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Pontos de ônibus na pauta de reclamações

Comunidade pede abrigo no São Sebastião, e no Centro, o problema são os moradores de rua

59bfe0355d76d439b963141d7dad1faa.jpeg Foto: NORBERTO MACHADO

Texto: Isonyane Iris

Falta de abrigos, ônibus que não vão até o ponto final e a presença de moradores de rua dormindo em paradas de ônibus são algumas das reclamações de usuários de transporte público em Palhoça. Cansados da falta de providências, tanto por parte do poder público quando por parte da empresa responsável pelas linhas no município, os usuários pedem providências urgentes. 
No São Sebastião, os moradores reclamam da falta de um abrigo coberto em ponto de ônibus. Moradora da região há mais de 15 anos, Scheila Aparecida Constantino conta que a comunidade espera ônibus debaixo de uma árvore, perto de uma lixeira, o que acaba trazendo vários incômodos aos usuários. “Crianças, idosos e até crianças especiais têm que pegar ônibus aqui e muitas vezes tem até cocô de animais, como cachorro e cavalo, perto, fora que em dias de chuva as pessoas se molham. Um absurdo”, reclama Scheila.
Outra reclamação no bairro seria sobre os ônibus articulados que não estariam indo até o ponto final. “O ônibus da Jotur articulado não vem até o ponto final e pagamos a passagem até o ponto final. Não queremos diminuir o valor da passagem, mas sim que os ônibus venham até o ponto final, porque depois das 11h só tem 13h20 aqui no ponto, tanto pra ir como para vir. Está uma vergonha isso, tenho como exemplo meu padrasto, que usa sonda e anda de muleta, ele precisa andar bastante quando não tem ônibus, isso sem falar nas crianças, idosos e pessoas doentes, uma vergonha", reclama outra moradora.
Esperando pelo ônibus, Janira Farias Prestes, que mora no bairro há mais de 10 anos,  confirma que ali nunca teve uma parada de ônibus coberta. “Além dos ônibus estarem sempre atrasados, eles ainda não vêm até o final da linha, deixando a gente distante da onde moramos. São quase 20 minutos caminhando, cerca de duas ruas ao qual eles deixam os passageiros, um perigo, pois eu saio do trabalho às 20h30. Nos dias de chuva, é uma verdadeira maratona até chegar em casa”, disse a moradora.

Velha polêmica no Centro
No Centro, a reclamação seria por conta dos moradores de rua que resolveram fazer o ponto de ônibus central de lar. “Eles dormem, deixam suas coisas aqui, comida, roupa de cama, virou um albergue. Enquanto isso, a gente fica espremido do lado de fora, porque dividir espaço com eles é impossível, por conta do mau cheiro”, reclama Laura Espíndola, moradora do Aririú. 
“Está cada dia pior, os moradores de rua tomaram conta e estão destruindo tudo. Impossível sentar e esperar o ônibus sossegado. Eles  dormem no chão e nos lugares onde as pessoas que estão ali esperando o ônibus teriam que sentar.  A roubalheira ali também está demais, mesmo com a polícia ali do lado”, relatou uma leitora ao jornal Palhocense. 
Segundo informações repassadas pelo capitão André Wagner Schlischting, comandante da 1ª Companhia do 16° Batalhão da Polícia Militar, sediado em Palhoça, a questão dos moradores de rua trata-se de um problema social, e não policial, preliminarmente, o que demandaria ações multidisciplinares do poder público. “Por outro lado, quando tais pessoas praticam, eventualmente, delitos, torna-se, por desdobramento, uma questão policial e recebem o devido atendimento por parte da Polícia Militar", afirma. 
A empresa Jotur, em respeito às ponderações de usuários sobre o ponto final do São Sebastião, informou em nota que será realizada a implantação de abrigo no local. Já sobre o trajeto percorrido, em função de o veículo articulado ser maior, a empresa informa que há dificuldades por falta de espaço próximo ao ponto final para manobra do ônibus, inclusive para evitar colisões. Por fim, a Jotur reforça que está à disposição do usuário pelo telefone 3279-3200.
A Secretaria Municipal de Infraestrutura informa que está buscando meios de adquirir novas estruturas para minimizar o déficit de pontos de ônibus e comunica que serão priorizados os locais com mais necessidade, de acordo com o levantamento das demandas recebidas. 



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Créditos: NORBERTO MACHADO NORBERTO MACHADO
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