f9e50c2006988434bcc6d17997dd8531.jpeg Abaixo-assinado para a permanência de Vilmar Godinho no Vale da Utopia tem milhares de assinaturas

52b0689afa9b051517e8e3b2627ac44d.jpeg Operação desarticula grupo que roubava e adulterava motocicletas em Palhoça

7607dd0306e01bc9eb51b5adc94f82fb.jpeg Anvisa encontra mais de 1,3 milhão de medicamentos irregulares em farmácia em Palhoça

c6dd2408824489632d0f37da30b658ff.jpeg Após acidente grave, morador de Palhoça precisa de ajuda

a634c485e22919cb03552b4e4417b274.jpeg Vereador Jean Negão se reúne com a Defensoria Pública de SC

7dbc71f51de7fb07e58f2354a902efb6.jpeg Família promove rifa e vendas de livro, pães e doces para custear tratamento de saúde e despesas

d6ca8b4d858333955608e2992dbcc6bc.jpeg Artista da Guarda do Embaú assina curadoria e expõe obras em reabertura de sala no CIC

7fab836db77b3690d2c2ce149ab07b1b.jpeg Casé Henrique lança canção em homenagem ao garoto Henry Borel, assassinado em 2021

77be45ca04abc146f60dbb21f3797c55.png Caminhada do Axé CNIA leva fé, cultura e samba de roda às ruas de Palhoça

36c739bef1f0c87ea08f2c48181c0346.jpeg Tainá Hinckel é campeã sul-americana e embarca em nova competição pela WSL

c96f45d7c75c8cc164c223040a659a6c.jpeg Jovens de Palhoça conquistam vaga no Campeonato Brasileiro

77577611f48e142ca7b3afc143f1716f.jpeg Amaro Junior celebra os 98 anos de fundação do Guarani de Palhoça com festa e inauguração de quadra

3460b75d46c7d95d023ba991e14b128e.jpeg Jiu-jitsu ao alcance de todos: projeto social oferece aulas em dois núcleos em Palhoça

936cd089f6493f565ae14f03b7fceec1.jpeg Saiba por que é importante investir em tratamento de água

903fdb28310c4c483810ee4f0c1fe096.jpeg A importância da caixa d’água: conheça medidas indicadas para o número de moradores

d9a77b06fda7ee4be0c542ddf02059fe.jpeg Boosters: equipamentos que regulam a pressão colaboram para melhorar abastecimento em PH

80cfd6b74c9da19d947cc3a85b2577c5.jpeg Manutenção preventiva e de emergência: você sabe identificar a diferença?

Regularização fundiária no Pontal

Prefeitura tem menos de 60 dias para apresentar um cronograma visando à regularização das habitações construídas no bairro

8f68738cbf1dd27c5d525a956347df7f.jpg Foto: ARQUIVO JPP

A Prefeitura tem menos de 60 dias para apresentar um cronograma visando à regularização das habitações construídas no bairro Praia do Pontal, área predominantemente de baixa renda e com terrenos de Marinha. A determinação é resultado da audiência de conciliação realizada no dia 31 de janeiro no Centro Judiciário de Solução de Conflitos da Justiça Federal, em Florianópolis, envolvendo a Defensoria Pública da União em Santa Catarina (DPU-SC), a Advocacia Geral da União, a Secretaria de Patrimônio da União e o município de Palhoça.

O estabelecimento de um cronograma para regularização foi sugerido pelo defensor regional de direitos humanos, Célio Alexandre John. O limite para a conclusão das obras é de oito anos. Durante esse período, a Prefeitura deve viabilizar, com auxílio da União, ações como a adequação sanitária e o registro dos títulos de legitimação de posse. Os procedimentos aplicados às moradias serão executados no âmbito da Regularização Fundiária Urbana (Reurb), política pública que orienta a União, os estados e os municípios a reorganizarem núcleos urbanos informais, a fim de garantir aos moradores melhores condições ambientais e de infraestrutura, além de segurança jurídica.

A região do Pontal é classificada como Área de Preservação Permanente (APP) e, conforme o plano diretor municipal, também Zona Especial de Interesse Social (Zeis). Segundo a Resolução 369/2009 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama), órgãos ambientais podem autorizar a regularização fundiária sustentável em APPs quando houver ocupações de baixa renda predominantemente residenciais ou enquadradas em Zeis. De acordo com a Lei 13.465/17, que institui o Reurb, nesses casos é necessário elaborar estudos técnicos que justifiquem melhorias ambientais em relação ao estado anterior da ocupação.

Para permanência no local, a Prefeitura cobrará dos moradores algumas contrapartidas, como a comprovação de que o esgoto das casas será tratado de acordo com a legislação. Para a população de renda mais baixa, grande parte dos procedimentos de adequação legal será financiada pelo município, em conformidade com a Lei 13.465/17. O texto determina que esses cidadãos sejam enquadrados na modalidade Reurb-S, que garante a isenção de pagamento da maioria das obras e de registros de documentação. O Reurb-E, por sua vez, destina-se a pessoas com maior poder aquisitivo e não contempla a gratuidade dos procedimentos. Segundo o procurador municipal de Palhoça, Felipe Neves Linhares, as duas categorias serão realizadas na Praia do Pontal. O que define em qual modalidade o morador será enquadrado é o limite de renda estipulado pela administração pública da cidade. 


Entenda o processo

A DPU entrou no caso em 2016, após ser procurada por um morador da região que buscava assistência jurídica para se defender de uma ação movida pelo Ibama - a autarquia cobrava a recuperação ambiental de uma área degradada após a obra de um banheiro e a retirada de construções que estavam sobre terreno em APP.

Ao estudar o processo, a DPU entendeu que a região do Pontal poderia ser objeto de regularização fundiária por meio do Reurb.
O então defensor regional de direitos humanos, João Panitz, enviou ofícios à Prefeitura e entrou com uma reclamação pré-processual na Justiça Federal a fim de verificar a possibilidade de aplicação dessa política pública na área.

Após solicitar prazo para análise, o município manifestou, em setembro de 2018, o interesse no projeto e sua viabilidade.

O acordo do dia 31, com mais detalhes sobre a regularização, foi homologado pela juíza federal Micheli Polippo.



Tags:
Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ae88195db362a5f2fa3c3494f8eb7923.jpg