quarentena. Uma hora podia abrir, outra hora não podia”, conta. Como a liberação estadual aconteceu no fim de domingo (5), os profissionais não tiveram tempo para fazer agendamentos. A previsão é a de que o movimento aumente a partir desta terça-feira (7).

Em outro centro de beleza, desta vez no Jardim Eldorado, o movimento para serviços de manicure deve ficar em 80% do considerado normal. A previsão é a de que apenas os clientes que não têm onde deixar os filhos durante a pandemia - ou então que estejam no grupo de risco do novo coronavírus - deixem de solicitar o serviço. “Das três manicures de lá, só eu voltei. Então, as clientes das outras meninas estão pedindo para mim, o que me sobrecarregou, mas vou aproveitar”, contextualiza a manicure Carla Schafer. As atividades de cabeleireiro, no entanto, devem sofrer danos maiores: segundo funcionários, a tendência é a de que atendam apenas três ou quatro clientes por dia, para cortes e tinturas. 

Profissionais de um espaço de estética na avenida Barão do Rio Branco contam que, nas segundas-feiras, o movimento é naturalmente reduzido. Em razão da propagação da Covid-19, no entanto, a baixa na clientela já aparece no primeiro dia de retomada das atividades. Segundo uma das funcionárias, a primeira cliente para fazer as unhas, por exemplo, apareceu no começo da tarde - o estabelecimento abre, sempre, às 9h.

Serviços de barbearia também foram liberados com o novo anúncio do governo estadual. Um dos estabelecimentos do Centro do município começou o dia com bons números. “O movimento na segunda-feira normalmente é fraco, mas hoje estamos com mais agendamentos do que o normal”, conta um dos barbeiros. Embora estejam atendendo apenas com hora marcada, o movimento em um espaço no Pagani também foi alto. Além disso, um dos profissionais assegura que as medidas de segurança, como o distanciamento de 1,5 metro e o uso de EPIs, estão sendo seguidas: “Só fica dentro da barbearia os clientes em atendimento, e (é feita) a higienização de tudo, a cada cliente atendido”.

Já nas óticas analisadas pela equipe de reportagem, a segunda-feira foi de movimento bem abaixo do habitual. Entrando na lista de estabelecimentos com funcionamento permitido, lojas relatam que muitos consumidores estão com medo de sair de casa. Em uma das óticas centrais de Palhoça, o saldo da manhã foi de três clientes - todos para pagar prestações. Em uma unidade próxima, o movimento também foi pequeno. Mesmo assim, pensando em minimizar os riscos de contágio, a equipe está trabalhando em formato reduzido, com revezamento de atendentes por turno. 

Os escritórios de contabilidade e advocacia de Palhoça não são unânimes quanto à volta dos serviços presenciais. Na Pedra Branca, por exemplo, um grupo de advogados decidiu manter o home office, modalidade que já acontecia desde março. Já um dos escritórios da Ponte do Imaruim aproveitou o decreto estadual para retomar os trabalhos presenciais. Embora todas as medidas de segurança estejam sendo tomadas, segundo os advogados, o atendimento presencial é essencial para uma boa conversa entre cliente e advogado. No estabelecimento, todas as recepções estão sendo individuais, levando em consideração o limite máximo de 50% da ocupação total do espaço, e o distanciamento de, pelo menos, 1,5 metro entre as pessoas. Um dos advogados da empresa relata uma dinâmica tranquila de atendimentos nesta segunda-feira.

A nova portaria foi assinada pelo secretário de Saúde, Helton Zeferino, e estabelece uma série de regras para que os profissionais possam voltar a oferecer seus serviços. Dentre elas, a priorização das atividades remotas, e, quando não for possível, a obrigatoriedade dos atendimentos individuais. Aglomerações seguem proibidas, sendo necessário espaçamento de horários entre os clientes, reforço na higienização dos ambientes e uso de EPIs. 

 

Construção civil 

Na última quarta-feira (1), o governador Carlos Moisés já havia autorizado a retomada do ciclo produtivo da construção civil. Com a medida, lojas de material de construção e comércios no ramo de ferragens, cimento, tintas, vernizes e outros passaram a abrir com atendimento presencial, mediante a algumas regras de segurança para prevenção do contágio do vírus.

Em Palhoça, no entanto, empresários do setor relatam dificuldades. O proprietário de uma loja de tintas na Ponte do Imaruim, por exemplo, admite que o movimento caiu com a pandemia, principalmente porque muita gente ainda está em isolamento. “Os meus maiores compradores são o pessoal de oficina, que está com pouco serviço, já que as lojas de revenda de carros estão fechadas”, explica.

Em relação a obras com mais de cinco trabalhadores, a Portaria nº 214 prevê, entre as regras, que o regime de escala dos funcionários seja priorizado e que pessoas no grupo de risco sejam, prioritariamente, afastadas do serviço, sem prejuízo de salários. Ainda, orienta o afastamento de trabalhadores com febre ou sintomas respiratórios, e que os veículos para eventuais transportes de trabalhadores funcionem com ocupação limitada a 50%.

A Polícia Militar de Santa Catarina divulgou uma lista de todos os serviços que estão permitidos no estado.

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* Sob a supervisão de Luciano Smanioto



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