38a7fe87dcf3e7b089c7cf7e3baaceac.jpeg Esgoto: descarte correto evita entupimentos e reduz custos do sistema

a760c54f14a36c33d32a2a528a61b215.jpeg Caso Orelha: DRP de Palhoça compartilha pronunciamentos do delegado-geral da PCSC

3c2acab5a5f16193987f43e8506799d0.jpeg Equipe presencial da Aegea SC eleva padrão de atendimento e impacta positivamente a população

63ae9599146cb1c2165adae6be80eaf6.jpeg Campanha solidária é iniciada para ajudar personal trainer com tumor no pâncreas

6e2112e2adbf9afd5d4f04520ab4b21d.jpg Túneis no Morro dos Cavalos: ministro dos Transportes anuncia projeto e prazo para início das obras

7290aaf998295aa0f9c08f6479a01c84.jpeg Motorista da Jotur escreve música falando sobre o cotidiano na profissão

35b1173d84719db88bb44b99f0b51a2f.jpg Entrega do automóvel Tera 0km conclui a campanha Natal Sensacional ViaCatarina e Giassi

b4fc2e358be15c640d8e8199f43e8cb1.jpeg Os Paralamas do Sucesso celebram 40 anos de clássicos na Arena Opus

0160a92e57732581801c4f6346fd4b5c.jpeg Verão UniSul leva serviços, bem-estar e sustentabilidade ao litoral catarinense

829453d2747da4cf772c0b4a55a1eda8.jpg Armin van Buuren retorna ao Brasil como headliner do Nox na Arena Opus

67c8c6f6631a58fe9f066a374895cfe3.jpeg Atleta mirim de Palhoça, Valentina Ferreira termina 2025 como líder do ranking mundial de Jiu-Jitsu

0c30b7bd442e1e0ab64f26f248b5b75c.jpeg “Com mais de 300 eventos, a Fesporte realmente fomenta muito o esporte catarinense”

6c7d26b35f50b8675bb8ac9032046355.jpeg Liga Palhocense faz homenagem ao saudoso jogador Aldo Silveira

d1480bb2883604410e0c21bb2fe00771.jpeg Diogo Trindade retorna do Japão com destaque mundial e muitas histórias da viagem

4a29efe383e7860d17e5bf2eb2573998.jpeg Guarani de Palhoça conhece regulamento da Série B do Catarinense de 2026

Caso Orelha: DRP de Palhoça compartilha pronunciamentos do delegado-geral da PCSC

Os posicionamentos ocorreram em meio à repercussão crescente nas redes sociais

a760c54f14a36c33d32a2a528a61b215.jpeg Foto: ARQUIVO

O perfil oficial da 30ª Delegacia Regional de Polícia de Palhoça realizou postagens relacionadas ao caso do cão Orelha. A investigação ganhou repercussão nacional nas últimas semanas, após o animal ter sido encontrado gravemente ferido, com sinais de espancamento. Um grupo de adolescentes é suspeito das agressões. 

Orelha foi encontrado com ferimentos graves no dia 5 de janeiro, na Praia Brava, em Florianópolis. Desde então, o caso vem ganhando notoriedade em todo país. Com a repercussão, diversas autoridades se pronunciaram, incluindo o Governador Jorginho Mello (PL). Em paralelo, boatos também começaram a ser comentados pelas redes sociais. 

Uma das informações que circula é a da existência de um vídeo das agressões ao animal. No entanto, a Polícia Civil afirma que não há filmagens dessa agressão. Paralelamente, circulam na mídia imagens de uma câmera de monitoramento que mostram um grupo de jovens pegando um cão e o levando em direção ao mar, nas imediações de um condomínio na Praia Brava. Porém, essas filmagens envolveriam o caso do cachorro caramelo: animal que foi vítima de afogamento, mas sobreviveu e foi adotado pelo delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina, Ulisses Gabriel.  

Em pronunciamento compartilhado pela 30ª DRP de Palhoça, Ulisses afirmou que não é o encarregado das investigações do caso. “Sou delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina e não presido as investigações do caso Orelha, que estão sendo conduzidos de forma técnica, imparcial e qualificada pelos Delegados Mardjoli Valcareggi e Renan Balbino”, argumentou. Este pronunciamento foi publicado na última semana. No mesmo post, ele informa que não tem relação de amizade com um dos advogados que estariam envolvidos com o caso, além de citar os cães Caramelo e Orelha.  

“Adotei o Caramelo por amor. Não foi o primeiro e não será o último. Nossa família adora e é fomentadora de ações contra maus-tratos.Lamento esse tipo de canalhice criada por esse cidadão, que será processado, civil e criminalmente, bem como quem divulga esse tipo de sacanagem”, disse Ulisses.

Na tarde desta segunda-feira (2), a 30ª DRP de Palhoça compartilhou outro post do delegado-geral da PCSC. Ele negou alegações que circulam nas redes sociais, compartilhadas por internautas.

“Sou Delegado-Geral e não dirijo a investigação, que é presidida por dois delegados técnicos. Não sou amigo, nem íntimo, de advogado do caso e não conheço os suspeitos investigados.Não há vídeo de agressão ao cão Orelha (não sofreu eutanásia), mas há vídeo da agressão ao cão Caramelo, tendo sido colhidos vários elementos de prova/indícios, não existindo, por ora, relação com desafios”.

Outro ponto que vem sendo comentado por internautas é uma série de pedidos para a federalização das investigações. Isso implicaria da Polícia Federal (PF) assumir o caso. O delegado-geral da PCSC também se manifestou. “Não cabe federalização pois não há omissão da Justiça Catarinense e violação de direitos humanos”, disse Ulisses.

As investigações do caso Orelha seguem. Enquanto isso, internautas de todo o país se manifestam, pedindo justiça. Só no Instagram, a hashtag #justicaorelha vem sendo amplamente compartilhada. Outro fator que repercute é a proibição da divulgação dos nomes e imagens dos adolescentes suspeitos. A medida foi enfatizada pela Justiça de Santa Catarina, via liminar. A decisão foi da Vara da Infância e Juventude. 

Relato de coação

Também se fala em coação do porteiro de um porteiro atuante em um dos condomínios da região da Praia Brava. Ele chegou a registrar um boletim de ocorrência. Três familiares dos adolescentes suspeitos foram indiciados. Um dos porteiros teria conhecimento sobre agressões a cães na região. 

Número de suspeitos

Em áudio compartilhado em um grupo de vigilantes, um porteiro afirma que seis jovens estariam cometendo vandalismo e agressões a cães naquelas imediações. No entanto, apenas quatro jovens são tratados como suspeitos atualmente. 

No início do caso, eram investigados quatro jovens. Porém, a participação de um deles foi descartada pelas autoridades. Agora, esse adolescente é tratado como testemunha.

Outra questão que vem chamando atenção é a classe social dos jovens suspeitos. Eles são apontados como parentes de empresários, de famílias com alto poder aquisitivo. Dois dos jovens chegaram a viajar para a Disney, nos Estados Unidos. A viagem ocorreu em meio às investigações do caso Orelha. Ambos os jovens já regressaram ao Brasil. As investigações continuam.



Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ae88195db362a5f2fa3c3494f8eb7923.jpg