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Ex-colunista Edmilson Cruz relembra histórias da carreira e da passagem pelo Palavra Palhocense

Mais uma homenagem às personalidades que ajudaram a construir a história do jornal, prestes a chegar à edição 1.000

701d04f90a2cb0850dcbd2afb04b29b4.jpeg Foto: ARQUIVO JPP

Por: Willian Schütz

 

O editorial da edição 981 do Palavra Palhocense levou como título “Sobre a arte de fazer jornal e amigos”. Assinado pelo editor-chefe Alexandre Bonfim, o texto marcou o início da contagem regressiva para a milésima edição do veículo. Aquele texto demonstrou que a história do semanário é marcada não só pelo jornalismo, mas também pelas personalidades da cidade. Ainda em clima de contagem regressiva, a equipe de reportagem conversou com uma dessas figuras que fizeram parte da trajetória do jornal: o ex-colunista Edmilson Cruz. 

Assíduo frequentador dos grandes eventos da cidade. Conhecido de muitas famílias antigas da região. Com trânsito pelo meio político e empresarial. Famoso pelo seu jeito sincero e descontraído de ser. Todas essas características tornaram Edmilson Cruz personalidade reconhecida não só no meio do colunismo social, mas também em todas as esferas do município. 

A passagem dele pelo Palavra Palhocense foi marcante, com anos de contribuição. Porém, o início dele como colunista não foi nessas páginas — e até antecede à edição número um do semanário, datada de 2005. “Iniciei escrevendo em jornais concorrentes. O ‘Palhocense’ foi o meu quarto jornal”, relembra. “Comecei a escrever muito cedo, ainda menor de idade. Após um evento no Baraúna, em 1997, o jornalista Baby Espíndola ofereceu uma coluna de variedades para mim, Edmilson Cruz, e para o Diego Martins, irmão do deputado Camilo Martins. Assim começou a página chamada ‘Área VIP’, que era publicada em outro jornal”, detalha.

Edmilson também destaca como surgiu a inspiração para as primeiras colunas. “Eu me inspirei por vários anos na figura do Cacau Menezes, com o objetivo de fazer a coluna mais famosa da cidade — e uma das mais lidas de Santa Catarina”, revela.

E apesar de não precisar qual a data exata do início no semanário mais longevo de Palhoça, Edmilson permaneceu no Palavra Palhocense por mais de uma década. Entre as quase mil edições, o nome dele consta no expediente centenas de vezes. Assim seguiu até 2023, quando ele encerrou a carreira como colunista. 

“Escrever no Palhocense foi uma experiência única”, argumenta. “Peguei a transição do jornal quinzenal para o semanal e também a entrada na era digital. Como eu já escrevia para outros jornais nas semanas anteriores, consegui trazer fatos únicos toda semana, envolvendo a elite da cidade, com fofocas, notícias em primeira mão e polêmicas de grande repercussão até a nível nacional”, argumenta. 

Sobre esses casos com notoriedade que ultrapassou as barreiras de Palhoça, ele relembra uma história que envolveu um jogador da Seleção Brasileira de futebol. “Teve um episódio em que falei de uma festa do Neymar, que envolvia convidadas de Floripa levadas para o litoral de Santos, lá no início da carreira do astro da bola”, recorda.

Muito mais: foi a coluna no Palavra Palhocense que elevou a carreira de Edmilson a um novo patamar. “Além de ter um networking imenso a nível estadual, em todas as áreas, virei referência em fofocas, glamour e por conhecer as mulheres mais bonitas da Grande Florianópolis”, destaca. “Também fiz parcerias com as maiores casas noturnas de Santa Catarina”, completa. Segundo ele, “esse combo de acesso dava à coluna um poder imenso, especialmente numa cidade pequena como era Palhoça algumas décadas atrás”.

Depois de recordar toda essa trajetória, Edmilson deixou uma mensagem para o Palavra Palhocense, prestes a completar mil edições. Ele citou a cultura local e agradeceu a João José da Silva, fundador do antigo “O Palhocense”, que foi reformulado em 2005 e deu origem ao semanário que a cidade conhece hoje. 

“O jornal Palhocense foi o divisor de águas da comunicação tradicional do município — um verdadeiro acervo histórico, conectando presente, passado e futuro. Se o Palhocense não tivesse existido, com certeza as raízes antigas não estariam tão vivas como ainda estão hoje. O guardião da cultura regional, o João do Jornal, é uma lenda viva que marcou décadas e virou inspiração para muitos de nós. Com poucas linhas escritas, ele alcançava o sentimento do leitor. Vida longa ao jornal Palhocense”, perseverou Edmilson Cruz.



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Créditos: ARQUIVO JPP ARQUIVO JPP ARQUIVO JPP ARQUIVO JPP
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