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Nação Guarani se movimenta em expectativa para o Carnaval 2022

A escola de samba palhocense vem anunciando novidades e realizando eventos de caráter sociocultural

ea183605fdd315ffb0fc9aefcd039d20.jpeg Foto: DIVULGAÇÃO

Depois de um 2021 sem folia, as esperanças se voltam para o ano que vem. Por isso, o Grêmio Recreativo Cultural e Escola de Samba Nação Guarani já vem apresentando seus planos e novidades para o Carnaval 2022. Além dos lançamentos e divulgações, a representante palhocense nas passarelas tem realizado eventos promocionais.

No último dia 12 de setembro, a escola de samba realizou o Carreteiro da Realeza, evento híbrido que uniu o formato drive thru e presencial. Na ocasião, participaram os integrantes da agremiação, que anunciaram e comemoraram a coroação das cortes infantil e juvenil da Nação Guarani. 

A corte juvenil contará com a Ariadne Laurentino como rainha; com a 1ª princesa Sofi Camilly e a cidadã-samba será Sabrina Bauer. Já a corte infantil (Fofura), terá a rainha Heloisa, a 1ª princesa Sarah e a 2ª princesa Maria Valentina.

“A festa foi desenvolvida no seio de nossa aldeia, na avenida que nos traz orgulho e história, que nos remete à força desta cultura, Caminho Novo, o caminho da resistência desta Nação. Queremos agradecer a todos os apoiadores que juntos fazem a cultura sobreviver”, destaca o presidente da escola de samba, Lui Vandré.

Com a vacinação avançando e a expectativa se aproximando de se tornar concreta, a escola vem preparando-se para ir à Passarela Nego Quirido com seu mais recente enredo: “Massiambu, o Paraíso Místico Guarani”. 

Através da composição, segundo a carnavalesca Kika Rosa, “a Nação irá reverenciar os caminhos que este vale propôs. Isso, desde os possíveis primeiros habitantes do Vale dos Patos, os Carijós, aos desbravadores do Caminho do Fogo, o Peabirú, como os propagadores da fé e os entusiastas de um novo caminho”, explica. 

Kika também diz que a “mística por trás da história da Passagem do Maciambu atrai multidões que lutam pela preservação de sua fauna e flora”, e que esse paraíso situado em Palhoça, “constitui a energia mística Guarani de resistir para existir de ensinar e aprender de agradecer”. E é isso que a Nação Guarani deve levar ao público na volta do Carnaval. 

Ressalta-se que a realização dos eventos relacionados ao Carnaval 2022 ainda não foi confirmada. No entanto, a situação vem se demonstrando favorável, uma vez que o governo do estado de Santa Catarina afirmou estar estudando o assunto. Além disso, já foi confirmado que este ano haverá Réveillon. 

Enquanto isso, a rainha Vivy Aquino, rainha de bateria da Nação Guarani, escolhida para ir à passarela na próxima edição, segue brilhando nas redes sociais. Recentemente, ela foi estrela de um vídeo no qual interpreta o clássico “Não deixa o samba morrer”, desfilando na Passarela onde espera voltar em 2022.

Além do mais, o Grêmio Recreativo Cultural e Escola de Samba Nação Guarani segue preconizando os projetos culturais e sociais, além de realizar eventos beneficentes. 
Novidades e programação podem ser conferidas no perfil @gresnacaoguarani no Instagram.

Massiambu, Maciambú ou Maciambu?

O enredo apresentado pela Nação Guarani traz a grafia do nome como “Massiambu”, uma maneira diferente da qual os palhocenses costumam usar (Maciambu). A mudança foi proposital, com o intuito de fazer uma alusão ao “ss” da palavra “essência”. Isso, uma vez que a Baixada do Maciambu é essencialmente palhocense. Além do mais, há registros que apontam que o nome originalmente era com grafado assim.

Para além da adaptação feita pelos carnavalescos, parece que não há um padrão geral de escrita do nome da localidade. Exemplo disso é um pequeno trecho da BR-101, no Morro dos Cavalos, no sentido Sul, onde o nome aparece em placas subsequentes com três grafias diferentes: Massiambú, Maciambú e Maciambu. 

Nesse sentido, tratando-se das regras da Língua Portuguesa, as oxítonas (palavras que têm a última sílaba tônica) terminadas em "u" não são acentuadas. 

A respeito se a palavra “massiambu” é com "SS", "C" ou "Ç", o historiador Vilson Francisco de Farias explica que o nome de origem é com dois esses, porque "originalmente não tinha 'C'. O 'Ç' também não existia no português. Mas se você olhar bem, 'Maci' tem um som de 'C', não com dois esses". Vilson acredita que atualmente a caligrafia correta seria com "C".

Com relação à origem do nome, o livro Maciambú Pequeno: Histórias, da professora Luzinete Carpin Niedzieluk, traz uma explicação em tupi, que remete aos significados de “maciambu” "Aboçá pecaú: nome de uma taba encontrada na ilha pelos primeiros conquistadores. Aboçá é corrupção de 'Imbiaçá', que vem de ‘Mbé-açaba’ (a saída do caminho, o porto); 'peca' significa pato e 'U' significa água, rio. Assim, temos: ‘Aboçá-pecá-u’ ou ‘Mbê-açaba-peca-u’ que se transformou no Maciambu, nos nossos dias e que interpretamos como caminho do rio do pato", escreve.

 

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