Destaque no Panamericano

Equipe do Madri conquista 15 ouros e cinco pratas

e127b98a8a9fa287c17bbacd96c8a515.jpeg Foto: DIVULGAÇÃO

Com 15 ouros e cinco pratas, a equipe comandada por Cícero Santos, academia do Madri vinculada à equipe Cícero Costha Jiu-Jitsu, recebeu o troféu de segundo lugar por equipes no Campeonato Panamericano de Jiu-Jitsu, disputado no sábado (27) e no domingo (28), em Garopaba, no litoral catarinense. A competição é chancelada pela Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu Profissional (CBJJP) e pela federação internacional, a International Professional Jiu-Jitsu Federation (IPJJF).

Um dos destaques da equipe é o faixa roxa Gustavo Santos, de 19 anos. Gustavo fez cinco lutas e venceu todas por finalização, com quimono e sem quimono, tanto na categoria de peso (até 85kg), quanto no absoluto. No sábado, em combate sem quimono, ele finalizou o adversário em apenas 40 segundos de luta. No domingo, mais um show de finalizações. “Eu gosto mais de lutar sem quimono, me identifico mais. Mas foi tranquilo nas duas. A última luta foi a mais difícil, porque o cara era mais forte do que eu, mas tecnicamente não foi muito superior, então eu consegui compensar”, avalia o atleta.

Para Thiago Oliveira, as medalhas conquistadas serviram como presente de aniversário. Ele acaba de completar 18 anos, e vem lutando entre os adultos nesta temporada. “Estou lutando no adulto desde janeiro. Os caras são mais fortes, mas, em questão de técnica, não sinto muita diferença”, avalia o garoto, que compete na categoria até 69kg, faixa azul. Thiago disputou sete lutas: foi campeão na categoria sem quimono e no absoluto, e medalha de prata com quimono.

Na disputa entre a garotada da modalidade “kids”, destaque para o faixa amarela Augusto Alves, de 12 anos. Depois de vencer sua luta pela categoria 37-38kg, no sábado, Augusto encarou o desafio de disputar o cinturão, no domingo, diante de um atleta mais experiente, que já havia sido campeão em evento internacional. “A luta mais difícil foi a final de domingo. Ele era bem malandro”, analisa o pequeno lutador. “O cara tinha mais nome, acho que pesou um pouquinho. Um garoto que era campeão mundial, então a gente teve que jogar mais na estratégia do que realmente arriscar mais. Em algumas lutas, você pode arriscar mais, e em outras, não, você joga pelas regras do campeonato, porque o importante é ganhar a luta”, observa Cícero Santos.



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