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Égua encontrada debilitada passará por eutanásia

Durante toda a segunda-feira (31), profissionais da Prefeitura estiveram medicando e tentando fortalecer o animal, que se encontrava caído em pasto, na Pedra Branca

a08b7387b8e38f181701607e4777443d.jpg Foto: Flávio Lengruber

A intensa mobilização das equipes da Diretoria de Bem Estar Animal e da cavalaria da Polícia Militar de Santa Catarina (PM/SC), durante toda a segunda-feira (31), não foi suficiente para salvar a vida de uma égua, que se encontrava caída em um pasto, na Pedra Branca. De acordo com a Prefeitura, como o animal não estava reagindo à medicação aplicada pela equipe veterinária, os proprietários e profissionais envolvidos optaram pela realização de eutanásia.

A operação começou ainda durante a manhã, após solicitações de locais, e se estendeu até o início da noite. A ação se deu através do convênio firmado, em agosto, entre a PM e a Prefeitura de Palhoça para recolhimento de equinos em situação de maus tratos e abandono. De acordo com a Diretoria de Bem Estar Animal, não foram constatados maus tratos: “O animal está doente, não está reagindo à medicação, ao alimento. E, com o consentimento do proprietário, a equipe, junto à veterinária, decidiu pela eutanásia, para acabar com o sofrimento”, explicam.

Há pouco tempo, o animal já havia sido recolhido pela cavalaria. Na ocasião, ele parecia saudável e foi levado por estar em via pública. De acordo com os profissionais da Prefeitura, não há justificativa para a magreza e fraqueza excessivas, e imaginam que a égua deva ter se debilitado após voltar para o dono. A cavalaria descartou situação de anemia.

Profissionais envolvidos no resgate contam que o equino estava muito fraco, e mal conseguia se movimentar: “Não fica em pé, e para levar na carrocinha é complicado também com o cavalo deitado”, informou Ronaldo César Laurindo, da Diretoria de Bem Estar Animal de Palhoça, durante a ação, ainda pela manhã. A égua estava caída em um pasto entre as ruas Jair Hamms e Martinho de Haro, no Passeio Pedra Branca.

 

Denúncias

Há cerca de um mês, pouco antes das ações integradas começarem no município, havia cerca de 30 cavalos no local, de acordo com relato de uma popular. Emocionada, a moradora informou à equipe de reportagem que os bichos não recebem água, e se limitam a comer grama do pasto. “Crianças pegam e batem neles com paus, sem o cavalo fazer nada. E eles são super mansinhos, uns amores, dá vontade de chorar, porque eu fico bem triste com essa situação”, lamenta em vídeo postado nas redes sociais do jornal Palhocense.

Quem mora em frente ao local revela que situações de crueldade são comuns. É o caso de uma leitora que, nesta segunda, flagrou um menino batendo no animal com uma corda: “Já vi vários maus tratos aqui na frente e nunca consigo atendimento por telefone, pois o número da polícia só chama e ninguém atende”, revela.

 

Convênio

Em agosto, o convênio firmado entre a Prefeitura de Palhoça e a cavalaria da PM começou a ser executado. Os animais recolhidos nas operações são encaminhados para a Coudelaria da PM/SC, situada em São Pedro de Alcântara, onde passam por quatro tipos de exames de saúde; lá eles permanecem em quarentena, por questões sanitárias, e são soltos em piquetes para expressarem seu comportamento natural, recebendo todos os cuidados.

Após todo o tratamento, esses equinos ficam disponíveis para adoção responsável, que acontece junto à Secretaria do Bem-Estar Animal de Palhoça.

A Prefeitura informou que, desde o início do projeto, já foram recolhidos 11 cavalos: dois deles sofriam de maus tratos, e nove estavam soltos em via pública. A Diretoria de Bem-Estar Animal esclarece que os dois animais vítimas de maus tratos não retornarão aos donos, tendo em vista que não cuidavam adequadamente dos animais. Dos outros nove, seis já voltaram aos proprietários após exames junto à cavalaria.

Três cavalos foram identificados pelos donos e estão aguardando o resultado dos exames para serem devolvidos. A Prefeitura lembra que todo animal recolhido gera ao proprietário que reivindicar posse uma multa de R$ 300, mais valores gastos com exames médicos. Além disso, é necessário provar que o cavalo tem um local adequado para ficar.

A diretoria conta ainda que, desde o início das operações de recolhimento, o número de denúncias de animais soltos em vias públicas de Palhoça diminuiu consideravelmente. O Município ressalta que os chamados devem ser feitos pelo número (48) 3242-1512.

 

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Créditos: Flávio Lengruber Flávio Lengruber
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