50d8acc2803ba706c2de84923d95d8a0.jpeg Corrida inaugura avenida Arlindo Philipi May, novo eixo de desenvolvimento da cidade

84475e8b1a47efd6b1acef8d5d45533f.jpeg Montanhistas instalam nova caixa de cume no Morro do Cambirela

6576dcac3bdd78e43b3d4928f84e1e03.jpg Prêmio Acip reconhece destaques do empreendedorismo em Palhoça

035a9a41945c3fca4b94342bd1a0be49.jpeg Inédito: Jotur lança linhas urbanas para contemplar a região Sul

44ee60d1ddaa1dcae10d21144a2c7466.jpeg Novo projeto de musicalização infantil do Programa Cultivar traz materiais didáticos

b4494b18bd3c96b530b02c3d01741f6f.jpeg CEI Formiguinhas: Dia da Família na Escola marcado por música, brincadeiras e homenagem emocionante

db5d625340c0c619258dbb785ee6a6d9.png Dupla Rick & Renner é uma das atrações do Palhoça Rodeio

d45dd9f9879349445ccdb98ca157411b.jpg Palhoça recebe competições de jiu-jitsu e taekwondo

2f36aeb16a9fd815cea58722399b9f8f.jpeg Ricardo Martins conquista dois títulos no Rally RN 1500

ca47531ecaeb54bb9a0e27134b0b391b.jpeg Thiago Lohn disputa Sul-Brasileiro de Kart e mira desafio mundial na Europa

9160ab816709c46c73069b7b42201c5e.jpeg Associação Palhocense de Skate projeta futuro do esporte em Palhoça

567c3a3fc78504c24a3ae9967947d9ab.jpeg Guarani de Palhoça estreia na Série B do Catarinense no sábado (25)

df5d5ff3b11b88d0ffef72fe1292e8c6.jpeg O saneamento é a chave para proteger a água que não vemos

864bb080524f53cb6f63c54ec9d4b6f9.jpeg Como a iniciativa privada pode transformar o saneamento básico no país

bf95350ffa78af67a89b6776da8f2ae6.jpeg Comprou ou alugou? Atenção à titularidade do cadastro da ligação de água

616911134d1c0068b4f9bcee89653ead.jpeg Vazamentos internos: é possível evitar o desperdício de água e aumento no consumo em PH

ef323edbdb1fe52904c5de99eb19e7fe.jpeg Você sabe qual é a diferença entre rede de esgotos e drenagem pluvial?

Após agressão a árbitro, Associação pede paz

Manifestação pelo fim da violência no futebol veio após árbitro ser agredido em jogo do 50tão municipal

178506736a4fa4ca1612a1b0c6a15515.jpg Foto: REPRODUÇÃO/INTERNET

Após uma agressão sofrida pelo árbitro do jogo Catarinense x João Paulo II, válido pelo Campeonato Palhocense 50tão, na manhã de domingo (26), a Associação de Delegados e Árbitros da Liga Palhocense de Futebol (Adalp) decidiu fazer um apelo pela paz nos gramados. “Precisamos fazer esta conscientização, não só pelos árbitros, mas pelos atletas, dirigentes, torcedores, que ultimamente no futebol está cada vez pior a situação de agressão e xingamento. A gente sabe que um pouco é da cultura do futebol, mas agressão parte para outro lado”, reflete o diretor de Eventos da Adalp, Jorge Fernando Hammes.

O jogo foi disputado no campo do Catarinense, no Aririú da Formiga, e transcorria tranquilamente, até o árbitro mostrar o primeiro cartão amarelo da partida, aos cinco minutos do segundo tempo, após um carrinho perigoso. Antes de levantar, o mesmo atleta que já tinha derrubado o adversário com o carrinho agrediu o oponente com um chute. Aí, levou o segundo cartão amarelo e foi expulso. O árbitro ainda anotava a infração, de cabeça baixa, e nem viu quando o jogador expulso deu o primeiro golpe. O árbitro foi espancado com socos e chutes, mas conseguiu levantar e saiu correndo; o agressor foi contido por outros atletas.

O árbitro agredido já faz parte da liga há 21 anos, e nunca havia passado por situação semelhante. Ele precisou ser afastado do trabalho, porque mesmo dias depois do incidente, não conseguia abrir o olho esquerdo. Ele está sendo avaliado por um oftalmologista, mas um diagnóstico preciso só será possível quando o inchaço diminuir. O árbitro deve encaminhar um processo contra o agressor, que é funcionário da Prefeitura.

Há menos de um ano, outro árbitro da Liga foi espancado durante um campeonato de juniores. Por isso, os árbitros fazem um apelo para o fim da violência. “Precisamos fazer uma conscientização, passar uma mensagem para tentar resolver isso. A gente sabe que não vai resolver da noite para o dia”, lamenta o diretor de Eventos da Adalp, que hoje conta com 33 membros ativos, trabalhando nos campeonatos.

Uma das reivindicações da associação é que os campeonatos voltem a ter policiamento. “A gente trabalha sem segurança. Infelizmente, pelo efetivo de Palhoça, a gente não consegue trabalhar com policiamento”, lamenta Jorge. Ele lembra o tempo em que os estádios costumavam ter pelo menos dois policiais acompanhando o andamento da partida, o que oferecia mais segurança à arbitragem.

 



Tags:
Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ae88195db362a5f2fa3c3494f8eb7923.jpg