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Mexilhão "Pretinho" na mira de pesquisadores

Epagri vai estudar presença de espécie de mexilhão invasora nos cultivos em Palhoça

be8644b1abf84d736f10a2c1b8af684d.JPG Foto: DIVULGAÇÃO/EPAGRI

Um estudo desenvolvido pela Epagri constatou que as criações de mexilhões em Bombinhas estão sendo dominadas por uma espécie exótica desse molusco, nativa da região do Prata. Além de Bombinhas, os pesquisadores vão iniciar novo estudo com o objetivo de avaliar a presença da espécie exótica também nas fazendas marinhas dos municípios de Palhoça, Penha e Florianópolis, líderes na produção estadual de mexilhão nativo. O projeto já está descrito e aguarda somente encaminhamentos burocráticos para ser iniciado.

Os mexilhões cultivados tradicionalmente em Santa Catarina são da espécie Perna perna, porém, em Bombinhas, algumas fazendas marinhas estão verificando a prevalência do Mytilus cf. edulis platensis.

A pesquisa desenvolvida pelo Centro de Desenvolvimento em Aquicultura e Pesca da Epagri (Epagri/Cedap) avaliou que M. platensis aparecia em maior quantidade do que o P. perna em 14 das 20 fazendas marinhas estudadas na safra de 2017. Naquela ocasião, a proporção geral média nos cultivos do município era de 69% do mexilhão exótico, para 31% do nativo. Em Bombinhas, há 60 produtores de mexilhões e se pressupôs a presença do Mytilus em 80% deles.

Os maricultores locais vêm observando a ocorrência da espécie exótica em seus cultivos nos últimos cinco anos. A esse novo molusco, deram o nome de “Pretinho”, ou “Mexilhão do Rio da Prata”. Os primeiros registros no Brasil para essa espécie datam de séculos passados e documentam a sua dispersão até o Rio Grande do Sul. Em 1993, a ocorrência do mexilhão foi documentada em Santa Catarina, em cultivos de Palhoça e Florianópolis. Em 2007, um registro de intenso assentamento do mexilhão do Prata no município de Florianópolis reforçou evidências para o processo de dispersão da espécie em direção ao Norte do continente. Desde então, relatos de maricultores e de extensionistas da Epagri atestam o aumento da frequência de recrutamento e da sobrevivência do mexilhão do Prata nas fazendas marinhas catarinenses. 



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