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Aegea destaca força do investimento privado para universalizar saneamento em SC

Durante evento promovido pelo Floripa Sustentável, dados da apresentados pela companhia mostram como gestão técnica e investimento podem ajudar a transformar o cenário do saneamento básico no Estado

64a1c827fa75ca5eaf5232f2c9ed5eb0.jpeg Foto: DIVULGAÇÃO

O tema é urgente e tem merecido a atenção do poder público e da iniciativa privada em todo o país. O Brasil corre contra o tempo para cumprir o Marco Legal do Saneamento: até 2033, quando 99% da população deve ter acesso à água potável e 90% à coleta e tratamento de esgoto. A meta ambiciosa esbarra em realidades alarmantes — milhões de pessoas ainda vivem sem o mínimo de dignidade hídrica, enquanto doenças evitáveis se alastram e agravam desigualdades históricas. 

O debate em torno da infraestrutura do saneamento básico trouxe holofotes para a região da Grande Florianópolis durante o evento “O Desafio de Florianópolis para Cumprir o Marco do Saneamento”, organizado pelo movimento Floripa Sustentável. Em um painel que reuniu representantes das três companhias estaduais de água e esgoto do Sul do país, o diretor de Relações Institucionais da Aegea Regional Sul, Fabiano Dallazen, trouxe o impacto da participação privada no setor através de experiências bem sucedidas da Corsan/RS e da Aegea em Santa Catarina, presente em 5 importantes cidades do Estado.

Dallazen – que dividiu painel com o o presidente da Casan, Edson Moritz, e o gerente juridico geral da Sanepar, Marcos Venicio Cavassin – lembrou que, para que o Brasil cumpra o Marco Legal do Saneamento, será necessário um volume de investimento estimado em R$ 900 bilhões até 2033, conforme projeção da Associação e Sindicato Nacional das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto. Os benefícios, no entanto, justificam o esforço. Segundo estudos apresentados, o retorno socioeconômico projetado para o Brasil pode chegar a R$ 1,45 trilhão entre 2021 e 2040, incluindo melhorias na saúde pública, redução de internações por doenças de veiculação hídrica, geração de empregos diretos e indiretos, valorização imobiliária e preservação ambiental. 

O exemplo do RS e SC: foco em resultados de longo prazo

No Rio Grande do Sul, onde a Aegea está presente desde julho de 2023, o investimento já chega a R$ 2,1 bilhões, quatro vezes a média anual histórica de investimentos da Corsan pública. Até 2033, serão R$ 15 bilhões investidos no estado. Em 2 anos, já foram realizados mais de 84 mil metros de novas redes de esgoto, 27 mil novas ligações de esgoto e 73 mil metros de novas redes de água e adutoras. 

Em Santa Catarina, por sua vez, a Aegea já opera em cinco cidades do Estado – Palhoça, São Francisco do Sul, Penha, Camboriú e Bombinhas – com contratos que preveem investimentos de R$ 4 bilhões ao longo de 35 anos, além de R$ 238 milhões em outorgas ao poder público em Palhoça. Esses aportes estão direcionados para a expansão da cobertura de esgoto, construção de estações de tratamento de água, ampliação e modernização das redes e redução de perdas. “Estamos falando de planejamento de longo prazo com metas mensuráveis e transparência na execução. A região da Grande Florianópolis e todo o Estado podem se beneficiar muito de um modelo que combina controle regulatório com eficiência operacional”, afirmou.

Roberto da Luz Costa, coordenador geral do Floripa Sustentável, movimento apartidário que reúne 45 entidades da região que debatem ideias e soluções para o futuro de Florianópolis, explica que o propósito é discutir o saneamento a partir dos exemplos bem sucedidos existentes no Brasil. “Sabemos que, se permanecer o atual status quo, não vamos atingir o marco regulatório. Queremos mostrar, especialmente 

Case Baía de Guanabara: impacto ambiental e urbano

Para ilustrar o potencial transformador de uma gestão técnica e focada, o diretor apresentou o exemplo da recuperação ambiental da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, e um dos cartões postais do Brasil. Ali, a Aegea investiu R$ 2,7 bilhões exclusivamente em esgotamento sanitário, resultando em melhorias significativas na qualidade da água, no ecossistema marinho e em benefícios urbanos concretos. 

“O esgoto tratado devolve vida à natureza e valor à cidade. O impacto na Baía de Guanabara não é apenas ambiental — ele é econômico, urbano e social. A valorização imobiliária da região e a melhoria na saúde pública mostram como saneamento é um investimento estratégico e transversal”, destacou Dallazen. No país, a Aegea está presente em 838 cidades com 38 milhões de pessoas impactadas.



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