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FMP recebe evento de empreendedorismo social

Pela primeira vez na América Latina, o Sinergy Brazil 2019 terá sua primeira atividade neste sábado (30), e a cerimônia de encerramento será no dia 20 de abril

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Pela primeira vez, a organização internacional Youth&Students for Peace (YSP) traz para a América Latina seu evento que estimula jovens a criarem projetos para a paz. E Palhoça foi a cidade escolhida para acolher o Sinergy Brazil 2019. A primeira atividade será realizada neste sábado (30), a partir das 13h, na Faculdade Municipal de Palhoça (FMP).

Representantes da organização, que é originária da Coreia do Sul, estiveram reunidos na última segunda-feira (25), na sede do Inaitec, na Pedra Branca, para alinhar os últimos detalhes do evento no Brasil. Entre os representantes da YSP, estavam duas coreanas e uma colombiana; Palhoça foi representada pela FMP, pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e pelo próprio Inaitec.

A participação da FMP no processo não aconteceu por acaso. Ex-diretora executiva da faculdade, a vereadora Mariah Terezinha do Nascimento Pereira (PSB), encontrou casualmente os organizadores durante um evento de educação e tecnologia em São Paulo. Soube que estavam procurando um local para realizar o Sinergy no Brasil - a palavra “sinergia”, em inglês, é formada com as iniciais de estudantes (“students”), ideias (“ideas”) e energia (energy). Mariah, então, sugeriu Palhoça. Isso aconteceu em uma quinta-feira. No sábado, os organizadores já visitaram a cidade para conhecer o palco sugerido para a realização do evento e deram o aval.

O Sinergy é um evento que convida jovens a pensar em projetos que possam ser úteis à comunidade onde vivem. Na reunião de segunda-feira, os atores envolvidos começaram a criar os modelos de validação desses projetos. E uma nova perspectiva já foi delineada. Em Palhoça, o Peace Designer ganhou sobrenome: Empreendedorismo Social de Impacto. “O projeto original nem tinha o nome de empreendedorismo social, era só Peace Designer, que era encontrar um problema na comunidade e criar um projeto de solução. Isso é empreendedorismo social. Então a gente reestruturou o projeto”, informa Mariah.

O evento é direcionado aos universitários, mas a participação é aberta a qualquer pessoa que deseje contribuir com a comunidade. “A gente está levando para as universidades pela pegada do estudante universitário, de já ter essa vontade de querer mudar o mundo, essa energia, essa força”, justifica a vereadora. Todas as instituições de Ensino Superior de Palhoça foram convidadas a participar.

A primeira oficina com os participantes será realizada neste sábado (30), a partir das 13h, no auditório da FMP. Primeiro, haverá uma palestra com o sul-coreano Kwun In Soung, responsável pelo Comitê Consultivo Superior, e o brasileiro Samuel Ota Linhares, do Comitê Organizador. Depois, os estudantes participarão das oficinas, com os temas: “Encontrando o Problema” e “Análise do Problema”. No dia 6 de abril, serão mais duas oficinas: “Materialização das Ideias” e “Apresentação das Ideias”.

Os três melhores projetos serão premiados no grande evento final, no dia 20 de abril. O primeiro colocado recebe R$ 3 mil para iniciar o projeto social; o segundo, R$ 2 mil; e o terceiro, R$ 1 mil. Além disso, os desenvolvedores vão poder utilizar o espaço do Inaitec como uma incubadora, para incubar seu negócio social, e também terão a ajuda de mentores. “Os projetos que não venceram, mas que também são ideias top, os embaixadores da paz vão adotar e vão dar condições de trabalho para viabilizar o projeto também”, projeta Mariah.

Um dos requisitos avaliados pelos organizadores do evento, que já aconteceu na Coreia do Sul, no Japão, nos Estados Unidos e no Senegal, é a aplicabilidade: para o projeto ser bem sucedido, ele tem que ser desenvolvido e aplicado, realmente, na comunidade. Ganha a sociedade, ganham os estudantes. “Isso aqui vai desenvolver os alunos, é muito mais do que levar uma solução para a comunidade. Vai desenvolver o espírito de criatividade, de generosidade, de liderança, porque é olhar os problemas da comunidade e não simplesmente criticar, e sim, buscar solução. E nem toda solução precisa de grandes investimentos”, pondera Mariah.



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