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Unisul exibe filmes catarinenses na quarentena

Sessões são sempre aos sábados, às 20h

e1bf6c38e00b8119cf34dd7151205fa4.jpg Foto: DIVULGAÇÃO

O filme Mulheres da Terra (2010), dirigido por Márcia Paraíso, será exibido neste sábado (16), às 20h, na sessão de cinema virtual que o curso de Cinema da Unisul tem promovido aos finais de semana. O curtametragem, de 28 minutos, fala sobre as mulheres do Movimento de Mulheres Camponesas no Oeste de Santa Catarina e a relação com a terra e o resgate das sementes crioulas. Para acompanhar as sessões de Cinema da Unisul, acesse o canal do curso no YouTube clicando aqui!

O cinema, que mexeu com todas as gerações desde o começo do século XX, amplia a sua atração no momento em que as famílias se isolam com medo da pandemia da Covid-19. E a tecnologia faz toda essa diferença, quando se pode assistir a belos filmes em casa. “Estamos proporcionando a singular alternativa de se assistir a filmes e documentários produzidos por catarinenses, a partir do Curso de Cinema da Unisul, que tanto resgata valores do estado quanto promove os talentos que ela forma”, salienta a coordenadora do Curso de Cinema e Audiovisual da Unisul, Mara Salla.

Nos últimos cinco anos, todas as semanas o Curso de Cinema exibe filmes gratuitamente no Centro integrado de Cultura (CIC), através de parceria com a Fundação Catarinense de Cultura. Com a quarentena, por força do coronavírus, as sessões passaram a ter acesso pela internet e os filmes foram selecionados de acordo com a necessidade de convivência familiar. “Quando você vai ao CIC, sabe o filme que vai assistir, tem acesso à sinopse, direção, ano e a faixa etária daquela sessão. Nas sessões online, da mesma forma tomamos esse mesmo cuidado, porém, não podíamos exibir um filme sem pensar que o público está em um momento delicado. A maioria se encontra em confinamento e isso é delicado. Buscamos filmes que não tenham uma carga dramática emocional muito forte, mas uma abordagem mais poética, com temáticas que tragam certa dose de esperança, de afeto e de amor. O cinema, ao juntar imagens e sons, dispara gatilhos emocionais que podem ser de afetividade, de união e de esperança. Esses são os critérios que adotamos para escolher os filmes das sessões do curso de Cinema da Unisul, agora veiculados de forma virtual”, ressalta Mara. 

A coordenadora de Cinema da Unisul salienta que na simbiose do isolamento e da alternativa de lazer o cinema consegue ser uma boa opção. “ O cinema tem um alcance imenso e são esses os critérios que estamos adotando agora. O isolamento social fez com que inúmeras pessoas tivessem mais tempo para olhar mais para si o que muitas vezes não é possível com uma rotina tão intensa. Agora muitos estão olhando para aquilo que importa, e a diversidade de olhares e histórias que o cinema proporciona, precisa ficar ainda mais evidente nesse momento ”, reflete.  

O curso de Cinema da Unisul é o único do Brasil a realizar sessões de cinema online com produções próprias. “Dado o caráter de realização do curso de Cinema da Unisul, exibir filmes produzidos por estudantes e professores, ou cineastas formados nesta universidade, nos permite dizer que a inovação e a criatividade não podem ser interrompidas diante da atual conjuntura”, diz Mara.

O mais importante é que a resposta do público tem valorizado essa iniciativa da Unisul, de proporcionar cinema pela internet. “O público entusiasma-se ao ver produção cinematográfica de catarinenses”, declara a coordenadora. Até agora, já ocorreram quatro sessões de Cinema Virtual, e Maria Aparecida Pereira, professora da Educação Infantil em Florianópolis, é uma das telespectadoras que não perderam nenhuma delas. “As sessões de cinema da Unisul trouxeram a alegria e o encantamento que já vivi há alguns anos, quando tive os primeiros contatos com as gravações e as lutas para enfim ver o filme na tela. Sem dúvida assistir aos filmes feitos durante o curso de cinema da Unisul durante a quarentena tem sido maravilhoso e permite que eu já 'vivesse' o que via e ouvia na tela do computador, sentindo toda a força daqueles que tem a arte como fonte de vida. A cada final de sessão, eu me sinto privilegiada por estar assistindo à apresentação de filmes de qualidade, no conforto do meu lar e respeitando o isolamento social enquanto medida de saúde pública”, define a telespectadora.

Aparecida, apaixonada por Cinema, diz que gosta de todos os estilos, menos de terror. Ela tem estado sozinha nas sessões virtuais, por conta da quarentena. “Adorei a iniciativa do curso de Cinema da Unisul e penso que os órgãos deveriam criar outros tipos de cultura Virtual”, agradece.

Para Mara, a cultura é importante em todos os momentos e fases da vida. “O cinema nos permite conhecer histórias, ter acesso a outras realidades, descobrir histórias de pessoas que moram no interior do Maranhão, professoras que dão aulas em aldeias, em quilombolas, situação em que o próprio estudante construiu a escola como veremos no filme 'Saber, Viver, Lutar', da cineasta Márcia Paraíso, desta quinta sessão, que mostra a luta de professoras para dar aula! Enquanto respeitarmos as pessoas somente quando conhecemos um pouco da sua história, o cinema será necessário! Não queremos mais conhecer sempre as mesmas histórias produzidas majoritariamente pelos mesmos lugares, já passamos dessa fase. O Brasil produz mais e melhor, precisamos é de continuidade para ver também as nossas histórias na tela”, ressalta.  

 

Confira a lista de filmes que já foram exibidos

CONARI (2018)
Direção: Vinicius Andrade
Sinopse: Os caminhos percorridos na criação de uma imagem, ate sua estética. Pagar o preço de viver versões de histórias criadas ou persistir na sua?

 

A TAINHA E A FARINHA (2018)
Direção: Marina Simioli, João Lobo, Anna Mittmann
Sinopse: A forma como uma sociedade se alimenta diz muito sobre ela. Na base gastronômica bombinense estão a tainha e a farinha de mandioca, ingredientes naturais que constituem os pilares alimentares da cidade de Bombinhas.

 

AÇO (2018)
Direção: Kamila Novaes, Renan Rigoto e Vitor Zanini
Sinopse: Uma experiência através da matéria prima utilizada por Nani Eskelsen em suas obras e o terroir presente na desconstrução de seus fundamentos elementares.

 

PAR PERFEITO (2018)
Direção: Debora Herling
Sinopse: Apesar de ter intensos sentimentos e pensar vivamente sobre as coisas, Tênis não podia andar, mexer-se, estava fixado, como uma planta estática, aparentemente morta por fora, mas que transbordava ida por dentro.
 

QUADRO NEGRO (2019)
Direção: Rodrigo Ribeiro
Sinopse: Resiliência e resistência. Sobre o asfalto cinzento, homem negro.

 

JUVENTUS FC (2018)
Direção: Alexandre Manoel
Sinopse: Juventus FC conta a história da relação de Laura e Antônio, filha e pai respectivamente, em dois momentos das suas vidas: no primeiro, onde Laura era criança e estava sob os cuidados de seu pai distante, e o segundo, onde Antônio agora com mal de Alzheimer está sob os cuidados da filha.

 

ÍMPAR (2019)
Direção: Bruna Fontoura
Sinopse: uma noiva foge de seu casamento em busca de se encontrar.

 

QUESTÃO DE GÊNERO (2018)
Direção: Bruno Rengel
Sinopse: Após ir até uma produtora de cinema com uma proposta de fazer um curta-metragem, Breno se depara com sua falta de criatividade ao tentar escolher o gênero de seu filme.


EU PROVAVELMENTE MORREREI ANÔNIMO (2018)
Direção: Luiz Gustavo Laurindo
Sinopse: Um comediante coloca situações reais em piadas do seu show de stand-up e, por meio desse artifício, questiona o motivo das risadas do público.

 

RELIGARE (2017)
Direção Kamila Novaes
Sinopse: Em um país laico, a intolerância religiosa é intolerável? No documentário Religare, levantamos esse e mais alguns questionamentos através de entrevistas com alguns integrantes de três religiões.

 

QUESTÃO DE GÊNERO - MAKING OF (2018)
Direção: Bruno Rengel
Sinopse: Making of do curta-metragem "Questão de Gênero".
Após ir até uma produtora de cinema com uma proposta de fazer um curta-metragem, Breno se depara com sua falta de criatividade ao tentar escolher o gênero de seu filme.

JAMES JILL (2018)
Direção: Julia Faraco e Rodrigo Ribeiro
Sinopse: O curta-metragem retrata o carismático cantor de rua James Jill, artista popular que se apresenta no centro de Florianópolis/SC. Na ocupação do espaço urbano, palco e asfalto se tornam uma só coisa.


QUAL QUEIJO VOCÊ QUER? (2011) 
Direção: Cíntia Domit Bittar
Sinopse: Nesta comédia dramática, um simples pedido torna-se a faísca para a discussão de relacionamento entre um casal na terceira idade.

 

SABER, VIVER, LUTAR (2008) 
Direção: Márcia Paraíso
Sinopse: Três mulheres, três comunidades rurais do Maranhão. Realidades distintas e algo em comum: o trabalho de ensinar adultos a ler e a escrever.

 

E ELES FICARAM EM CASA (2020) 
Direção: Bruna Fontoura e Bruno Regel
Sinopse: um vídeo-poema inspirado no poema de Kathleen O'Meara.
 

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