6b9ed50649d05ffb792d56a987f85743.jpeg Obras alteram trânsito em Palhoça na noite desta terça-feira (14)

6f3630dbb8c2feffecfc076baf95c090.jpg Quadro de vagas do Emprega Palhoça conta com 147 oportunidades de trabalho

db26ae8d34e26d01a439b670d8eea617.jpeg Ponta do Papagaio: Águas de Palhoça faz ação para orientar moradores sobre início do abastecimento

0393d00187dee055705a671616925ddb.jpeg Polícia Civil prende mulher por tráfico de drogas na Guarda do Embaú

46e8108977ec73bca7d4cc311d776cbb.jpeg Água Mineral Imperatriz reúne imprensa local em visita à produção

1de8a5fb0616fb654b18de8e40cc1184.jpeg ViaCatarina recebe feira do mel, artesanato e produtos coloniais

6c237aba2410f0a6dd60fafc42be7b7d.png Instituto Vó Francisca promove ações gratuitas de educação e cultura

656bd48614357452f50442dd072e2662.jpeg Clássicos e canções autorais são os destaques da segunda audição ao vivo do Festival Canta Palhoça

57424e08d89ed0218ef959ddb319c373.jpeg As memórias afetivas da New Time serão ativadas neste sábado (4)

3cd9575ab8132248d4020bff68c5ed02.jpeg Amaro Junior, presidente da FMEC: “O esporte palhocense tem pressa”

36c739bef1f0c87ea08f2c48181c0346.jpeg Tainá Hinckel é campeã sul-americana e embarca em nova competição pela WSL

c96f45d7c75c8cc164c223040a659a6c.jpeg Jovens de Palhoça conquistam vaga no Campeonato Brasileiro

77577611f48e142ca7b3afc143f1716f.jpeg Amaro Junior celebra os 98 anos de fundação do Guarani de Palhoça com festa e inauguração de quadra

0c80bc734af2de6e03ea9b81f3e27c3b.jpeg Reservação individual garante segurança no abastecimento de água em momentos de interrupção

fe6df7b47a70011fb36b8712c65f3c20.jpeg Ligações clandestinas de água são crime e prejudicam todo o sistema de abastecimento

dd0ecf323a9bda92a9e7cdde9d6baf4e.jpeg Entenda a importância da substituição de hidrômetros e como ela beneficia o consumidor

a9f62cf7e322ab8db86af5638414715a.jpeg Ligação correta do esgoto evita entupimentos e garante eficiência do sistema em Palhoça

aae378ef70042bca42de9427dbffafb6.jpeg Uso correto da rede de esgoto ajuda a evitar extravasamentos em Palhoça

Após agressão a árbitro, Associação pede paz

Manifestação pelo fim da violência no futebol veio após árbitro ser agredido em jogo do 50tão municipal

178506736a4fa4ca1612a1b0c6a15515.jpg Foto: REPRODUÇÃO/INTERNET

Após uma agressão sofrida pelo árbitro do jogo Catarinense x João Paulo II, válido pelo Campeonato Palhocense 50tão, na manhã de domingo (26), a Associação de Delegados e Árbitros da Liga Palhocense de Futebol (Adalp) decidiu fazer um apelo pela paz nos gramados. “Precisamos fazer esta conscientização, não só pelos árbitros, mas pelos atletas, dirigentes, torcedores, que ultimamente no futebol está cada vez pior a situação de agressão e xingamento. A gente sabe que um pouco é da cultura do futebol, mas agressão parte para outro lado”, reflete o diretor de Eventos da Adalp, Jorge Fernando Hammes.

O jogo foi disputado no campo do Catarinense, no Aririú da Formiga, e transcorria tranquilamente, até o árbitro mostrar o primeiro cartão amarelo da partida, aos cinco minutos do segundo tempo, após um carrinho perigoso. Antes de levantar, o mesmo atleta que já tinha derrubado o adversário com o carrinho agrediu o oponente com um chute. Aí, levou o segundo cartão amarelo e foi expulso. O árbitro ainda anotava a infração, de cabeça baixa, e nem viu quando o jogador expulso deu o primeiro golpe. O árbitro foi espancado com socos e chutes, mas conseguiu levantar e saiu correndo; o agressor foi contido por outros atletas.

O árbitro agredido já faz parte da liga há 21 anos, e nunca havia passado por situação semelhante. Ele precisou ser afastado do trabalho, porque mesmo dias depois do incidente, não conseguia abrir o olho esquerdo. Ele está sendo avaliado por um oftalmologista, mas um diagnóstico preciso só será possível quando o inchaço diminuir. O árbitro deve encaminhar um processo contra o agressor, que é funcionário da Prefeitura.

Há menos de um ano, outro árbitro da Liga foi espancado durante um campeonato de juniores. Por isso, os árbitros fazem um apelo para o fim da violência. “Precisamos fazer uma conscientização, passar uma mensagem para tentar resolver isso. A gente sabe que não vai resolver da noite para o dia”, lamenta o diretor de Eventos da Adalp, que hoje conta com 33 membros ativos, trabalhando nos campeonatos.

Uma das reivindicações da associação é que os campeonatos voltem a ter policiamento. “A gente trabalha sem segurança. Infelizmente, pelo efetivo de Palhoça, a gente não consegue trabalhar com policiamento”, lamenta Jorge. Ele lembra o tempo em que os estádios costumavam ter pelo menos dois policiais acompanhando o andamento da partida, o que oferecia mais segurança à arbitragem.

 



Tags:
Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ae88195db362a5f2fa3c3494f8eb7923.jpg