4317c2a75df4beb5bbcbb1a170346e0c.jpeg Botão do Pânico é destaque na prevenção de violência contra a mulher em Santa Catarina

ed80479867b387ec4a82d14c8fc1bb91.jpeg Manifestação pode interromper fluxo da BR-282 nesta sexta-feira (29)

077325138328b4ad2fda4f6f3ed5b223.jpeg Entenda como funciona uma Estação de Tratamento de Esgoto

de9c3c2a375105bc810a413f68041041.jpeg Acidente de trânsito mobiliza bombeiros no bairro Pacheco

1134146da0a5e14b97911008e6dc4ccd.jpeg Águas de Palhoça leva serviços e entretenimento gratuitos ao Passa Vinte

03af16793e962767829467e0e4b14461.jpg Bibliotecária Erli Paulo recebe o Prêmio Lino Lopes 2025 da Academia de Letras de Palhoça

acb69d3209daefda3aee2f7e4961d281.jpeg Escritora Gladys Rosa lança trilogia de livros de ficção

640d50413344de001123d953b7db69c7.jpeg Memória Palhocense em Movimento: tecnologia dá vida ao acervo fotográfico da cidade

5fc7fb5710c664c3e491c0dd51d7fac3.jpeg ViaCatarina recebe nova edição da Feira de Artesanato, de quinta (28) a domingo (31)

7ad75d58ce7682b2534fe7b1b28a15c1.jpg Nação Guarani lança enredo e anuncia novidades para o Carnaval de 2026

ab7d7a96bb2146219d5249dbdc683b2c.jpeg Palhoça Esporte Clube lidera o Estadual Sub-12 com 7 pontos

4d847de5d1ae38af6da6a804a54def0a.jpeg Léo Weiss retorna aos ringues com vitória na Copa SC de Boxe

d4b46ac9b913d417b9f0cd52aa3a20bb.jpeg Léo Weiss retorna aos ringues neste sábado (9), de olho nos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028

1a6f75ed4ae66091fd67de5d6f237a42.jpeg Ricardo Martins é campeão do Rally dos Sertões 2025 em duas categorias

fcc4c5f1827454a9701c2f0b607d9a0f.jpg Guarani de Palhoça inicia preparação para a Série C do Campeonato Catarinense

Após agressão a árbitro, Associação pede paz

Manifestação pelo fim da violência no futebol veio após árbitro ser agredido em jogo do 50tão municipal

178506736a4fa4ca1612a1b0c6a15515.jpg Foto: REPRODUÇÃO/INTERNET

Após uma agressão sofrida pelo árbitro do jogo Catarinense x João Paulo II, válido pelo Campeonato Palhocense 50tão, na manhã de domingo (26), a Associação de Delegados e Árbitros da Liga Palhocense de Futebol (Adalp) decidiu fazer um apelo pela paz nos gramados. “Precisamos fazer esta conscientização, não só pelos árbitros, mas pelos atletas, dirigentes, torcedores, que ultimamente no futebol está cada vez pior a situação de agressão e xingamento. A gente sabe que um pouco é da cultura do futebol, mas agressão parte para outro lado”, reflete o diretor de Eventos da Adalp, Jorge Fernando Hammes.

O jogo foi disputado no campo do Catarinense, no Aririú da Formiga, e transcorria tranquilamente, até o árbitro mostrar o primeiro cartão amarelo da partida, aos cinco minutos do segundo tempo, após um carrinho perigoso. Antes de levantar, o mesmo atleta que já tinha derrubado o adversário com o carrinho agrediu o oponente com um chute. Aí, levou o segundo cartão amarelo e foi expulso. O árbitro ainda anotava a infração, de cabeça baixa, e nem viu quando o jogador expulso deu o primeiro golpe. O árbitro foi espancado com socos e chutes, mas conseguiu levantar e saiu correndo; o agressor foi contido por outros atletas.

O árbitro agredido já faz parte da liga há 21 anos, e nunca havia passado por situação semelhante. Ele precisou ser afastado do trabalho, porque mesmo dias depois do incidente, não conseguia abrir o olho esquerdo. Ele está sendo avaliado por um oftalmologista, mas um diagnóstico preciso só será possível quando o inchaço diminuir. O árbitro deve encaminhar um processo contra o agressor, que é funcionário da Prefeitura.

Há menos de um ano, outro árbitro da Liga foi espancado durante um campeonato de juniores. Por isso, os árbitros fazem um apelo para o fim da violência. “Precisamos fazer uma conscientização, passar uma mensagem para tentar resolver isso. A gente sabe que não vai resolver da noite para o dia”, lamenta o diretor de Eventos da Adalp, que hoje conta com 33 membros ativos, trabalhando nos campeonatos.

Uma das reivindicações da associação é que os campeonatos voltem a ter policiamento. “A gente trabalha sem segurança. Infelizmente, pelo efetivo de Palhoça, a gente não consegue trabalhar com policiamento”, lamenta Jorge. Ele lembra o tempo em que os estádios costumavam ter pelo menos dois policiais acompanhando o andamento da partida, o que oferecia mais segurança à arbitragem.

 



Tags:
Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ae88195db362a5f2fa3c3494f8eb7923.jpg