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Guarani de Palhoça conhece regulamento da Série B do Catarinense de 2026

Bugre Palhocense está de volta à divisão, que inicia no dia 25 de abril e tem encerramento previsto para o dia 26 de julho

4a29efe383e7860d17e5bf2eb2573998.jpeg Foto: FCF/DIVULGAÇÃO

O Conselho Técnico da Série B do Campeonato Catarinense de 2026, realizado na segunda-feira (24), no auditório da Federação Catarinense de Futebol (FCF), em Balneário Camboriú, definiu a fórmula de disputa da competição, que terá novamente a participação do Guarani de Palhoça, campeão da Série C do Estadual em 2025.

O campeonato se inicia no dia 25 de abril e se encerra no dia 26 de julho, e conta com a participação de 10 equipes: Guarani de Palhoça, Blumenau, Caravaggio, Fluminense de Joinville, Hercílio Luz, Jaraguá, Juventus, Metropolitano, Nação e Tubarão. A competição voltará a ser disputada em turno e returno, com todos os times se enfrentando em jogos de ida e volta, no formato de pontos corridos, e apenas o campeão garante vaga na Série A. Os dois clubes com pior campanha caem para a Série C.

A FCF explica que a competição contará com dois anos de transição (2026 e 2027). Em 2027, a previsão é a de que a Série B volte a oferecer duas vagas na elite, com 11 equipes na disputa. A partir de 2028, com 10 times, o campeonato manterá um padrão com dois acessos e apenas um descenso.

Segundo a FCF, a nova formatação, com essa fase de "transição", visa ao "fortalecimento da disputa". Porém, o coordenador técnico do Guarani de Palhoça, Amaro Junior, presente na reunião do Conselho Técnico, foi contrário à nova fórmula. "Fui voto vencido. Acho uma loucura fazer um campeonato com 18 rodadas e apenas uma vaga de acesso à Série A. Acho que vai haver um desinteresse o grupo intermediário. A Federação ainda queria que caíssem três clubes, eu ainda consegui que caíssem apenas dois. Acho que, com esta fórmula, o campeonato não vai ser interessante", relembra Amaro.

O coordenador técnico do Guarani preferia uma fórmula com turno único (por ser mais econômica); ou então, turno e returno com quatro clubes avançando para uma semifinal. "O mata-mata dá um toque refinado e você mantém motivado aquele grupo que está até o sexto, sétimo lugar, brigando pela quarta vaga. Com o formato aprovado, esse grupo pode chegar ao returno já desinteressado, porque pode não ter mais risco de cair e nem condiões de se classificar, o que pode tornar o campeonato bem desinteressante", avalia.

O Conselho Técnico foi comandado pelo diretor do Departamento de Competições, Carlos Crispim, representando o presidente da Federação Catarinense de Futebol (FCF), Rubens Angelotti, na reunião. Também compuseram a mesa o procurador jurídico da entidade, Rodrigo Capella; o diretor do Departamento de Arbitragem, Kleber Lúcio Gil; os assessores de Competições, José Carlos Goulart Junior e Maycon Morais; e o CEO da SC Clubes, Luiz Henrique Martins Ribeiro.

Além do coordenador técnico do Guarani, estiveram presentes na reunião representantes dos outros nove clubes da competição: Daniel Carboni, CEO do Blumenau; Victor Spilere, presidente do Caravaggio; Jurival da Veiga, representante do Metropolitano; Juliano Mendes, presidente do Tubarão; Anelisio Machado, presidente do Fluminense; Paulo Marcelino, presidente do Juventus; Pedro Smania, diretor executivo do Hercílio Luz; o representante do Nação, Yuri Roberto; e o presidente do Jaraguá, Valdemir da Silva.



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Créditos: FCF/DIVULGAÇÃO FCF/DIVULGAÇÃO
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