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Líder indígena de RO visita Morro dos Cavalos

Almir Suruí prestou apoio à candidatura da liderança indígena local Eunice Antunes

77093264c7d8050cec9a361229f18bb1.JPG Foto: NORBERTO MACHADO

Depois de percorrer o estado em busca de apoio para sua candidatura, a candidata do PSol à Câmara Federal Eunice Antunes reuniu eleitores na Terra Indígena (TI) do Morro dos Cavalos na última terça-feira (25). O encontro foi marcado pela visita ilustre da liderança indígena Almir Suruí, do povo paiter suruí, de Rondônia.

Almir, liderança reconhecida internacionalmente (já recebeu prêmio concedido pela Sociedade Internacional de Direitos Humanos), foi convidado pela coordenação do curso Licenciatura Intercultural Indígena do Sul da Mata Atlântica, da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), para vir até Florianópolis e relatar aos 45 alunos do curso a experiência da Terra Indígena Sete de Setembro, em Cacoal (RO). “Temos trabalhado muito essa questão de território, ambiente, sustentabilidade, manejo das terras indígenas, e ele tem um projeto maravilhoso”, elogia a antropóloga Edeviges Ioris, coordenadora da Licenciatura Indígena. A antropóloga considera a Sete de Setembro como o primeiro grande projeto de sustentabilidade em TI, alicerçado na tríade estudo, diagnóstico e planejamento. “É um projeto único. É uma inspiração, de como pensar nessa questão de sustentabilidade, porque eles têm metodologia que desenvolveram, com um planejamento que eles fizeram por 50 anos, com estratégias, áreas de atuação, envolvimento, está lindo”, elogia a coordenadora, que batalha para transformar o projeto (da licenciatura) em um curso regular dentro da UFSC (a primeira turma iniciou em 2000 e se formou em 2014, e a segunda turma iniciou os estudos em 2016, com formatura prevista para 2020).

Além de falar sobre assuntos como políticas públicas, direitos indígenas e gestão de território, Almir Suruí também falou aos estudantes sobre o filme nacional “Ex-Pajé”, filmado na aldeia em Rondônia, e que conta a história de um pajé que passa a questionar sua fé depois do primeiro contato com os brancos. Almir também recebeu convite para participar da sequência da superprodução Avatar, que deve ter cenas com índios brasileiros (do Pará) defendendo a Amazônia.

Almir não estará entre eles. Não aceitou o convite de Hollywood, mas não poderia recusar o convite da ex-cacique da TI Morro dos Cavalos. Especialmente neste momento, em que a comunidade indígena vive a esperança de ser representada no parlamento brasileiro - nestas eleições, há 130 candidatos indígenas; 40 mulheres. “A população brasileira precisa refletir isso, eleger lideranças e membros das comunidades indígenas que estão concorrendo na eleição ao Congresso, para que sejam pessoas que possam trazer o diálogo a outros setores. Temos que entender que o país é de todos, o que falta é esse diálogo. Não somos contra o desenvolvimento. Vejo que a maneira como foi feita a reforma agrária no passado é que é a grande culpada, e o governo tem que tomar posição e rever tudo isso”, reflete Almir. “É um desafio para a gente criar e implementar uma experiência que pode mostrar que é possível fazer o desenvolvimento sustentável com menos impacto social e ambiental, fortalecendo a economia”, acredita o líder indígena.

A candidata Eunice Antunes comemora a presença de Almir na comunidade. “Já tinha marcado para conversar com a comunidade do Morro dos Cavalos, para falar da minha candidatura. Visitei todo o estado, fiz o lançamento da minha pré-candidatura aqui no Morro e depois fui fazer campanha no estado todo e não fiz essa conversa de campanha com a minha comunidade. Então hoje a gente decidiu fazer essa conversa, da importância da campanha e das propostas que eu tô levando, que é a questão dos direitos, da sustentabilidade da comunidade, da questão ambiental; que é a proposta agroflorestal, como a gente pode se sustentar da floresta sem destruir. E o Almir Suruí vem muito nesta linha de ação, ele caminha pelo Brasil todo e em outros países falando sobre a importância da preservação e que é possível sobreviver no meio da floresta sem desmatá-la”, diz a candidata. “Foi uma coincidência muito boa ele estar aqui na universidade e achamos que seria muito importante ele vir até a comunidade”, reforça.

Durante o encontro, a candidata também aproveitou para colocar adesivos nos carros dos apoiadores da campanha.

 



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