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Curva de contaminação ainda não atingiu seu pico

Estudo da Ufsc cita Palhoça e mostra que situação da Covid-19 ainda é muito preocupante em SC

0846e66ddd31324479f8a63945822d20.jpg Foto: ARTE/JPP

Na 13ª edição do seu boletim da Covid-19 em Santa Catarina, divulgada na segunda-feira (3), com números analisados até o dia 1º de agosto, o Núcleo de Estudo de Economia Catarinense (Necat) da Universidade Federal de Santa Catarina (Ufsc) demonstra preocupação com o avanço da doença na Grande Florianópolis, e destaca Palhoça em alguns aspectos.

O município anunciou, nesta quarta-feira (5), mais três mortes em decorrência dos efeitos provocados pelo novo coronavírus; já são 33 mortes em Palhoça, desde o início da pandemia. As três mortes informadas nesta quarta-feira são de mulheres, com idade de 77, 75 e 59 anos; uma delas residente no Caminho Novo, e as outras duas, na Ponte do Imaruim.

O município registra 2.902 casos de Covid-19, sendo que 1.594 pessoas estão recuperadas e 1.275 seguem sendo monitoradas pelas autoridades em saúde. O município já realizou 6.167 testes, descartando 2.877 suspeitas – outras 361 pessoas aguardam o resultado dos exames.

Em Santa Catarina, há 95.410 casos confirmados de infecção pelo novo coronavírus, sendo que 82.803 pacientes estão recuperados e 11.301 continuam em acompanhamento. Desde o início da pandemia, 1.306 óbitos foram causados pela Covid-19. Com isso, a taxa de letalidade no estado é de 1,37%.

O local com a maior quantidade de pessoas que já contraíram Covid-19 é Joinville, que registra 8.196 casos, seguida por Blumenau (5.845), Balneário Camboriú (4.573), Chapecó (4.086), Itajaí (3.891), Florianópolis (3.823), Criciúma (2.973), Palhoça (2.902), Brusque (2.780) e São José (2.767).

Há 1.387 leitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em todo o estado, dos quais 1.163 estão ocupados, sendo 527 por pacientes com confirmação ou suspeita de Covid-19. A taxa de ocupação geral é de 83,9% e há 224 leitos vagos atualmente.


Estudo da Ufsc

O boletim do Necat aponta que, em julho, a Capital reduziu sua participação no total de número de casos da microrregião da Grande Florianópolis, muito em função do aumento dos registros nas cidades conurbadas, “com destaque para a cidade de Palhoça, que passou a integrar o grupo dos 10 municípios com maior número de casos no estado e a responder por 24% de todos os registros oficiais da microrregião”.

Segundo o estudo da Ufsc, o registro de casos em solo palhocense aumentou em 23% em julho. O jornal Palhocense fez um cálculo independente, com números apresentados até o dia 1º de junho, quando a situação ainda era “calma”, com 186 casos e apenas uma morte; depois, até o dia 3 de julho, com 936 casos e seis mortes; e por fim, até o dia 5 de agosto, com 2.902 casos e 33 mortes.

Ou seja, o mês junho apresentou 750 casos, contra 186 até então, um número quatro vezes maior do que o registrado entre os meses de março, abril e maio juntos. Isso considerando que o número de testes não foi ampliado em grande proporção, o que significa um alto percentual de detecção de contágio (em torno de 42% dos testes deram positivo).

Em julho, a escalada foi ainda maior, com 1.966 casos detectados de Covid-19 em 3.091 testes, o que significa uma taxa de 63% de confirmações. O número de mortes também foi muito maior, com 27 mortes no período, contra seis até então.

O Necat também estudou a relação de número de casos a cada 100 mil habitantes, para as 10 cidades que apresentavam os maiores registros oficiais até 30 de julho. Palhoça apresentava, até o final de julho, a média de 1.341 casos a cada 100 mil habitantes; a sexta maior média do estado. “O conjunto das informações analisadas nesse boletim revela a aceleração da Covid-19 em Santa Catarina, especialmente no mês de julho”, concluem os especialistas da Ufsc. “Em síntese, todas as informações consideradas no presente boletim estão indicando que o nível de expansão da doença no estado de Santa Catarina, que sofreu forte aceleração no mês de julho, deverá continuar no mesmo ritmo nas próximas semanas, significando que a curva de contaminação ainda não atingiu seu pico. Por isso, entende-se que as medidas de controle da contaminação não podem ser relaxadas, especialmente naquelas microrregiões e municípios com grau elevado de contágio”, finaliza o documento. Portanto, todo cuidado é pouco! Faça sua parte!

 

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