c7d35c3c3262c96d7262a15edb97f7ef.jpeg CBMSC intensifica prevenção para o Carnaval e alerta sobre perigos em áreas sem guarda-vidas

08fdefb19290de776f863b3ca66b8fdc.jpeg PRF recupera automóvel roubado no RJ e prende foragido em Palhoça

35ba1c975af36dc176fc0eaa621c9e6d.jpeg Suspeito de roubar e esfaquear policial morre em confronto com a PM

62ca7701d5bf96e7ebfdab089d38407d.jpeg PMSC lança Operação Alegria para segurança no carnaval 2026

452d7b2221ac94714721c3a11b48eac6.jpeg Filme palhocense ‘Presente’ terá sessões gratuitas em diferentes pontos da cidade

8e7014fb432b9e4e96130d5d5b12af18.jpeg Palhoça tem programação para todos os públicos, em diversos pontos

de7fdb5a96363e830838d06e8a7f2385.jpeg Carnaval: compositor palhocense tem duas marchinhas finalistas em concurso de Florianópolis

7290aaf998295aa0f9c08f6479a01c84.jpeg Motorista da Jotur escreve música falando sobre o cotidiano na profissão

815e2c79201e1010aef78b887dc69bce.jpeg Marcos Túlio: atleta com história em Palhoça e carreira internacional é destaque na Gulf Magazine

67c8c6f6631a58fe9f066a374895cfe3.jpeg Atleta mirim de Palhoça, Valentina Ferreira termina 2025 como líder do ranking mundial de Jiu-Jitsu

0c30b7bd442e1e0ab64f26f248b5b75c.jpeg “Com mais de 300 eventos, a Fesporte realmente fomenta muito o esporte catarinense”

6c7d26b35f50b8675bb8ac9032046355.jpeg Liga Palhocense faz homenagem ao saudoso jogador Aldo Silveira

d1480bb2883604410e0c21bb2fe00771.jpeg Diogo Trindade retorna do Japão com destaque mundial e muitas histórias da viagem

Comerciantes: precaução contra notas falsas

Casos estão acontecendo desde o começo do ano e são investigados pela Polícia Federal

afb44c717c78909222fa37d43d355da5.jpg Foto: REPRODUÇÃO/INTERNET

Por: Sofia Mayer*

 

A circulação de notas falsas tem sido um problema recorrente em Palhoça, segundo comerciantes do município. Os relatos de fraudes começaram a aparecer ainda em janeiro, mas, de acordo com a classe, os casos se intensificaram na primeira quinzena de março, pouco antes do anúncio de fechamento das lojas, por conta do decreto estadual para minimizar o contágio do novo coronavírus na região. As investigações foram repassadas à Polícia Federal.

Depois de três tentativas de crime em um açougue, na área central do município, funcionários conseguiram identificar a van utilizada pelo grupo de estelionatários, e denunciaram o caso à Polícia Civil. Os comerciantes revelam que os criminosos agem de forma cordial, como se fossem clientes comuns. “Fazem a gente trabalhar para eles”, lembra um dos trabalhadores. Depois das ocorrências, o estabelecimento investiu em uma caneta identificadora para que as notas falsas possam ser verificadas “sem constranger outros clientes”. 

Considerando a quantidade de ocorrências registradas em Palhoça, outro comércio, também no Centro do município, começou a se precaver e adquiriu uma máquina, com detector UV, que identifica as notas adulteradas. “O aparelho é extremamente barato, não elimina sozinho todas as falsas. Mas é mais um recurso, junto ao tato, visão e observação dos pontos de segurança das cédulas”, contextualiza o proprietário. O estabelecimento foi alvo de tentativas de golpe duas vezes: a primeira aconteceu no dia de divulgação do decreto estadual que previa o fechamento do comércio catarinense. “Com todo mundo assustado, acabou passando”, admite. Na semana passada, em uma nova ocorrência, os funcionários se deram conta do estelionato antes de aceitar o dinheiro falso. 

A alta frequência dos crimes na região fez com que os funcionários do estabelecimento passassem a treinar a análise das notas. “Ainda não pegamos nenhuma falsa após isso (a compra da máquina), mas conseguimos comparar com a nota que pegamos há alguns dias”, afirma. O comerciante acredita que os criminosos agem em grupo, se revezando nas tentativas de golpe. Hoje, todo o dinheiro em espécie recebido é conferido de forma individual. 

Só neste ano, em Palhoça, pelo menos oitos ocorrências do tipo foram repassadas à Polícia Federal. Um inquérito policial foi instaurado e está em andamento para tratar dos casos. A pena para o crime de circulação de moeda falsa pode variar entre três e 12 anos de reclusão, além de multa aos agentes criminosos. 

Os casos de estelionatos têm sido verificados com constância em toda a Grande Florianópolis. Nesta semana, três homens foram presos e conduzidos à delegacia da Polícia Federal, na Capital, após realizarem compras em comércios de São José com notas de 100 reais adulteradas. À ocasião, ainda foram localizados R$ 1.569, em espécie, resgatados como troco nos golpes aplicados. 

 

* Sob a supervisão de Luciano Smanioto

 

Quer participar do grupo do Palhocense no WhatsApp?
Clique no link de acesso!



Tags:
Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ae88195db362a5f2fa3c3494f8eb7923.jpg