Tocha a caminho do MTB Festival

Conhecido pelas conquistas no bicicross, o piloto se aventura em competição de mountain bike no domingo (1)

02f4176d18164bb31219eceb403d10c0.jpg Foto: DIVULGAÇÃO

Por: Sofia Mayer*

 

Sem eventos de bicicross no momento, por conta da situação de pandemia, Marco Aurélio “Tocha” volta a encarar as competições de mountain bike, relembrando as origens no esporte. Neste domingo (1), o piloto radicado em Palhoça compete no MTB Festival, que acontece em Mairiporã, no estado de São Paulo.

Por conta da crise sanitária, medidas restritivas estão sendo adotadas e seguidas à risca na competição. Há, por exemplo, limite de atletas e obrigatoriedade de apresentar o exame PCR negativo para a Covid-19. A disputa é fechada, sem público. 

A expectativa para o evento, que começou já nesta sexta (30), é de grandes emoções. “A pista é bem dura mesmo. Bastante subida, bastante trilha técnica, pedra. Prova bem difícil”, afirma o piloto, que foi campeão na modalidade “cross country” de mountain bike em 1998. “Foi meu primeiro título brasileiro, e depois eu voltei a ser campeão dessa modalidade em 2010. Agora, dez anos depois, eu vou ter a chance de mais uma vez brigar pelo título”, completa.

Treinando desde abril, ele acredita estar bem preparado para a disputa. “Consegui apoio de uma loja lá de Criciúma, me deram uma bike, e eu comecei a andar e fazer trilhas, e tal. Comecei a me preparar”, relata. Entre estradas de chão e asfalto, o piloto estima que já rodou mais de 5 mil quilômetros nos últimos meses. 

 

Desafios e reencontros 

Disputando em uma categoria de alto nível, o atleta deve reencontrar competidores de peso no domingo. “Tem cinco atletas lá que são de elite e até o ano passado corriam na elite. Neste ano, foram para a categoria de quarenta anos”, comenta. 

Um desses esportistas é Edivando Souza Cruz, medalhista nos Jogos Pan-Americanos e participante das Olimpíadas de Atenas, em 2004. “É até engraçado: em 1999, quando eu conquistei o primeiro título brasileiro, eu fui para a elite. Fui para a principal categoria e corri com esse cara, na elite, na época. E agora, 21 anos depois, a gente vai correr junto novamente”, lembra Tocha.

O piloto pretende aproveitar o preparo dos últimos meses para ir “pro tudo ou nada”, trazendo o melhor resultado possível para Palhoça.


* Sob a supervisão de Alexandre Bonfim

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