f8cd4f6b92c2fc70f0e82ac7e1a42880.jpg Vacinação em SC: estado ultrapassa 5 milhões de pessoas com esquema vacinal completo

1069b9477a3a0d2f867498dc62b62e0e.jpeg Campanha quer melhorar autoestima de mulheres em situação de vulnerabilidade

5f9a9fdb32314194b4a64723f76fca64.jpeg Membros da comunidade se mobilizam para preservar vegetação na Pedra do Urubu

de47197475943f65b8890285981920fa.PNG Inspirada por Nelson Rodrigues, escritora de Palhoça lança livro de contos

c64875ae6408469efef36af9aa564775.jpeg ViaCatarina recebe mais uma edição da Feira do Artesanato

9570bba7c4646e5c724a73492d325f77.jpeg Produzido em Palhoça, EP de estreia de Yaju está disponível nas principais plataformas digitais

d6d50a1ca4d89a2580356c2c407d6130.jpeg Atletas da FMEC conquistam medalhas no Brasileiro de taekwondo

27e11cacd416c88131ac3f88f6e81065.jpg Copa do Mundo de Amadores contará com dois times de Palhoça

06dcb5028c047a5c6a4971990792762d.jpeg Halterofilismo: Rogério Anderle é campeão no Sul-Brasileiro 2021

b056d29d794b5e1bd70c65f106382a3b.jpg Governador Carlos Moisés abre a 60ª edição dos Jasc e destaca investimentos históricos no esporte

Velocidade máxima

Piloto de Palhoça Pablo Nunes fez boa temporada na SuperBike Brasil

204fd0aff7ccd99a45c2797af5901403.jpeg Foto: NORBERTO MACHADO E DIVULGAÇÃO

O piloto Pablo Nunes, morador do Pagani, comemora uma temporada de bons resultados na SuperBike Brasil. Pablo termina 2018 como segundo colocado na EVO1000, uma das categorias mais fortes da principal competição de motovelocidade no país.

Pablo é natural de São Joaquim (SC), mas acabou fixando residência na Grande Florianópolis em 1991, quando iniciou a faculdade de Direito. Depois de formado, começou a trabalhar no Tribunal de Justiça de Santa Catarina, onde atuou por cerca de sete anos. Mas a paixão pelas motos falou mais alto. “Comecei a correr de moto brincando, em 2010. Depois, comecei a deixar o Direito de lado e a me dedicar 100% à moto, foi quando as coisas começaram a acontecer”, relata Pablo, que já está nas pistas há seis anos.

O piloto participou de algumas etapas do Campeonato Paranaense de Motovelocidade entre 2011 e 2014, ano em que estreou no Brasileiro. Não conseguiu terminar a prova, em razão de problemas elétricos na moto, mas estava plantada a semente do objetivo de se tornar um piloto de nível nacional. No ano seguinte, participou da prestigiada prova 500 Milhas Brasil, uma das mais tradicionais corridas de motovelocidade do país, integrando a equipe JC Racing Kawasaki, de São Paulo, quarta colocada na categoria 600cc. Também em 2015, Pablo disputou sete etapas do Brasileiro na Moto1000GP e terminou em 11º lugar, entre 36 pilotos.

Já em 2016, obteve a grande conquista da carreira: venceu as 500 Milhas Brasil na categoria 1000cc Light, novamente ao lado de outros três pilotos da JC Racing Kawasaki. “É um jogo de equipe, não tem como tocar sozinho, são quase 197 voltas, é muita coisa, são oito horas em cima da moto”, detalha. O bom resultado rendeu um convite para integrar a equipe paulista Motonil Motors para disputar o SuperBike Brasil. Pablo disputou a competição na categoria Light e terminou em oitavo lugar, em um grid com mais de 40 pilotos.

Em 2017, subiu de categoria e passou a correr na Evo1000, uma das mais competitivas e disputadas do campeonato, e alcançou a quinta colocação. Nesta temporada, Pablo se manteve na categoria e terminou o circuito na segunda posição. O piloto correu de Yamaha na maior parte das etapas. Como fechou contrato com a Suzuki para 2019, resolveu testar a moto nas últimas provas e acabou caindo feio às vésperas da etapa de Londrina (PR), a sétima do Brasileiro, disputada em novembro. “Não quebrei nada porque eu bati com o queixo no chão, desmaiei e fui arrastando”, narra o piloto, que teve uma grave lesão na patela. Pablo passou por uma cirurgia de emergência no joelho, mas vai ter que fazer uma nova operação.

A queda complicou a situação na corrida pelo título, mas na base da superação, conseguiu o resultado que precisava na última prova do ano, em Interlagos (SP), para garantir a segunda posição. Em 2019, ele vai brigar para estar no lugar mais alto do pódio. A nova temporada começa com o Campeonato Paulista, a partir de janeiro; o Brasileiro começa em março e Palhoça deve novamente ter três pilotos na competição. Além de Pablo, este ano correram a SuperBike: Guilherme Neto, campeão paulista e bicampeão na categoria Master; e Peterson Luiz, vice-campeão na SuperStock. Guilherme e Peterson fazem parte da equipe catarinense Pro Racing Team. Com equipe forte e pilotos de destaque, Santa Catarina já deveria ter mais visibilidade na modalidade - e quem sabe, um autódromo. “No Brasil, é muito difícil viver de esporte a motor, e eu lutei muito para chegar à condição que eu cheguei hoje. Hoje eu não pago pra correr, a maioria dos pilotos tira do bolso”, reflete Pablo.



Galeria de fotos: 2 fotos
Créditos: NORBERTO MACHADO E DIVULGAÇÃO NORBERTO MACHADO E DIVULGAÇÃO
Tags:
Veja também:









Mais vistos

Publicidade

  • ea73bab336bac715f3185463fd7ccc14.jpg