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Poder público quer disciplinar doações à população

Entidades civis e o poder público municipal voltam a se reunir na próxima quinta-feira (5) para estabelecer um programa de recebimento e distribuição de alimentos destinados à população carente

94c28d8c6ea693dd924dc6cf998be318.jpeg Foto: DIVULGAÇÃO

Entidades civis e o poder público municipal voltam a se reunir na próxima quinta-feira (5) para estabelecer um programa de recebimento e distribuição de alimentos destinados à população carente. A intenção é disciplinar essa distribuição, para evitar discrepâncias, como vem acontecendo no Centro de Palhoça.
Já houve noite em que sete carros pararam no encontro da avenida Barão do Rio Branco com a rua Evaldo Carlos Baasch (em frente aos Correios, ao lado da sede da Secretaria de Assistência Social), que acabou se transformando em um “ponto tradicional” de fornecimento de alimentação para a população em situação de rua. Sem uma disciplina na distribuição, acaba sobrando comida naquele ponto da cidade e faltando doações para pessoas que moram em bolsões de vulnerabilidade social em outras áreas do município.
Um primeiro encontro foi realizado no dia 22, na Prefeitura. Participaram: o prefeito de Palhoça, Camilo Martins; o secretário de Segurança Pública, Alexandre Silveira de Souza; a secretária de Assistência Social, Rosângela Campos; o tenente-coronel Rodrigo Dutra, comandante do 16º Batalhão da PM, sediado no município; e representantes do Conselho Permanente de Segurança Pública de Palhoça (CPSPh). Na reunião, foram discutidas medidas para regular o fornecimento de alimentação à população em situação de rua.
Algumas das ideias cogitadas: a realização de uma campanha publicitária de longa duração, com a intenção de conscientizar a população e entidades a promover uma “doação consciente”; criação de uma central de coordenação e distribuição das doações; fiscalização nos pontos e meios de doação, coibindo distorções e orientando a população.
Medidas concretas devem ser detalhadas na reunião do dia 5. “Nesta reunião é que serão definidas as normas de como vamos proceder. As abordagens continuam sendo realizadas”, afirma a secretária de Assistência Social, Rosângela Campos. “A gente está organizando, juntamente com essas entidades sociais organizadas, uma campanha, em nível municipal, sobre a questão da doação dos alimentos. A gente quer organizar essas doações. É muita gente doando, e o pessoal às vezes não come tudo”, comenta o secretário de Segurança Pública, Alexandre Silveira de Souza. O secretário diz que a Prefeitura está fazendo um controle de quem está vindo para a cidade, justamente para evitar uma proliferação ainda maior da população de moradores em situação de rua, que se estabeleceram de forma praticamente permanente na região central da cidade. “A doação é importante, sim, essas pessoas precisam, mas a gente também precisa disciplinar esse tipo de ação, para poder ajudar a sociedade como um todo”, reflete Alexandre.
O grupo de empresários do Centro de Palhoça, que tem batalhado incansavelmente em busca de soluções para a situação dos moradores de rua, coloca que, “além de alimentar, deve-se fazer um programa integrado com a sociedade para tentar ajudá-los a sair da rua, dar dignidade, ajudar com cursos profissionalizantes e oportunidades de emprego e moradia, aí sim a sociedade vai estar resolvendo este problema e não só tapando o sol com a peneira”.

Voluntários
O grupo integrado pela voluntária Renatha Soares Livramento é um dos grupos que costumam ajudar os necessitados na região. “Temos um grupo de amigos, onde arrecadamos alimentos, roupas e calçados e levamos nas ruas de Palhoça e Floripa. Fazemos marmitas, café, suco e sanduíches. Também arrecadamos valores e compramos retalhos e confeccionamos mantas e distribuímos. Quando conseguimos doações, levamos cobertores usados também”, conta Renatha.
Além disso, o grupo pretende oferecer também cortes de cabelo aos moradores em situação de rua. “Estamos atuando há quatro meses. Nosso grupo é formado por pessoas de vários lugares. Eu moro em Rancho Queimado, mas como aqui não tem moradores de rua, levamos em Palhoça e em Florianópolis. As roupas que ganhamos em doações e não conseguimos doar nas ruas, repassamos para famílias carentes”, diz Renatha, que faz essa ação social pelo menos uma vez por mês, com cerca de 50 marmitas por ação.
A voluntária diz que se dispõe a procurar a Assistência Social do município e vai ficar atenta aos desdobramentos das próximas reuniões. Quem quiser colaborar com o grupo da Renatha pode entrar em contato pelo e-mail renathaaa123@gmail.com.



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