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Órgãos falam sobre caso dos peixes mortos na Praia de Fora

Grande quantidade foi encontrada no local em outubro

3e2b16a595677f08f186fe77a6f3d5de.jpeg Foto: DIVULGAÇÃO

No dia 24 de outubro, um caso inusitado chamou a atenção de quem transitava pela orla da Praia de Fora: uma grande quantidade de peixes mortos foi encontrada no local, formando um cenário que intrigou moradores e visitantes. Imagens do cenário foram capturadas por um leitor do jornal Palavra Palhocense, que relatou a presença de peixes de tamanho considerável espalhados pela água e pela areia. Agora, quase dois meses depois, a reportagem buscou atualizações sobre o caso. 

Questionado pela reportagem, o Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA/SC) informou que, até aquele momento, não havia recebido nenhuma denúncia formal sobre o caso, mas garantiu que iniciaria uma investigação.

O IMA/SC destaca a importância de que cidadãos registrem ocorrências como essa através do portal oficial www.ouvidoria.sc.gov.br. “Isso permite que todos os órgãos com poder de fiscalização possam atuar de forma conjunta”, explica.

Paralelamente, a Polícia Militar Ambiental (PMA) também foi acionada para apurar o caso. Uma guarnição foi enviada ao local para verificar a situação. Outro órgão que contribui para fiscalizações dessa natureza é a Fundação Cambirela do Meio Ambiente (FCam), responsável pela supervisão ambiental no município.

Os órgãos destacam que nenhuma outra ocorrência parecida foi registrada nos últimos meses. Em resposta, o IMA diz acreditar “que possa ter se tratado de um evento natural, tanto que não se repetiu novamente”. 

Algumas das possíveis explicações seriam variações de temperatura ou redução de oxigênio na água, situações que podem levar à morte de peixes em grande quantidade. Outras causas poderiam ser o descarte irregular de resíduos químicos ou vazamentos de esgoto, que podem contaminar a água e provocar mortandade de peixes — mas nenhum fato dessa natureza foi constatado na região, segundo os registros. 

Especialistas também mencionam a possibilidade de proliferação de algas tóxicas como uma causa potencial, fenômeno conhecido como maré vermelha, que aconteceu na região recentemente e que pode ocorrer em condições específicas de temperatura e nutrientes na água. No entanto, nenhuma dessas hipóteses ficou comprovada.



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