0322521c4527e3d1b19e3faa8269b9d7.jpeg Alerta: descarte incorreto na rede de esgoto pode causar problemas

9623f2ed7954270c6e3e8fb7c69308d1.jpeg Águas de Palhoça reforça cuidados com a caixa de gordura

2f0e7d053512939ee6702563dfe1133b.png Manutenção exigirá interdições no Contorno Viário da Grande Florianópolis

06a4d2f75242e547a2aa22d68a05620c.jpeg Forza realiza Summit para apresentar nova Linha Agro e discutir o futuro da produtividade no campo

87751595589c0b499a710a6d202b006a.jpg Caravana de Verão da Águas de Palhoça retorna à Guarda do Embaú com diversão e consciência ambiental

dc4292be13559a740ba0c6de50a91f02.jpeg Verão UniSul leva serviços, bem-estar e sustentabilidade ao litoral catarinense

829453d2747da4cf772c0b4a55a1eda8.jpg Armin van Buuren retorna ao Brasil como headliner do Nox na Arena Opus

06a9eed7dbb32c30f94732c6574daf2c.jpeg Arena Opus 2026: calendário diverso e novidades para manter SC na rota dos grandes shows

47b3db7dd68b4da5afeaeb70d6f60f3d.jpeg INFNTY: Florianópolis recebe festival inédito com Vini Vici, Wrecked Machines, Ratier e Eli Iwasa

d3f12cb8e9fb4c9b690e1931adc98df4.jpeg Campanha de Natal da Pastoral Povo da Rua mobiliza Palhoça

67c8c6f6631a58fe9f066a374895cfe3.jpeg Atleta mirim de Palhoça, Valentina Ferreira termina 2025 como líder do ranking mundial de Jiu-Jitsu

0c30b7bd442e1e0ab64f26f248b5b75c.jpeg “Com mais de 300 eventos, a Fesporte realmente fomenta muito o esporte catarinense”

6c7d26b35f50b8675bb8ac9032046355.jpeg Liga Palhocense faz homenagem ao saudoso jogador Aldo Silveira

d1480bb2883604410e0c21bb2fe00771.jpeg Diogo Trindade retorna do Japão com destaque mundial e muitas histórias da viagem

4a29efe383e7860d17e5bf2eb2573998.jpeg Guarani de Palhoça conhece regulamento da Série B do Catarinense de 2026

Comerciantes: precaução contra notas falsas

Casos estão acontecendo desde o começo do ano e são investigados pela Polícia Federal

afb44c717c78909222fa37d43d355da5.jpg Foto: REPRODUÇÃO/INTERNET

Por: Sofia Mayer*

 

A circulação de notas falsas tem sido um problema recorrente em Palhoça, segundo comerciantes do município. Os relatos de fraudes começaram a aparecer ainda em janeiro, mas, de acordo com a classe, os casos se intensificaram na primeira quinzena de março, pouco antes do anúncio de fechamento das lojas, por conta do decreto estadual para minimizar o contágio do novo coronavírus na região. As investigações foram repassadas à Polícia Federal.

Depois de três tentativas de crime em um açougue, na área central do município, funcionários conseguiram identificar a van utilizada pelo grupo de estelionatários, e denunciaram o caso à Polícia Civil. Os comerciantes revelam que os criminosos agem de forma cordial, como se fossem clientes comuns. “Fazem a gente trabalhar para eles”, lembra um dos trabalhadores. Depois das ocorrências, o estabelecimento investiu em uma caneta identificadora para que as notas falsas possam ser verificadas “sem constranger outros clientes”. 

Considerando a quantidade de ocorrências registradas em Palhoça, outro comércio, também no Centro do município, começou a se precaver e adquiriu uma máquina, com detector UV, que identifica as notas adulteradas. “O aparelho é extremamente barato, não elimina sozinho todas as falsas. Mas é mais um recurso, junto ao tato, visão e observação dos pontos de segurança das cédulas”, contextualiza o proprietário. O estabelecimento foi alvo de tentativas de golpe duas vezes: a primeira aconteceu no dia de divulgação do decreto estadual que previa o fechamento do comércio catarinense. “Com todo mundo assustado, acabou passando”, admite. Na semana passada, em uma nova ocorrência, os funcionários se deram conta do estelionato antes de aceitar o dinheiro falso. 

A alta frequência dos crimes na região fez com que os funcionários do estabelecimento passassem a treinar a análise das notas. “Ainda não pegamos nenhuma falsa após isso (a compra da máquina), mas conseguimos comparar com a nota que pegamos há alguns dias”, afirma. O comerciante acredita que os criminosos agem em grupo, se revezando nas tentativas de golpe. Hoje, todo o dinheiro em espécie recebido é conferido de forma individual. 

Só neste ano, em Palhoça, pelo menos oitos ocorrências do tipo foram repassadas à Polícia Federal. Um inquérito policial foi instaurado e está em andamento para tratar dos casos. A pena para o crime de circulação de moeda falsa pode variar entre três e 12 anos de reclusão, além de multa aos agentes criminosos. 

Os casos de estelionatos têm sido verificados com constância em toda a Grande Florianópolis. Nesta semana, três homens foram presos e conduzidos à delegacia da Polícia Federal, na Capital, após realizarem compras em comércios de São José com notas de 100 reais adulteradas. À ocasião, ainda foram localizados R$ 1.569, em espécie, resgatados como troco nos golpes aplicados. 

 

* Sob a supervisão de Luciano Smanioto

 

Quer participar do grupo do Palhocense no WhatsApp?
Clique no link de acesso!



Tags:
Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ae88195db362a5f2fa3c3494f8eb7923.jpg