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Entendendo o inchaço abdominal: quando o desconforto é sinal de desequilíbrio intestinal

Doutor Nelson Silveira Cathcart Junior, da Cied, explica

88f19a5b5ca8a70b1ae35b131e2dcd85.JPG Foto: DIVULGAÇÃO

Por: Nelson Silveira Cathcart Junior*

 

Nos últimos anos, a queixa de “barriga inchada” ou distensão abdominal tornou-se uma das mais frequentes nos consultórios médicos, especialmente entre adultos jovens e mulheres. O fenômeno, muitas vezes atribuído de forma simplista à “má digestão” ou ao “estresse”, na verdade reflete um conjunto de condições complexas que afetam o equilíbrio do trato gastrointestinal e podem ir muito mais além de uma simples intolerância a lactose.

Entre elas, destacam-se o SIBO (supercrescimento bacteriano do intestino delgado) e o IMO (supercrescimento metanogênico), além de outras intolerâncias alimentares — como à frutose e à rafinose —, a doença celíaca (doença autoimune relacionada ao glúten) e a síndrome do intestino irritável. Todas compartilham um denominador comum: a fermentação exagerada, que na verdade seria consequência, gerando gases, alterando o trânsito intestinal e gerando disbiose.

A chamada “epidemia das barrigas estufadas” está intimamente ligada aos hábitos da vida moderna. O consumo crescente de alimentos ultraprocessados, o uso repetido de antibióticos, o estresse crônico e a falta de sono afetam profundamente o microbioma intestinal, favorecendo desequilíbrios que comprometem a digestão e a absorção de nutrientes. Além disso, dietas restritivas e a automedicação com probióticos ou laxantes — sem orientação médica — podem mascarar sintomas e agravar o quadro.

Hoje, com o avanço dos testes respiratórios de hidrogênio e metano, tornou-se possível identificar de forma precisa casos de SIBO e IMO, permitindo tratamentos direcionados com antibióticos específicos, ajustes alimentares e reposição adequada de nutrientes. O diagnóstico médico é essencial: somente a avaliação clínica completa e os exames adequados conseguem distinguir entre intolerâncias alimentares, disbiose e doenças intestinais mais graves, evitando que o inchaço abdominal — tão comum, mas frequentemente negligenciado — se transforme em um sintoma crônico e incapacitante.

 

* Sócio e diretor técnico da Cied

Médico pela Universidade do Sul de Santa Catarina 
Especialista em clínica médica pelo Hospital Santo Antônio de Blumenau 
Especialista em gastroenterologia e endoscopia digestiva pelo hospital de clinicas da Universidade Federal do Paraná
Membro efetivo da Federação Brasileira de Gastroenterologia, organização brasileira de Crohn e colite (GEDIIB) e IBREDOC – Instituto Brasileiro para Estudo da Doença Celíaca
Professor do curso de medicina do universidade do Sul de Santa Catarina, campus Pedra Branca 

 

Centro Integrado de Endoscopia Digestiva (Cied) | Avenida Barão do Rio Branco, 345 – Centro, Palhoça 

(48) 3399-0200

@ciedendoscopia



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