0393d00187dee055705a671616925ddb.jpeg Polícia Civil prende mulher por tráfico de drogas na Guarda do Embaú

46e8108977ec73bca7d4cc311d776cbb.jpeg Água Mineral Imperatriz reúne imprensa local em visita à produção

b4ee061ccebfbeebf719ea47f16e39ff.jpeg Advogado de SC lança livro que coloca o leitor no centro das decisões do STF

3ae7b69311f868ea23cf630d56cfc1fc.jpeg Casal com carro emplacado em Palhoça é preso com 37 quilos de cocaína no Rio Grande do Sul

79f4781901acc0c01ba493e35c8e6d38.jpg Crise sem precedentes afeta retirada de ostras no litoral de Santa Catarina

1de8a5fb0616fb654b18de8e40cc1184.jpeg ViaCatarina recebe feira do mel, artesanato e produtos coloniais

6c237aba2410f0a6dd60fafc42be7b7d.png Instituto Vó Francisca promove ações gratuitas de educação e cultura

656bd48614357452f50442dd072e2662.jpeg Clássicos e canções autorais são os destaques da segunda audição ao vivo do Festival Canta Palhoça

57424e08d89ed0218ef959ddb319c373.jpeg As memórias afetivas da New Time serão ativadas neste sábado (4)

3cd9575ab8132248d4020bff68c5ed02.jpeg Amaro Junior, presidente da FMEC: “O esporte palhocense tem pressa”

36c739bef1f0c87ea08f2c48181c0346.jpeg Tainá Hinckel é campeã sul-americana e embarca em nova competição pela WSL

c96f45d7c75c8cc164c223040a659a6c.jpeg Jovens de Palhoça conquistam vaga no Campeonato Brasileiro

77577611f48e142ca7b3afc143f1716f.jpeg Amaro Junior celebra os 98 anos de fundação do Guarani de Palhoça com festa e inauguração de quadra

54c609be901fd1df2a06a9fb5d482f83.jpeg Esgoto no mar: impactos da falta de saneamento para os oceanos

1803601cd1574c8340cac0577522a314.jpeg Conheça mais sobre a importância do tratamento de esgoto

3ab2a48b41276f36aac6c9c86f50d031.jpeg Entenda a importância dos reservatórios de água no sistema de abastecimento

a696ea6f3bb7c9ca79cca425f4195ab2.jpeg Você sabe o que é perda de água? Entender ajuda a preservar

95f59da0932c211e30ed299e1e04a66c.jpeg A história do vaso sanitário e a evolução do saneamento nas civilizações

Morte de aves no Parque do Aririú preocupa

Moradores constatam semelhanças com o ocorrido do ano passado, no lago da Pedra Branca

21f2a5848fa7d7d78566cfb93504ef2f.jpg Foto: SOFIA MAYER

Texto: Sofia Mayer*

 

Moradores do loteamento Schutz, no Aririú, andam preocupados com a morte repentina de aves aquáticas nos dois lagos do Parque Aririú. Com um número de animais originalmente pequeno (cerca de 30 nos dois lagos do local), a morte de quatro aves, em fevereiro, em menos de uma semana, assustou a comunidade. A situação gera receio também por conta dos casos de botulismo verificados, em maio de 2019, nos lagos da Pedra Branca, quando áreas chegaram a ser interditadas para tratamento. 

Uma das pessoas inquietas com o cenário é Cíntia Silva, moradora do loteamento, que tem o hábito de passear pelo local. “A situação preocupa, pois as mortes foram todas na sequência, o que faz a gente pensar que tem algo de errado na água”, desabafa. A moradora chegou a abrir um chamado na Prefeitura no dia 17 de fevereiro, mas ainda não teve resposta.

Adilson Guanabara também mora nas proximidades e utiliza o parque para realizar oficinas de pintura com as crianças da comunidade. Segundo ele, o problema pode ser decorrência da alimentação inadequada dos animais. “Acredito que tenha sido causado pelo fermento de pão que os moradores jogam no lago pros peixes”, pondera. Dentre as aves presentes no local, Guanabara destaca a presença de espécies silvestres e aquáticas, como gansos, patos e marrecos. 

A Vigilância Sanitária e Epidemiológica de Palhoça vai investigar a situação e, se necessário, repetir as medidas tomadas nos lagos da Pedra Branca, com isolamento da área e tratamento adequado da água.

A Prefeitura assegura que não colocou animais no açude, e que esses podem ter migrado de forma natural ou podem ter sido inseridos pelos próprios moradores. 

Caso na Pedra Branca 

Em maio de 2019, uma força-tarefa decidiu interditar partes da área dos lagos até a descontaminação do local. Na época, foi constatada a presença da bactéria Clostridium botulinum, causadora do botulismo, nos animais encontrados mortos no local.

Tiago Carvalho, diretor de Infra-estrutura e Segurança da Associação dos Moradores da Pedra Branca (AMO), afirma que a questão na Pedra Branca foi solucionada, embora a fauna local tenha sido comprometida. “Aparentemente, foi resolvido o problema, mas infelizmente não sobraram patos, que eram os ‘termômetros’ pra saber. Os gansos, que são mais resistentes, foram colocados em quarentena e depois reintroduzidos”, conta. Foram instalados aeradores nos lagos para oxigenar a água e impedir que a bactéria se prolifere.

 

* Sob a supervisão de Luciano Smanioto



Tags:
Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ae88195db362a5f2fa3c3494f8eb7923.jpg