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Secretaria Municipal de Turismo promove debate público sobre o Morro do Cambirela

Série de conversas também pode discutir a criação de um edital para a concessão e exploração de um dos principais cartões-postais de Palhoça

ea9e6fe7d7fe33c743fee7f7dd49305b.jpeg Foto: ARQUIVO

Por: Willian Schütz

 

Nesta segunda-feira (5), a Secretaria Municipal de Turismo anunciou que está mobilizando um debate público acerca de medidas que reforcem a gestão no Morro do Cambirela. Nas redes sociais, a secretaria informa que a série de conversas também pode vir a discutir a criação de um edital para a concessão e exploração deste que é um dos principais cartões-postais de Palhoça. Outro enfoque é reforçar ações de preservação e segurança.

Em conversa com a reportagem do Palavra Palhocense, o secretário de Turismo, Alberto Prim, disse que a pasta já começou a articular diálogos sobre o assunto com os órgãos ambientais que atuam na gestão, fiscalização e preservação do Cambirela: o Instituto do Meio Ambiente (IMA) e o Parque Estadual Serra do Tabuleiro (Paest). 

“Nosso intuito é unir os pontos de vista e propor melhorias. Tanto o IMA como a gestão do Parque da Serra do Tabuleiro já estão cientes. Na semana que vem, já começarão as conversas com cada uma das partes e os debates seguirão avançando gradualmente, até reunir, aí sim, todos os órgãos responsáveis, além de especialistas, como montanhistas, por exemplo, para debater e buscar soluções”, salienta Prim.   

 

Possibilidade de concessão

Pelas redes sociais, a Secretaria Municipal de Turismo publicou um vídeo do secretário, acompanhado de uma nota sobre o assunto. “Reconhecendo seu potencial para impulsionar o desenvolvimento econômico local e promover a sustentabilidade ambiental, a administração municipal está propondo a realização de um debate público com a comunidade e demais interessados, com o objetivo de discutir a criação de um edital para a concessão e exploração do Morro do Cambirela”, diz o texto.

A proposta inclui a criação de condições para que empresas ou grupos possam gerir a visitação e os serviços turísticos, com a responsabilidade de cuidar da infraestrutura, do ecossistema local e da experiência dos visitantes.

A nota publicada pela secretaria salienta: “A gestão pública visa garantir que os processos de concessão e exploração sejam transparentes e colaborativos, criando um espaço para que os moradores, turistas, ambientalistas, empresários e outras partes interessadas possam apresentar sugestões, opiniões e soluções criativas”. “O debate será o ponto de partida para a elaboração do edital, que buscará atrair propostas que contemplem a preservação do meio ambiente e ao mesmo tempo estimulem o desenvolvimento econômico local”, pontua o comunicado.

Ao abordar o tema, Prim enfatiza: “É importante deixar bem claro que vamos discutir a possibilidade de concessão, o que de maneira alguma configura privatização”.

 

Repercussão

Presidente da Federação de Montanhismo e Escalada do Estado de Santa Catarina (Femesc), o palhocense Sargon Scheidt se posicionou sobre o tema. “Esse assunto que veio à tona com o secretário Alberto Prim é bem interessante. Eu não sei se o direcionamento certo seria a privatização, mas acredito que precisamos, sim, ter uma conversa com todos — chamar todos os órgãos e instituições para dialogar será muito importante”, argumenta.

Sargon também diz que esse movimento pode voltar os olhares para projetos que já existem na região. “Dessa forma, teremos apoio e respaldo nos trabalhos que já são realizados. Muitas vezes, as pessoas esquecem que há instituições atuando ali desde 2018, fazendo um trabalho de formiguinha”, destaca.

“O montanhismo está presente no Cambirela. A gente está com autorização do parque até o final do ano para continuar com as atividades lá. Este ano foi atípico, muito quente, então não deu para começar antes. A previsão agora é retomar no final de junho. O mapeamento já foi feito. Quem quiser se cadastrar, vamos ter grupos e oficinas — e o engajamento da comunidade será muito importante”, acrescenta o presidente da federação.

“Isso tudo dentro do projeto do Caminho da Mata Atlântica, com a Federação de Montanhismo e com a Associação Catarinense, que também trabalha lá e faz esse trabalho de formiguinha, de conscientização”, finaliza Sargon, que reforça a importância de toda essa atuação conjunta na região.



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