Candidatos falam sobre segurança

Nossos candidatos a prefeito apresentam nesta semana suas soluções pensadas para a questão da segurança. Que o futuro transforme as propostas do eleito em ações práticas e imediatas!

c41a6f7ad35e09ced0a72f43c9debb01.jpg Foto: SECOM/DIVULGAÇÃO

Coronel Ivon - PSL
Palhoça cresceu muito e o poder público nem sempre acompanhou de maneira efetiva e coordenada esse crescimento. Muitas pessoas chegam até a cidade à procura de emprego, moradia e qualidade de vida, mas sabemos que a realidade nem sempre é essa, o que faz surgir problemas sociais, como a falta de segurança pública. Certos locais da cidade já são pontos conhecidos de tráfico de drogas, furtos e roubos. Nossa população precisa ter segurança para trabalhar e garantir o seu sustento. Sabemos que nossa Polícia Militar faz um excelente trabalho, mas com um efetivo reduzido. Neste ano foi criada a Guarda Municipal, mas que na prática ficou só no papel pela atual gestão, isso porque as vagas não poderão ser operadas, em todo o país, devido à lei de 2020 que impede a criação de cargos que impliquem no aumento de despesas. Vamos deixar a cidade mais segura, investindo em tecnologia e força humana. Mas, será a união entre o poder público e a população que fará a grande diferença. Nossas principais propostas são a criação do Gabinete de Gestão Integrado do Município, com a participação de representantes de Polícia Militar, Polícia Civil, Bombeiros, Acic, representante da Câmara de Vereadores, Defesa Civil, órgãos jurídicos, etc., sob a liderança do secretário de segurança pública. Vamos propor também a criação do Programa Câmera Cidadã, para que cidadãos e cidadãs palhocenses possam compartilhar os sinais das câmeras  instaladas em suas residências e comércios com a PM e a Guarda Municipal para auxiliar no monitoramento, por meio de software de última geração, no combate à criminalidade. Além disso, nossas ações incluem monitorar o trânsito e a segurança pública, para isso criaremos um Centro de Operações e Controle, que utilizará tecnologia de monitoramento de câmeras distribuídas pela cidade. O objetivo é auxiliar no patrulhamento e controle do tráfego de veículos e pedestres e colaborar com o trabalho da Guarda Civil.


Eduardo Freccia - Coligação Palhoça Avançando Ainda Mais
A criminalidade vem aumentando consideravelmente em todo o Brasil, e em Palhoça não é diferente, decorrente da grave crise econômica que o país enfrenta, das leis que muitas vezes protegem os bandidos, da morosidade do Judiciário em punir quem comete delitos. A função da segurança pública é responsabilidade do governo do estado, mas como em SC o governador Moisés é omisso em defender os palhocenses, a segurança pública também será nosso compromisso. Com o prefeito Camilo, já mostramos isso, sabemos como fazer. Na última semana, a Prefeitura comprou seis novas viaturas, além de realizar campanhas de conscientização e treinamento dos agentes para prestar melhor serviço à sociedade. Vamos ampliar a parceria com as polícias Civil e Militar, combatendo a criminalidade e trazendo segurança. Como prefeito, vou dar continuidade às ações de segurança pública que o prefeito Camilo Martins iniciou na cidade. Mesmo com a luta diária dos policiais civis e militares de nossa cidade, o governo do estado deixou muito a desejar nesse assunto. Falta efetivo, falta viatura, falta vontade do governador Moisés de ver o povo de Palhoça mais seguro. Por causa dessa omissão, a Prefeitura de Palhoça teve que agir e fazer mais do que é seu dever. Criamos os agentes de trânsito, liberando os PMs para atuarem exclusivamente no combate ao crime. Criamos a Guarda Municipal, para proteção dos espaços públicos e a segurança de nossa gente. Com o apoio da Câmara de Vereadores, compramos equipamentos e novas viaturas para guardas municipais e as polícias Civil e Militar - isso com a economia que fizemos nos últimos anos. Com o apoio do delegado Cláudio Monteiro, nosso coordenador de segurança, em breve iremos instalar câmeras de vigilância por toda cidade, com monitoramento intensivo em parceria com a PM.

 

Jailson Rodrigues - PT
Nossa proposta para a segurança pública está baseada no respeito aos direitos do ser humano e à vida e à promoção da segurança cidadã e da cultura da paz. Defendemos a promoção de valores éticos, culturais e de cidadania como fatores de proteção da sociedade, além do envolvimento compartilhado do poder público, das polícias e da sociedade civil organizada. Nosso plano é promover políticas de prevenção e contenção da violência em todos os níveis e, para isso, investir em equipamentos, inteligência e infraestrutura. Vamos incentivar a capacitação dos agentes responsáveis pela segurança, a implantação de políticas sociais voltadas aos adolescentes e jovens e a geração de emprego e renda. Nosso governo promoverá ações visando implementar “núcleos de paz”, com o intuito de incentivar a participação da sociedade civil na discussão; fortalecer os Consegs, no debate para a resolução dos problemas de segurança pública, elaborando programas que visem ao desenvolvimento e à inclusão social, respeitando as características regionais. Outro objetivo dos núcleos será promover a formação de facilitadores para a resolução dos conflitos, identificando-os e compartilhando soluções entre os atores envolvidos. Vamos criar e fortalecer um órgão de Articulação de Políticas de Prevenção de Violência Urbana; criar o Sistema Integrado de Monitoramento, para contenção e prevenção da violência através da Guarda Municipal. Nosso Plano Municipal de Segurança tem o objetivo de ter a Guarda Municipal atuando sempre com uma proposta preventiva e comunitária, promovendo a cultura da paz em toda a cidade, e o de criar uma rede de monitoramento por câmera. “Vou estabelecer um plano de gestões junto ao governo estadual, com o objetivo de fazer com que os órgãos das polícias Civil, Militar e Científica e do Corpo de Bombeiros sejam fortalecidos. Deste modo, pretendemos suprir as deficiências, bem como consolidar políticas públicas para articulação de reciprocidade entre município e estado”, reflete.

 

Jean Negão - Patriota
Todo crescimento tem seus efeitos e consequências. Quando o crescimento é desordenado, no caso de Palhoça, fruto da irresponsabilidade das administrações públicas, o resultado é prejudicial à qualidade de vida dos cidadãos. Faltam vagas nas creches, o atendimento da saúde é precário, falta emprego e oportunidade de trabalho. O reflexo é imediato na segurança, pois o estado de abandono promove o aumento da criminalidade e a desordem pública. Só nos últimos 10 anos, o município teve um aumento de 38 mil habitantes, segundo o IBGE. Diferente do que ocorreria nos anos 1990, nos últimos tempos passamos a conviver com notícias frequentes de ocorrência de homicídios, tiroteios nas vias públicas, em plena luz do dia, além de grandes apreensões de drogas pesadas como craque, cocaína e maconha. Palhoça virou notícia nos programas policiais da TV. Nosso governo irá combater a criminalidade e a desordem pública fomentando a educação, gerando oportunidade para crianças e jovens no período do contraturno escolar e incentivando as empresas a gerar emprego e desenvolvimento. Vai investir em tecnologia e informação para monitorar os acontecimentos em tempo real e dar resposta mais objetiva e rápida aos acontecimentos ilícitos na cidade. “Vou interligar os bairros da cidade por câmeras de monitoramento ligadas a uma central onde as forças de segurança, trabalhando em conjunto, poderão dar uma resposta imediata aos acontecimentos”, destaca Jean Negão. Será preciso também auxiliar as polícias Civil e Militar na aquisição de equipamentos modernos para ampliar a capacidade de atuação dessas forças de segurança, que contarão com o reforço dos agentes da Guarda Municipal, devidamente regularizada perante a lei, e treinada de forma específica para reforçar o processo de manutenção da ordem pública.


Luciano Pereira - Avante
O momento que vivemos em segurança pública, hoje, no município de Palhoça é ruim devido a uma população mal assistida em outros setores, como na educação e na assistência social. O que acaba interferindo diretamente no comportamento dos cidadãos, fragilizando e sobrecarregando o sistema de segurança. Além de deixar os palhocenses inseguros, também coíbe o crescimento do comércio local. Há comerciantes que têm “medo” de abrir sua loja por causa desses pequenos furtos que ocorrem diariamente. Não há como desenvolvermos economicamente Palhoça sem antes criarmos políticas sociais que ajustem essa situação. 
A precariedade na criação de políticas sociais desestabiliza a segurança pública. Enquanto nós, como município, não agirmos na causa, na raiz, a segurança sempre será insuficiente.
Para melhorar a segurança pública, quero trabalhar em conjunto com a Polícia; contratar mais guardas municipais; criar políticas sociais para combate e prevenção às drogas; ter abrigos para moradores de rua não ficarem dormindo nas portas dos comércios locais e também para dar conforto a essas pessoas, que não têm onde ficar; instalar câmeras de segurança em pontos estratégicos da cidade; instalar bases móveis da guarda municipal; e investir fortemente em educação. Políticas sociais e de educação devem andar juntas para que consigamos atingir nosso objetivo.

 

Rangel Medeiros - PSol
A segurança pública é um problema nacional, e Palhoça tem sofrido cada vez mais com a falta de segurança. A cidade cresceu e pouco investiu nessa área. Embora o município não tenha poder de polícia, é possível implementar uma política de segurança de forma colaborativa, de modo a aumentar a eficiência. Por exemplo: a implementação de um sistema municipal de monitoramento que disponibilize informações para as forças de segurança estaduais.
O uso inteligente da guarda de trânsito ou Guarda Municipal pode também colaborar no reforço da segurança, através de patrulhamento e ações de fiscalização, reforçando o caráter preventivo das ações. Os bairros da região Sul, onde ficam as praias, por exemplo, sentem falta da presença de patrulhamento, principalmente na temporada. Nas escolas, poderia se intensificar a presença da guarda, especialmente em horários de entrada e saída das aulas.
Outras medidas simples, mas bastante eficazes, são: melhorar a iluminação nos bairros; limpeza de terrenos baldios; urbanizar e revitalizar áreas periféricas da cidade; melhorar a assistência social para pessoas em situação de rua e usuários de drogas, em colaboração com as instituições de caridade da sociedade. Além disso, pode-se também criar roteiro de vistoria da Guarda Municipal nas praças públicas e intensificar apoio aos Conselhos Municipais de Segurança (Consegs).


Repórter Sérgio Guimarães - PL
A segurança pública é tratada como um problema do governo estadual, por conta do artigo 144 da Constituição, que atribuiu aos governos estaduais a responsabilidade pelas polícias Civil e Militar, que são as partes mais visíveis do sistema e as principais responsáveis pela manutenção da ordem pública. Com o aumento da criminalidade, os municípios devem atuar de forma mais intensa na segurança. Implantaremos o Plano “Palhoça Segura” 2021/2022. A escolha de se fazer um plano de segurança bienal, e não quadrienal, deu-se pela dinâmica da criminalidade e a necessidade do município em se ajustar a eventuais fenômenos e necessidades não contempladas no plano. Dessa forma, a revisão do plano na primeira metade do mandato é significativa. O Plano “Palhoça Segura” inicia com alocação de aproximadamente 20 guardas municipais ou agentes de trânsito para a realização diária de patrulhamento nos centros comerciais, onde são registrados os maiores índices de furto e roubo. O horário de atuação coincidirá com o de funcionamento do comércio. Vamos redimensionar o patrulhamento escolar, dando maior aporte de recursos ao policiamento escolar, tornando referência em prevenção da violência nas escolas e seu entorno, na medida em que se relacione e mantenha diálogo com a comunidade de professores, funcionários, pais e alunos. Será dada ênfase às escolas localizadas em áreas com maior índice de criminalidade. Implantaremos o Centro de Operações Policiais e Monitoramento, para realizar a vigilância eletrônica permanente das vias, patrimônios e espaços públicos. Outra ação será o Projeto de Proteção dos Jovens em Território Vulnerável (Protejo), que faz parte do Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci), desenvolvido pelo Ministério da Justiça e prestará assistência, por meio de programas de formação e inclusão social, a adolescentes e jovens expostos à violência doméstica ou urbana, à cooptação pelo tráfico de drogas, ou que vivam nas ruas.

 

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