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Projeto realizado em escola de Palhoça é apresentado em seminário em MG

“Hospital de Campanha Aririú” foi idealizado por professoras do CEI Maria José de Medeiros, do Aririú

dc1ba000187e8c7c8c81c5c943226204.jpg Foto: DIVULGAÇÃO

Por: Willian Schütz

 

A educação de Palhoça ganhou projeção nacional na semana passada, quando um projeto realizado no Centro de Educação Infantil (CEI) Maria José de Medeiros, do Aririú, foi apresentado na abertura do Seminário Nacional da Proposta Formativa Leitura e Escrita na Educação Infantil (Pro-Leei/CNCA), realizado em Minas Gerais. O projeto “Hospital de Campanha Aririú” foi idealizado pelas professoras Michelle de Souza e Pâmela dos Santos, do GT 4B. 

O seminário faz parte das ações do Programa Leitura e Escrita na Educação Infantil (Pro-Leei), promovido pelo Governo Federal e vinculado ao Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA). O evento reuniu educadores de todas as regiões do país, com o objetivo de socializar experiências que incentivam o desenvolvimento educacional de crianças entre quatro e cinco anos.

Durante a abertura do seminário, a professora palhocense Michelle de Souza representou toda região Sul, com um discurso emocionado e uma explicação sobre a iniciativa realizada no CEI Maria José de Medeiros. A docente destacou que o projeto nasceu da escuta sensível das crianças e da observação atenta do grupo no início do ano letivo.

A proposta ganhou força a partir da leitura do livro “Se as crianças governassem o mundo”, usado como provocação para que os pequenos expressassem seus desejos e ideias. “A maior fala delas foi: brincar. Elas queriam brincar. E a partir disso construímos, juntos, um supermercado no primeiro semestre, e no segundo, o Hospital de Campanha Aririú”, explicou.

O hospital fictício, criado pelas crianças por meio da brincadeira de faz de conta, serviu como ponto de partida para uma série de aprendizagens interligadas entre o mundo real e o imaginário. Os pequenos assumiram especialidades médicas, receberam visitas de profissionais da saúde e da emergência, conheceram instrumentos hospitalares e até embarcaram em uma verdadeira ambulância do Corpo de Bombeiros.

Segundo a educadora, o programa Pro-Leei foi fundamental para dar sustentação teórica e prática à proposta pedagógica. As crianças participaram da elaboração de uma publicação com artigos fictícios sobre saúde escritos com base em suas falas e experiências no projeto. 

O projeto também trabalhou com a inclusão de crianças atípicas e de repertório reduzido, promovendo interações significativas e ampliando a participação dessas crianças nas atividades da sala e na comunicação com a família.

Além das atividades cotidianas, o projeto teve uma manhã de autógrafos, com a presença das famílias, em que as crianças assinaram suas revistas e apresentaram o hospital montado na garagem da escola. “Eles atenderam colegas de outras salas, professores, merendeiras, diretores e os próprios pais, que participaram ativamente de todo o processo”, afirmou Michelle.

A presença do sargento Augusto, do 10º Batalhão de Bombeiros de São José, foi outro ponto alto do projeto. Além de proporcionar uma vivência com a ambulância e primeiros socorros, ele também atuou como editor da revista. “Foi difícil conseguir, mas com jeitinho deu certo. Ele também é meu marido”, brincou a professora.

 

Sobre o Pro-Leei

Instituído pelo Ministério da Educação, o Pro-Leei busca oferecer formação continuada a professores da educação infantil, fortalecendo práticas pedagógicas que promovam o letramento desde os primeiros anos. O programa integra o CNCA e valoriza a equidade educacional, a integração das etapas da educação básica e a colaboração entre entes federativos.



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