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Nos traços da história, o legado da arte

Artista palhocense Jaqueline Antonieta Nunes revisita locais históricos e resgata uma Palhoça de memórias

375bc1f383ed7b28193e9db057d20161.jpeg Foto: ARQUIVO PESSOAL

Por: Willian Schütz

 

Para muitas pessoas, a arte é o meio utilizado para representar pensamentos, sentimentos e memórias. Esse jeito de retratar a vida é uma constante para Jaqueline Antonieta Nunes, uma professora aposentada que vive em Palhoça. Apaixonada pela pintura e pela cidade, a artista registra cenários locais em aquarela. Disponíveis para compra e apreciação, as obras oferecem um olhar para cenários palhocenses do presente e do passado. 

Pontes que já não mais existem, como a ligação entre Palhoça e São José, igrejas que já não existem mais, praias que até hoje atraem pessoas de todas as regiões do estado. Tudo isso está ilustrado nas telas pintadas por Jaqueline. As pinturas trazem um olhar pessoal para pontos icônicos de Palhoça.

Mais do que isso: os quadros vão além da visão arquitetônica da cidade e demonstram o amor da artista pela natureza. Segundo ela, essa sempre foi uma fonte de inspiração. “Lembro de quando eu tinha 12 anos, quando parti, com duas crianças menores, rumo a uma cachoeira na Guarda do Cubatão. Saímos do Aririú, cruzamos a ponte dos Pachecos e seguimos caminhando por longas horas. Passamos pela ponte pênsil da Guarda, pela fonte de água mineral, e ainda assim a paisagem só se alongava diante de nós”, conta Jaqueline. “Até que, num trecho em que a estrada se estreitava entre pinheiros altos, algo inesperado aconteceu. Um tatu surgiu diante de nós, como se fosse parte do cenário mágico. Uma das crianças correu, pegou-o por um instante e, logo em seguida, o soltou. Ele desapareceu entre as árvores com a leveza de um segredo da natureza. Nunca esqueci esse encontro”, relembra a artista. 

Hoje, aos 53 anos, aposentada após 25 anos como professora de Artes na rede pública estadual, Jaqueline se dedica integralmente à pintura. “A realidade que me cerca é a minha fonte de inspiração: os cenários locais, objetos, flores que eu mesma plantei, elementos da cultura de base açoriana... Tudo isso se transforma em arte”, conta.

A ligação com a arte começou cedo. “Comecei a desenhar e a pintar aos 10 anos. Aos 15, durante o magistério, eu já produzia algumas coisas”, relembra. Autodidata nas técnicas de aquarela, nanquim e acrílica, ela iniciou aos 17 anos a graduação em Educação Artística com habilitação em Desenho, o que ampliou seu repertório técnico e cultural. “Estudei perspectiva, linguagem visual, geometria descritiva, história da arte e também mergulhei na cultura de base açoriana, inclusive na obra de Franklin Cascaes. Tudo isso contribuiu de maneira efetiva no desenvolvimento da minha arte”, narra a artista.

Moradora de Palhoça desde os cinco anos de idade, Jaqueline segue com uma produção artística intimamente ligada ao cotidiano e às paisagens da cidade. As obras podem ser adquiridas sob encomenda. Interessados podem entrar em contato diretamente com a artista pelo perfil no Instagram @jaqueantonietanunes.



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Créditos: ARQUIVO PESSOAL ARQUIVO PESSOAL ARQUIVO PESSOAL ARQUIVO PESSOAL ARQUIVO PESSOAL
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