Grupo sobe Cambirela 72 anos após desastre aéreo

Avião Douglas C-47 FAB 2023 colidiu com o Morro do Cambirela em junho de 1949

f7a0ea1ac6e08be9755f37ba537508f1.jpeg Foto: DIVULGAÇÃO

No ULTIMO dia 06 de junho, fez 72 anos que o Douglas C-47 FAB 2023 colidiu com o Cambirela. Trata-se de uma história real, trágica, comovente, mas que ao mesmo tempo mostra o verdadeiro sentido de solidariedade e espírito de corpo dos heróis anônimos que participaram das buscas e resgates das vítimas.

De acordo com pesquisa do ex-militar da FAB, Silvio Adriani Cardoso, que deve virar livro em breve, COM o título: "Último Voo do C-47 2023", O DESASTRE AÉREO QUE CHOCOU O BRASIL”, o C-47 saiu do Rio de Janeiro com destino a Uruguaiana no Rio grande do Sul, depois de fazer escalas em São Paulo, Curitiba e Florianópolis, colidiu logo após a decolagem no AEROPORTO DE FLORIANPOLIS com o Morro do Cambirela, explodindo e matando os vinte e oito ocupantes (seis tripulantes e vinte e dois passageiros). Na época foi considerado o maior desastre aeronáutico do Brasil. As equipes de busca levaram QUATRO dias para resgatar todos os corpos. 

A data foi lembrada no último domingo, por um grupo de OITO pessoas, comandado pelo ex-militar da Base Aérea de Florianópolis, Silvio Adriani Cardoso COM O VALIOSO APOIO DE MARCELO ALEJANDRO GONZALEZ MUNIZ E EVERTON LUÍZ ÁVILA (Popular Camarão). Participaram da subida Cida Espíndola (filha do ex-soldado do Exército, Maurino Leovegildo de Espíndola do 14BC) e Isabel Sant’Anna (filha de ex-soldado da Marinha Brasileira, Sidnei Sant Anna), que participaram da retirada dos corpos do cume até a base do morro. Também fizeram parte do grupo Maria Regina, Andréia Demarchi, Juliana WITKOWSKI e o garoto Miguel.

APÓS OBTER AS DEVIDAS AUTORIZAÇÕES DOS ORGÃOS COMPETENTES O grupo saiu da Guarda do Cubatão, às 08hs e retornou ao ponto de partida às 20hs. Após chegar ao local da colisão, o grupo fez um círculo e exatamente às 14hs (HORÁRIO DO ACIDENTE), rezou um Pai-Nosso EM MEMÓRIA as vítimas do acidente E SOCORRISTAS (MILITARES E CIVIS) QUE ATUARAM NA ÉPOCA DO ACIDENTE. 

A aeronave estava a serviço do Correio Aéreo Nacional - CAN e levava a bordo militares das três organizações: Marinha do Brasil (um fuzileiro) Exército Brasileiro (oficiais e praças) e Força Aérea Brasileira (oficiais e praças), além de familiares de outros militares.

 

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