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Livro escrito por estudantes contará história do Palavra Palhocense

Projeto está sendo desenvolvido pela escola Adriana Weingartner, do Caminho Novo

70ec74e76c63f821f1df3e43276e3f7f.jpeg Foto: DIVULGAÇÃO

Por: Willian Schütz

 

Jornalismo, educação e conexão com a cidade. Três elementos recorrentes nas quase duas décadas do jornal Palavra Palhocense. Próximo da milésima edição, o veículo não só tem cobertura ativa de pautas das escolas locais, como também participa de ações educativas. A mais recente delas ocorreu na última semana de maio, para alunos do sexto ano da Escola Básica Municipal Professora Adriana Weingartner, no Caminho Novo. Na ocasião, figuras centrais do jornal palestraram para estudantes que preparam um livro sobre patrimônios culturais da cidade. 

Há tempos, o Palavra Palhocense está presente no cotidiano escolar da cidade. A cobertura de educação é constante na história de quase 1.000 edições do jornal. Além disso, ao longo dos anos, a equipe do veículo realizou diversas ações em escolas, como palestras, exposições e oficinas. Uma das iniciativas é o projeto “Palavra Palhocense na Escola”.

Muitos projetos fazem parte dessa história. E é justamente toda a trajetória do Palavra Palhocense, das origens até a edição número 1.000, que foi assunto das palestras das lideranças do jornal na Adriana Weingartner. 

O projeto integra a iniciativa nacional “A Cidade da Gente”, que há 10 anos percorre municípios de todo o país com o objetivo de registrar, por meio da escrita dos alunos, os patrimônios materiais, imateriais e ambientais das comunidades.

“Esse projeto foi uma constante na nossa história. A gente fez e continua fazendo algumas visitas, falando sobre jornalismo, mas também muito sobre a história da cidade", explica o editor-chefe Alexandre Bonfim. 

“Ficamos super felizes com o projeto da Adriana Weingartner. É uma possibilidade real de que os alunos coloquem a mão na massa e visitem a história e a identidade da cidade. E o mais bacana: poder registrar esse trabalho em um livro que, como falei para os alunos, vai atravessar gerações como um material de pesquisa para que outros estudantes, no futuro, conheçam melhor Palhoça”, acrescenta o jornalista.

Na terça-feira (27), Alexandre conversou com os alunos da unidade de ensino sobre os bastidores da produção do semanário — desde a apuração das notícias até a distribuição das edições. “Nos sentimos muito orgulhosos por termos sido eleitos como um dos temas das turmas do sexto ano”, relata Alexandre. “Falamos sobre o histórico do jornal, os conceitos de notícia e, principalmente, sobre a atuação do jornalismo local. Trouxemos para a realidade dos estudantes o quanto o jornalismo pode interferir na vida da cidade e na construção da identidade palhocense”, pontua.

Ainda segundo o editor-chefe, o acolhimento foi especial. “Fomos muito bem recebidos por toda a equipe do colégio e pelos alunos. Eles mostraram empolgação e estavam muito atentos. Entenderam a responsabilidade de produzir um trabalho tão legal. Estamos animados para acompanhar esse processo até o lançamento do livro”, conta.

Já na quinta-feira (29), foi a vez de João José da Silva, pai de Alexandre e fundador do jornal “O Palhocense”, veículo que deu bases para o atual semanário que circula pela cidade. Na palestra, ele compartilhou com os alunos sua trajetória pessoal e profissional, falou sobre a história do periódico e também do município de Palhoça, contribuindo com sua vivência para enriquecer a perspectiva histórica do projeto. O contato com os profissionais foi intermediado pela assistente técnico-pedagógica da unidade, Cintia Tuler, que destacou a importância dessa conexão entre escola e comunidade.

 

Sobre a iniciativa

Localizada no Caminho Novo, a escola Professora Adriana Weingartner é uma das selecionadas para o projeto nacional “A Cidade da Gente”, iniciativa que vai resultar na construção do livro.

Elaborada pelos alunos, a publicação contará com temas divididos por três turmas do sexto ano: “Jornal Palavra Palhocense — história, função, memórias e relevância na comunidade”;  “Escola de Samba Nação Guarani e o Time de Futebol Guarani de Palhoça — trajetória, impacto cultural e esportivo” e “Praça 7 de Setembro — importância histórica, função social e lembranças marcantes”.

Segundo Cintia Tuler, “com essa iniciativa, os alunos têm a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos sobre a cidade e seu patrimônio, contribuindo para a preservação da memória local”.

O próximo passo desse projeto é nesta sexta-feira (6), quando os organizadores nacionais do “A Cidade da Gente” virão de São Paulo para visitar a escola. Será uma etapa de muito diálogo e acompanhamento do trabalho. Enquanto isso, o Palavra Palhocense segue com a cobertura ativa da educação local, rumo à edição número 1.000. 

 

Patrimônio cultural da cidade

A Lei Municipal 5.332, de 2023, estabelece o jornal Palavra Palhocense como Patrimônio Histórico Cultural e Imaterial da cidade de Palhoça. De autoria de Rodrigo Alves Quintino, a proposição foi aprovada e assinada pelo prefeito Eduardo Freccia.



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